Calle Claus
Calle Claus se sente atraído pelo formato do gibi. Desde o lançamento de Superman, em 1938, esse formato está ligado, nos EUA, aos heróis em voga vestindo meias-calças. Foi só nos anos 70 que as revistinhas foram redescobertas marginalmente por desenhistas independentes e dispostos a fazer experiências. Sua grande vantagem era o fato de permitirem a publicação de histórias que não precisam ser esticadas até terem o tamanho necessário para um álbum. Os protagonistas de Calle Claus, desenhista de quadrinhos de Hamburgo, autor de textos, jornalista de cinema, professor de desenho e ilustrador, não são os super-heróis e sim heróis do dia-a-dia. Eles precisam lutar tanto com as dificuldades da vida diária quanto com suas fraquezas pessoais. Seus temas podem ser o amor, a ditadura da moda ou sonhos e desejos. Mas é sempre aos problemas de tipos simples, amáveis, às vezes também meio esquisitos, que Calle Claus dedica suas histórias em quadrinhos.

Quadrinhos de Calle Claus
Calle Claus agita os grupos de HQ em Hamburgo que são, ao lado dos de Berlim, os mais criativos da Alemanha. O desenhista, ilustrador, jornalista free-lance e professor recorre em suas histórias em quadrinhos tanto a elementos autobiográficos quanto a citações da cultura pop ou à pura ficção. Prova de sua competência gráfica são suas ilustrações sofisticadas, cujo estilo se vale tanto de texturas opulentas quanto de traços reduzidos.
Matthias Schneider
é cientista cultural, jornalista cultural free-lance
e curador de jornadas de cinema e exposições sobre o HQ
Copyright: Goethe-Institut Estocolmo
info@stockholm.goethe.org
Abril de 2007
é cientista cultural, jornalista cultural free-lance
e curador de jornadas de cinema e exposições sobre o HQ
Copyright: Goethe-Institut Estocolmo
Abril de 2007
















