Sistemas de orientação e de direcionamento

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Estes sistemas nos ajudam a nos situarmos no recinto, em edificios públicos ou semi-públicos (privados), em cidades e paisagens, mas também progressivamente em recintos virtuais, não-físicos. Isto é válido antes de tudo quando nos faltam pontos de referência naturais, tais como luz do dia ou pontos cardeais, quando não temos a possibilidade de nos orientarmos por pontos naturais de referência ou reconhecíveis, ou quando simplesmente, devido ao tamanho de edifícios, perdemos a exata noção. Um exemplo bem sucedido de uma aplicação convincente de sistemas de orientação num espaço é o sistema de informação e direcionamento para visitantes do Estacionamento Centr-City em Moscou, de Wangler e Abele. Projeto de informação
Junto aos conceitos de sistemas de orientação e direcionamento surge o conceito de projeto de informação no contexto de placas indicativas de orientação. Isso parece óbvio, uma vez que o projeto de informação se ocupa, pois, com o processamento de informações de forma efetiva, compreensível e dirigida ao usuário – não só, mas também em locais públicos. Assim denomina, pois, unit-design seus sistemas de direcionamento para o T-Mobile Campus em Bonn, bem como o Centro Aeronáutica da Lufthansa Aviation em Frankfurt, como projeto de informação. Tambem o conceito “Signage”, o qual em inglês pode significar tanto sinalização como sistema de direcionamento, é usado cada vez mais frequentemente. Junto à variante de sinalização – de localidades, ruas e edifícios – aliás, ela já é usada, agora, na Alemanha com aditivos, tais como, “Retail Signage” ou “Digital Signage” e significa, pois, conteúdos, com os quais “displays” (demonstrativos) de propaganda bem como sistemas de trânsito e de placas indicativas podem ser individualmente gravados e direcionados.
Representação abstrata de espaços físicos
O emprego com usos digitais em relação à experiência ambiental real, respectivamente, a pergunta quanto à representação abstrata de espaços físicos se firma também sob o termo Projeto Ambiental. Aqui podemos citar o escritório Moniteurs com seu projeto POI – Points of Interest (Pontos de interesse), o qual se ocupa com o uso mídias eletrônicas para sistemas de orientação.Para placas de orientação em espaços físicos, tamanho e coloração tem um papel preponderante. Somente a sinalização vista à longa distância e reconhecível com antecedência cumpre o seu propósito, mesmo quando é repetida mais vezes nas cercanias e em uma escala diferente. Que isto também, ou justamente por isto, pode funcionar bem devido ao jogo com a perspectiva, é mostrado pelo sistema de orientação do escritório L2M3 para a Kreissparkasse Ludwigsburg. Os indicativos de andares e escadarias podem ser reconhecidas como sinais tipográficos, devido às distorções, somente de um único ponto, para depois – uma vez que o colaborador ou cliente tenha chegado ao destino, se transformarem num formato normal. Inclusão de especificações regionais ou temáticas
Aqui fica demonstrada mais uma qualidade de bons sistemas de orientação, a saber a inclusão de especificações regionais ou temáticas no sistema: Ludwigsburg é considerada uma das mais importantes cidades alemães do barroco, uma era que foi marcada, além das pinturas de parede e teto, pela grandiosidade, dramaticidade, movimento e capacidade de transformação.
Se, então, diretamente na parede, como Gourdin e Müller no Museu Alemão de Higiene Dresden, ou no teto, como concebido pelo escritório Uebele para a Escola Politécnica Osnabrück, a placa de orientação não engloba tão somente o espaço inteiro, mas também a a visão periférica do usuário e com isso aumenta o campo de visão. Isto é válido também para um outro projeto do escritório Uebele, o sistema de orientação para o Salzburger Autohaus Pappas. Consequente na alusão temática e simbioticamente espaçoso – praticamente todas as informações se encontram expressas nas barras de segurança.
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Andrej Kupetz
é diretor e executivo técnico do Conselho para configuração Formgebung/German Design Council e escreve para revistas de projetos assim como relatórios de projetos, clichês (formas) e outros.
Stephan Ott
trabalha como autor independente, jornalista e docente. Desde o inicio de 1999 ele é o responsável pela comunicação no Conselho para configuração Formgebung/German Design Council.
Tradução: Georg Erny Übersetzungen
Copyright: Goethe-Institut e. V., Online-Redaktion
Setembro de 2008
é diretor e executivo técnico do Conselho para configuração Formgebung/German Design Council e escreve para revistas de projetos assim como relatórios de projetos, clichês (formas) e outros.
Stephan Ott
trabalha como autor independente, jornalista e docente. Desde o inicio de 1999 ele é o responsável pela comunicação no Conselho para configuração Formgebung/German Design Council.
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Copyright: Goethe-Institut e. V., Online-Redaktion
Setembro de 2008















