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ABRIL 09.2020
Isolamento social e violência contra a mulher

'O Estado opressor é um macho violador'
© HAU

Por Astrid Kusser und Renata Leite

O isolamento exigido para evitarmos o contágio exponencial da população pelo novo coronavírus escancara anomalias de uma sociedade doente. Em vez do Covid-19, machismo e feminicídio são os vetores desta outra “pandemia". Desde o início da quarentena, os casos de violência doméstica explodiram, seja na Alemanha, no Brasil ou em outras partes do mundo. A casa, para mulheres e crianças, nem sempre é um lugar seguro.

Vamos ficar em casa, mas vamos também ficar atentas ao nosso redor.

O Teatro HAU, em Berlim, promoveu um debate com mulheres do coletivo chileno LASTESIS - cuja performance pulsante se espalhou pelo mundo desde o levante no Chile, no ano passado. O grupo estava nas ruas também no Dia da Mulher, 08 de março, uma das últimas manifestações em massa antes do movimento de recolhimento para proteção da maioria. Mas não de todas.

Também participam do debate, em inglês, a ativista indiana Prasanna Gettu, ganhadora do prêmio Anne Klein em 2020, e Christina Clemm, advogada e ativista alemã que traz em seu novo livro uma análise das relações de poder entre mulheres vítimas de violência e agentes do estado, como policiais e juízes.

O evento aconteceu no dia 11 de março, em frente a centenas de poltronas vazias, com transmissão ao vivo pela internet.



O Século das Mulheres

Em 2020, as unidades do Goethe-Institut na América do Sul estão colaborando em torno dos temas violência contra mulheres, feminicídio, estratégias de sobrevivência, resistência e subversão de estruturas machistas e sexistas. Você ainda ouvirá mais sobre nosso projeto "O Século das Mulheres”.

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