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Nadine Siegert e António Ole
Carnaval da vitória

António Ole (1977)
António Ole (1977) | © António Ole

“Porque o Carnaval é a celebração do povo, livre e verdadeiro em seu deleite. Como o mar antes da tempestade, nossas tradições esperaram a chegada do seu momento” – António Ole

Carnaval da Vitória, dirigido pelo célebre cineasta angolano António Ole (1977), é o primeiro dos três filmes selecionados pelos curadores Nadine Siegert e André Cunha para uma trilogia sobre o Carnaval, que abrange os dois lados do Atlântico Sul. É o único que foi concluído. Existem arquivos de som para o segundo filme, sobre o Mardi Gras de Nova Orleans, que Ole visitou. O terceiro filme teria sido ancorado no Carnaval da Bahia. A pandemia interveio e a trilogia permanece incompleta. Mas Carnaval da Vitória, um clássico pós-colonial, permanece como a esperança de uma utopia por vir.

“Durante anos e anos, nossas tradições estiveram adormecidas, como o mar antes da tempestade. Mantidos vivos nas memórias, som e ritmo, movimento e música aguardaram seu tempo. E assim foi com nosso Carnaval. Os colonizadores que tentaram domá-lo o viram se transformar em uma arma de luta, que fortaleceu uma cultura, zombou e caricaturou, e expôs a exploração que estava em curso. Eles, então, tentaram transformá-lo em uma festa pronta, restrita às avenidas das cidades costeiras. E isso fracassou, fracassou todas as vezes”. – Narrador, Carnaval da Vitória.

Aqui estão apresentados o trailer de Carnaval da Vitória e a curadoria da equipe de materiais raros dos arquivos pessoais de Ole, que nos levam aos bastidores dessa poderosa declaração sobre a decolonização angolana.
 

Cunha’s curation of rare materials from Ole's personal archives António Ole é um dos cineastas mais conhecidos de Angola, e Carnaval da Vitória é um dos mais importantes filmes da fase inicial de sua carreira, capturando o momento do surgimento de uma Angola pós-colonial, articulada e encarnada no carnaval do povo. Na galeria de imagens que se segue, apresentamos fotos de Ole escolhidas por Siegert e Cunha, tomadas em Luanda e em outros locais de Angola. Elas são um poderoso testemunho daquilo que se desenrola através do filme – fatias do passado que acenam para um emaranhado cheio de esperança no futuro.

A performance torna-se a personificação dessa esperança, com essas fotografias capturando o tempo em um impreciso chiaroscuro do presente.
  • Carnaval da Vitoria
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Rodando “Carnaval da Vitória”

O material mostra que a forma como a câmera capta a espontaneidade é cuidadosamente trabalhada. Os rabiscos, anotações e rascunhos de Ole, apresentados aqui, nos levam aos bastidores das tomadas de decisão e aos caminhos trilhados e não trilhados – que constituem o processo de filmagem, permitindo-nos apreender a construção da euforia pós-colonial. Apresentamos aqui alguns desses materiais dos bastidores, agrupados em Carnaval, ensaio e rabiscos. Na seção final, Resumos, você encontrará nossa explicação sobre esses materiais.

Carnival

  • Carnaval

  • Carnaval

  • Carnaval

  • Carnaval

  • Carnaval

  • Carnaval

  • Carnaval

 

Rehearsal

  • Rehearsal

  • Rehearsal

  • Rehearsal

 

Rabiscos (Scribbles)

  • Rabiscos (Scribbles)

  • Rabiscos (Scribbles)

  • Rabiscos (Scribbles)

 

Resumos (Summaries)

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