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Editorial
Sobre a Revista Humboldt

Entre 1959 e 2013, a Revista Humboldt foi editada, em sua versão impressa, como veículo de fomento ao diálogo entre a Alemanha e a América do Sul, abordando sempre temas ligados à arte, à cultura e a questões sociais. A partir de 2013, passou a ser publicada apenas em versão online nos sites dos Institutos Goethe da América do Sul. Desde maio de 2018, a revista passa a publicar duas edições temáticas anuais, delineadas a partir de temas e projetos conduzidos pelos diversos Institutos no continente sul-americano.

Em todas as suas contribuições, a Revista Humboldt procura destacar primordialmente as estreitas relações entre América do Sul e Alemanha/Europa, fomentando o diálogo transcontinental e estruturando o intercâmbio entre os países envolvidos. Para isso, a revista contrapõe posições opostas ou controversas, criando um terreno para discussões e debates. As publicações da revista vêm de diversos países, entre eles Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Uruguai, Peru e Venezuela.

Sobre esta edição

Os professores e alunos da Bauhaus não tiveram muito tempo para sedimentar o mito da Escola Superior de Design: fundada em 1919 em Weimar, reconstruída em 1925 em Dessau e fechada em 1933, devido à pressão política dos nazistas, a Bauhaus só existiu durante 14 anos. A reviravolta política na Alemanha e a ameaça da Segunda Guerra Mundial na Europa forçaram muitos de seus professores e alunos a emigrar o mais tardar nos anos 1930. Eles levaram, contudo, os ideais pedagógicos e as máximas estéticas da então já renomada escola para onde foram, inclusive para a América do Sul.
 
Por ocasião dos 100 anos de fundação da Bauhaus, os Institutos Goethe da América do Sul dedicam vários eventos ao legado da escola e às suas relações com o continente sul-americano. Os colaboradores da Revista Humboldt também abordam esses aspectos: em ensaios, entrevistas e reportagens, eles questionam a relevância que os princípios da Bauhaus mantêm na atualidade. E perguntam: como as diretrizes cunhadas pelos agentes da Bauhaus ainda estão presentes em nossa compreensão de design, educação e comunidade hoje? Onde as máximas da Bauhaus marcam nossa percepção estética e nossa forma de pensar a arte e a sociedade? Como os agentes da Bauhaus influenciaram a Modernidade na arte do continente sul-americano? E, em direção inversa: que influência as correntes artísticas da América do Sul exerceram sobre a Bauhaus?
 
Até março de 2019, novas contribuições à revista serão publicadas continuamente nesta edição.

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