A mais nova disciplina: A formatação de mídias digitais

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A formatação de mídias digitais é de longe a mais nova disciplina dentro do projeto de comunicação, sendo que, assumiu no decorrer dos últimos dez anos sua parte mais inovadora. Mudança nas convenções de percepção
É também a área do projeto de comunicação que melhor se adapta ao uso global, porque ela apresenta maior independência no código alfabético – com suas consequências {idioma(s) nativo(s)}, linearidade e estrutura de comunicação unilateral. Todas as mudanças dos costumes de recepção e vídeo mais recentes são devidas, em grande parte, às mídias digitais. Ainda em meados dos anos 90, poucos podiam imaginar que, por exemplo, a internet, juntamente com as suas resultantes formas de informação e comunicação, fosse ter uma infiltração tão rápida na vida cotidiana, – e também não, que visualizações em base digital fossem mudar as convenções de percepção humana tão rapidamente.
Novos procedimentos de formatação
Este “Boom” (explosão desenvolvimentista) necessitou imediatamente de novos procedimentos de formatação, os quais tinham que ser superados, em sua base, sim, mas não pelos meios análogos da comunicação visual até agora usados. Realmente revolucionárias são as alternativas, num crescimento a ser levado a sério e pela primeira vez a serem representadas economicamente, para com estruturas lineares de contos ou o surgimento de (reais) conteúdos interativos, os quais até esta data foram tão somente sustentados pela televisão.
A palavra impressa não foi e certamente, no futuro, não será substituída pela mídia digital; no entanto, seu monopólio como mídia-chave já deixou de existir há tempos. Dificilmente, um jornal diário ou semanal pode ser impresso sem uma consistente alternativa da internet; muito pelo contrário; muitas grandes casas de mídia ora creditam seus sucessos econômicos às suas alternativas on-line.
Alto grau de complexidade
O grau de complexidade alcançado pelos aplicativos baseados na web, se mostra através de uma série de exemplos. Por exemplo, na página da web E class experience/ experiência com a classe E de Scholz & Volkmer para Mercedes Benz, na qual um aplicativo interativo da Google Maps foi integrado no website da Mercedes-Benz; além disso, com os trabalhos da Fork Unstable Media para diversos clientes internacionais. Cada vez mais, os chamados microsites tem um papel preponderante no marketing digital. Aqui são introduzidos produtos com as partes inferiores separadas da respectiva apresentação do empreendimento ou são estabelecidas etiquetas em separado. O microsite por ocasião da estréia mundial do Audi R8 dos argonautas G2, no qual são usados exclusivamente quadros gerados no computador e não uma filmagem propriamente dita do veículo físico, é aqui um exemplo, bem como a parte inferior da Adidas Y-3 para a Coleção Yohji Yamamoto, realizada pela agencia Neue Digitale.
Formatação de novas realidades
Agora, a área aqui apresentada não abrange só o webdesign (projeto da web) em todas as suas facetas. O código digital tem uma vantagem decisiva em relação ao sinal alfabético, à letra, porque durante o desempenho na mídia ele tem uma flexibilidade muito maior e pode ser inserido com frequência de múltiplas formas. Por intermédio dele pode-se combinar espaços físicos e virtuais e assim criar novas realidades. Pode-se ver isso de uma forma impressionante na Opera Virtual, a qual foi encenada por ocasião da Bienal da Ópera de Munique 2002, por ART+COM. Seus fundadores, entre eles Joachim Sauter, reconheceram bem cedo o potencial das novas mídias e continuam sendo decisivamente influenciados por ele em seus projetos. O mesmo se aplica aos formatadores da MESO; como exemplo, podem ser citados seus projetos interativos Integrating Energy (Integrando a energia) para a Feira de Frankfurt (idéia, conceito e concepção: echo))) kommunikation im Raum) ou EnergyGlobe (Globo de energia) (idéia, conceito e concepção: Intuity Media Lab; realização técnica: MESO) para a empresa de energia chamada EnBW.
No seu auto-retrato, os protagonistas desta agência se vêem como fronteiriços entre projeto e tecnologia, entre homem e máquina. Com isso, definem com exatidão a área em que a formatação de mídias digitais irá se movimentar tambem no futuro. |
Andrej Kupetz
é diretor e executivo técnico do Conselho para configuração Formgebung/German Design Council e escreve para revistas de projetos assim como relatórios de projetos, formas e outros.
Tradução: Georg Erny Übersetzungen
Copyright: Goethe-Institut e. V., Online-Redaktion
Setembro de 2008
é diretor e executivo técnico do Conselho para configuração Formgebung/German Design Council e escreve para revistas de projetos assim como relatórios de projetos, formas e outros.
Tradução: Georg Erny Übersetzungen
Copyright: Goethe-Institut e. V., Online-Redaktion
Setembro de 2008












