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Laboratórios do Sensível© Goethe-Institut

Laboratorien der Sensibilität

Vom 28. Januar bis zum 13. März findet eine Reihe kostenloser Livestreams, Workshops, Online-Treffen sowie Treffen im Freien unter Berücksichtigung aller notwendigen Hygienemaßnamen statt. Ausgangspunkt ist der Dialog zwischen ästhetischen und ethischen Praktiken von Frauen und ökofeministischem Denken.

Über das Projekt

Programm

19:00 - 20:00 BRA

MESA
Ecofeminismo: o encontro da teoria e de práticas existentes para tecermos novas relações 
com Linda Terena (antropóloga, militante e professora), Tatiana Henrique (artista e pesquisadora) e Vanessa Lemgruber (jurista e escritora). 

LIVE
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SOBRE
O conceito de ecofeminismo surge na década de 1970 e faz paralelos entre a exploração da natureza e a exploração das mulheres. Discutido principalmente na Europa e nos Estados Unidos, o conceito tem ganhado atualizações nos últimos anos, com a amplificação das discussões acerca de sustentabilidade e de feminismos. Teorias do ecofeminismo ainda ganham força no Brasil, mas práticas que propõem relações sustentáveis e de respeito e colaboração entre seres permeiam muitas tradições e organizações sociais vigentes no país. Nesta conversa, Linda Terena, Tatiana Henrique e Vanessa Lemgruber tecem um diálogo entre teoria e práticas ecofeministas.
 


21:00 - 22:00 BRA

PERFORMANCE 
Dominar para degradar
com Luisa Lemgruber Dandara Hahn

LIVE
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SOBRE
A instalação performativa dá continuidade a um processo que as artistas exploraram juntas ao longo do segundo semestre de 2020. As ações se baseiam principalmente na discussão sobre a construção do sistema apoiado em valores patriarcais e capitalistas, no qual as mulheres - considerando a diversidade de gênero e classe - e os elementos da natureza são oprimidos e vulnerabilizados.

As artistas performaram na tentativa de construir ao ar livre um cubo metálico constituído por bordas de hastes de aço flexíveis fincados ao solo, e superfícies cobertas por papel alumínio. Pensando na representação do elemento terra, pertencimento ao território e afirmação dos corpos. 

Na tentativa de consolidar esta estrutura de materialidade maleável, frágil e sonora, a ação é marcada por uma repetição física e subordinada a ordens externas. Como resultado, o trabalho será montado em formato de vídeo, apresentando o processo dessa construção, evidenciando a sonoridade do material e da paisagem. 
 
 
17:00 - 18:00 BRA 

APRESENTAÇÃO
LandScaping 0.1 
com Bianca Mendonça

LIVE
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SOBRE
A pesquisa LandScaping 0.1 abre uma série de trabalhos artísticos que investigam as relações entre corpo e ambiente, possibilidades de se coreografar a partir de corpos não-humanos e pontos de encontro entre coreografia e cartografia. Dentro do Laboratórios do Sensível, Bianca Mendonça apresenta um vídeo que relata práticas artísticas que foram realizadas entre outubro e novembro de 2020 na região do Alto e Baixo Tapajós no Amazonas. 
 
 


18:00 - 19:30 BRA

PALESTRA
Arte e Ecofeminismo
com Mari Fraga (artista e pesquisadora)

LIVE
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SOBRE
A partir de sua pesquisa artística e tendo em vista as mudanças climáticas e o antropoceno, a artista e pesquisadora Mari Fraga irá tratar da associação histórica mulher-natureza e suas implicações políticas e conceituais. A fala também apresentará algumas artistas e trabalhos que materializam a analogia corpo-terra, além de apresentar as figurações agente húmus e daninhas, que imaginam modos de viver e usos da terra baseados na fertilidade ao invés da exploração, além de proporem uma compostagem cultural e política.
 


19:30 - 20:30 BRA

PERFORMANCE MUSICAL
União dos povos 
com Djuena Tikuna

LIVE
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SOBRE
Djuena Tikuna convida o público a entrar em contato com sua ancestralidade, assim todas as pessoas participam de um ritual de celebração e união dos povos, como uma revoada de pássaros multicoloridos, entoando canções de resistência e liberdade. Como ela própria define o ponto alto de sua apresentação. “O chão se levanta, quando nossa aldeia está em festa”. O transe coletivo é garantido ao som das flautas tradicionais de vários povos amazônicos e dos tambores indígenas, confeccionados com tronco de árvores nativas e cascos de jacaré-açu e tartaruga, instrumentos sagrados do povo Tikuna, que ao lado de colares de efeitos confeccionados com sementes diversas completam o set instrumental que acompanha Djuena Tikuna. O músico Diego Janatã assume a percussão e as flautas.
 
10:00 - 12:00 BRA

OFICINA
Planta-Colagem
com Manuela Eichner (artista visual)

ZOOM
Inscrições: bit.ly/plantacolagem
capacidade máxima: 30 participantes

SOBRE
CONECTAR com a planta - Conexão emocional entre planta e colagens.

Como sonhar coletivo nesse momento de mutação ecológica e confinamento social? Como romper com a tela? Como nos mover em direção a um mundo que tem sentido pra nós? A partir do estudo das plantas a oficina deseja estabelecer uma conexão entre seu caráter rizomático, sua autonomia energética e arquitetura cooperativa com a ideia de multiplicidade e colagem da vida. Nesse encontro discutiremos temas como intuição, resistência, adaptação e cura trabalhando manualmente com imagens e folhas coletadas. Investigar o potencial das plantas para reencantar nossos sentidos, observar a metamorfose que está acontecendo em tudo. "Que a gente viva mais essa experiência do corpo sendo natureza” Ailton Krenak. 

13:00 - 15:00 BRA

OFICINA
Herbário Ordinário
com Laura Lydia (artista plástica)

ON-LINE + PRESENCIAL
30/01, 13h às 15h- no Zoom
06/02, 11h às 13h - no Zoom
06/02, 17h30 às 19h- presencial no Rio de Janeiro, com medidas de segurança

Inscrições: bit.ly/herbario_ordinario 
Capacidade máxima: 15 participantes

SOBRE
Esta oficina propõe um encontro por meio do desenho. Um encontro com as plantas erroneamente chamadas de daninhas, por brotarem fora do cultivo. São semeadas por pássaros, vento e cachorros, não por humanos - por isso, daninhas. Brotam e se desenvolvem nas brechas, num movimento ininterrupto de reconstrução do seu espaço original. Formam jardins e canteiros espontâneos - por isso, silvestres.

Por meio de vídeo, encontros online e um encontro presencial ao ar livre, faremos um mapeamento afetivo e atento dessa vegetação espontânea que habita nossos caminhos, nossas ruas, nossos lares. Observando essas espécies e colhendo imagens, desenhos e ensinamentos que elas nos oferecem, cotidiana e silenciosamente, compartilharemos sensações, escutas e afetos, por meio do desenho de observação. 

O desenho como convite para a escuta sensível, o afeto e conhecimento. 

O encontro como forma de arte.


17:00 - 18:30 BRA

RODA DE LEITURA
As palavras dos lugares, os lugares das palavras
com Mariana Guimarães (artista e educadora) e Gabriela Serfaty (artista e psicoterapeuta)

ZOOM
Inscrições: bit.ly/palavras_lugares 
Capacidade máxima: 20 participantes

SOBRE
A partir da leitura coletiva e catártica de textos que mais afetaram cada participante durante o período de isolamento social, a oficina tem como proposta criar uma fricção entre uma polifonia de vozes e textos, possibilitando a reverberação de um ruído que aponte para a reflexão sobre os lugares das palavras, e as palavras dos lugares neste ano de confinamento e desafios. Criando assim,uma assimilação coletiva e ao mesmo tempo singular a partir do exercício de escuta das palavras que brotam em cada corpo, e lugares que nos atravessam e que fazem a mediação entre uma forma de vida e uma outra, convocada para a existência nesse momento. Cada participante deverá trazer textos, linhas, agulhas, e suportes diversos para a realização de uma marca têxtil, um bordado, um emaranhado, ou aquilo que seja convocado pelas palavras e lugares.


19:00 - 21:00 BRA

MESA
Entre ativismo, criatividade e afeto: um papo sobre culinária
com Bruna de Oliveira e Mulheres do GAU

LIVE
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SOBRE
Este encontro entre as Mulheres do GAU de São Paulo e Bruna Oliveira, gaúcha, acontece na cozinha, onde as pessoas se juntam para preparar uma refeição, tomar um café, o canto mais aconchegante da festa, um lugar onde se equilibram tarefas domésticas e afeto, onde os sentidos são acolhidos. As convidadas, pesquisadoras e cozinheiras, preparam uma receita enquanto conversam sobre culinária, horta, alimentação saudável, economia, sabores, tradições. PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais) e reaproveitamento integral de alimentos estarão em foco por apresentarem alternativas aos ingredientes tradicionais.
 
 
17:30 - 19:00 BRA

VIVÊNCIA
Dança Intuitiva – Vivência Èmí Wá  
com Inaê Moreira (diretora e performer)

ZOOM
Inscrições: bit.ly/dancaintuitiva
Capacidade máxima: 20 participantes

SOBRE
Dança Intuitiva – Vivência Èmí Wá  
E fibó e fibò dò wa ìyá Osun,  
E fibó dò wa ìyá Osun,  
e fibò dò Wa ìyáÒsun  
É ela quem nos cobre (protege),  
ela quem nos cobre no rio,  
é a mãe Oxum 

Èmí Wá é mais do que o convite para uma prática, é o movimento de escavar com o corpo memórias e corpografias ancestrais. Saudar e evocar as Iyabás, visitando ritmos, sensações, magias negras. Como minha ancestralidade me dança?  

“A palavra èmí, na língua iorubá, significa o sopro da vida, espírito, por vezes traduzida para o português como respiração, a produção da energia que nos mantém vivos.” (Lau Santos) Nessa prática vamos transitar entre os mangues, rios, mares, florestas e ventanias que ancoram a espiritualidade iorubá, respirando com consciência por meio dessas forças da natureza tem o poder de curar e de expandir nossa potência  criativa. 
Número de Participantes: 30 

Duração: 1h30 
* A atividade acontece com uma prática de movimento conduzida durante 1h10, e uma roda de trocas entre os participantes durante os 20 minutos finais. 


19:00 - 21:00 BRA

CONVERSA e LABORATÓRIO CORPO-MATÉRIA
Um contato entre dança e escultura 
com Liana Nigri (artista visual e pesquisadora) e Maria Alice Poppe (bailarina e pesquisadora)

A atividade se divide em dois momentos: conversa das 19h às 20h e laboratório das 20h às 21h.

A conversa é aberta e com transmissão:

LIVE
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Para o Laboratório, as pessoas participantes precisam acompanhar a conversa e se munir de argila. 

ZOOM
Inscrições: bit.ly/conversa_laboratorio

SOBRE
A artista Liana Nigri convida a dançarina Maria Alice Poppe para um diálogo que tem como linguagem a escuta do corpo feminino. Com olhos na pele e um conhecimento que se dá pelo toque, suas pesquisas ganham forma através de gestos escultóricos de Liana e expressão de movimentos internos de Maria Alice.


21:00 - 22:00 BRA

PERFORMANCE SONORA
com Joana Queiroz (musicista e compositora)

LIVE
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SOBRE
A natureza nos chama e nos toca de muitas formas. Uma delas é o som, suas muitas paisagens sonoras, que vão mudando de região pra região, de estação para estação, de hora pra hora, de acordo com seus habitantes e seus hábitos. Nós somos um habitante a mais, e assim como o equilíbrio e o diálogo deve(ria) se dar em todos os aspectos, também nesse há essa possibilidade: ouvimos, inspiramos-nos, tocamos. O que toco é também ouvido e a conversa que há tão harmoniosamente na natureza passa a incorporar um som a mais. Neste caso, os sons dos clarinetes, acústicos, processados, em camadas. Na intenção de novas escutas, mais sutis, cada vez mais (e tão) necessárias. 
 
17:00 - 19:00 BRA

VÍDEO e CONVERSA
Baía de Guanabara - experiências performativas nas veias abertas do antropoceno
com Walmeri Ribeiro (artista e pesquisadora), Ruy Cézar Campos (artista) e Alyne Costa(filósofa)

LIVE
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SOBRE
Partindo das ações e experiências artísticas realizadas pelo projeto Territórios Sensíveis na Baía de Guanabara, entre 2019 e 2020, a artista e pesquisadora Walmeri Ribeiro convida o artista Ruy Cezar Campos e a filósofa Alyne Costa, para uma conversa sobre temas como petropolítica, poluição, o impacto das mudanças climáticas na vida das comunidades tradicionais pesqueiras e, sobretudo, o importante papel da arte e suas possíveis respostas às questões ambientais.

Neste encontro serão exibidos os vídeos: Territórios Sensíveis | Baía de Guanabara (documentário, 23 min.) e Videoduto (vídeo ensaio, 9 min.).
 


19:00 - 20:30 BRA

VÍDEO E MESA
Tecer Mulher Terra
com Mariana Guimarães (artista e educadora), Maria de Fátima e Maria José (fiandeiras e bordadeiras de Bonfinópolis, MG). Mediação: Izabela Pucu (curadora e pesquisadora)

LIVE
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SOBRE
Tecer mulher terra, 2020 (12 min.) apresenta o encontro da artista e pesquisadora Mariana Guimarães com mulheres artesãs têxteis durante uma pesquisa de campo no interior do Brasil em 2018, em seis diferentes estados. O vídeo é apresentado a partir de uma multiplicidade de vozes e gestos, e narrado a partir da leitura do caderno de campo da pesquisadora e suas impressões sobre as relações da mulher artesã, a terra e o fio. A pesquisa foi construída a partir dos encontros e teve como objetivo a escuta, as trocas, os registros de suas vozes para a construção de uma cartografia sobre suas práxis em diálogo com a pesquisa e poética da artista.
 
15:00 BRA

ZINE, O BERRO - Continuidade poética, Raízes do Corpo  
Prática de entrevista online sobre o medo de voltar ao cárcere
Com Angela Rios (artista e ativista), Valéria Mello (artista e ativista) e Bianca Kalutor (artista negra e travesti)

LIVE
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SOBRE
Angela, Valéria e Bianca são três mulheres artistas e ativistas que compartilham do desespero e horror de viver com a ideia de ter que voltar ao cárcere a qualquer momento. Essa perturbação mental e suas graves consequências, a memória do próprio cotidiano dentro do presídio e a utopia da ressocialização serão pautas do nosso encontro/prática online no dia 6 de fevereiro. No evento transmitido ao vivo, uma entrevista revela sentimentos, a atuação e a história dessas artistas.

A ação faz parte do projeto O Berro Zine, do Coletivo em Silêncio. 

Zine O Berro é um projeto presencial que nasceu na Fundição Progresso em 2019. Antes da pandemia, o coletivo começou  a desenvolver um veículo informativo para abordar pautas sobre a realidade do Cárcere no Brasil. O grupo quer voltar com os encontros, só que agora online. Naquela oficina, os participantes praticam o dia a dia de uma redação via internet. Produzem matérias, notas, realizam entrevistas, poemas, textos, artigos exclusivos e também fazem curadorias, que abordam temas que atravessam o direito do corpo e as relações dele com estes espaços de prisão e cárcere. O veículo pretende falar com a sociedade e com o poder judiciário, profissionais que decidem o destino dessas pessoas atingidas pelo sistema penal. 

O objetivo do projeto é produzir um zine (veículo de imprensa), qualificado, e também poético, com uma linguagem própria e eficaz, para enviar para uma lista de pessoas via email, que poderão contribuir mensalmente com o projeto. Os assinantes do zine poderão enviar sugestões, pautas, interagir com o dia a dia da redação.  
 
16:00 - 17:00 BRA

MAPAS INVENTIVOS
Ensaiando um criar coletivo em tempos incertos
com Caroline Valansi (artista visual e professora) e Casa Jangada (coletivo de arte)

PRESENCIAL
com medidas de segurança
Inscrições: bit.ly/mapasinventivos

SOBRE
O que pode um corpo confinado fazer quando começa a retomar o contato com a cidade? Como lidar com a pós clausura entendendo que muitos corpos já eram presos em si? Como podemos pensar novas ideias nas estruturas subjetivas para lidar com os novos tempos?

As pessoas participantes serão convidadas a deitarem no chão, em uma canga ou tecido, e respirar um pouco, diminuindo a energia e reorganizando o corpo. Após um momento de reflexão e conversa, serão convidadas a desenharem o chão com areia colorida, criando no ambiente uma grande cartografia coletiva. Num período em que vivemos o distanciamento e o enclausuramento, esse desenho será deixado no local como uma marca efêmera desse percurso pela cidade.


16:00 - 17:30 BRA

IMERGIR
Experiência performativa no Aterro do Flamengo
com Walmeri Ribeiro (artista e pesquisadora)

PRESENCIAL
com medidas de segurança
Inscrições: bit.ly/imergiraterro

SOBRE
Imergir é um convite para uma experiência performativa imersiva na complexa paisagem da Baía de Guanabara. Individual e coletivamente, em uma caminhada performativa, os corpos serão lançados à experiência de sentir e escutar as urgências e os sopros de vida deste território devastado pela petropolítica.
 

17:30 - 19:00 BRA

EXPERIÊNCIA SENSORIAL
Agente Húmus
com Mari Fraga (artista e pesquisadora) e Grupo GAE Arte: Ecologias (EBA UFRJ), participação de Paula Scamparini, Joana Amora, Carine Caz, Lohana Montelo, Clarisse Rates e Uri Nonato.

PRESENCIAL
com medidas de segurança
Inscrições: bit.ly/agentehumus

SOBRE
Retomar o corpo para reinventar o mundo. Propomos uma experiência artística, íntima e individual, em formato adaptado ao isolamento. Cada participante irá receber um pequeno pacote, escolherá um lugar para sentar no parque, onde será guiada por áudio de vozes femininas para experimentar as materialidades da terra com seus sentidos. Por fim, irá construir uma “mini-escultura-bomba-de-semente”, sua pequena vênus, grávida da vida em diversidade. A ação é uma atividade de extensão GeoAstro-poéticas, criada pelo grupo de pesquisa Arte e Ecologias, e inspirada na agente húmus e no ecofeminismo. Cada participante deverá trazer: celular e fone de ouvido com conexão à internet para ouvir o áudio, canga para sentar no parque. 

Teilnehmerinnen


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Renata Leite
renata.leite@goethe.de | 21-98143-6609

Simone Malina
simone.malina@goethe.de

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