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Performance
ARTE E CULTURA ECOAM NO ENCERRAMENTO DA CONFERÊNCIA

A última noite do evento é marcada pelo lançamento de exposição coletiva e de revista, performances artísticas  e apresentações musicais.
 

  • Exposição Ecos do Atlântico Sul © Taylla de Paula
    Visitantes conferem a exposição Ecos do Atlântico Sul, com curadoria de Ines Linke e Uriel Bezerra, que exibe obras dos artistas Akinbode Akinbiyi, Ana Hupe, Anita Ekman, Antonio Társis, Ayrson Heráclito, Camila Sposati, Carol Barreto, Cássio Bonfim, Emeka Ogboh, Isaac Julian, Jonathan Dotse, Jota Mombaça, Sarojini Lewis, Tatewaki Nio e Yolanda Chois. “Em seus trabalhos, eles compõem uma espécie de ‘história alternativa’, que desafia as historiografias tradicionais e as fronteiras nacionais, fazendo ressoar os passados coloniais, as diásporas e as trocas materiais e imateriais do passado-presente”, descreve o texto dos curadores. A exposição segue aberta à visitação no Goethe Institut em Salvador até 7 de maio e depois circula por outras cidades do País.
  • C& América Latina © Taylla de Paula
    Uma versão impressa da C& América Latina é distribuída durante o lançamento da exposição coletiva. A publicação reúne artigos, ensaios, entrevistas e notícias sobre temas relacionados à África, à Afro-América Latina e ao Caribe em uma plataforma multilíngue online (www.amlatina.contemporaryand.com).
  • Performance salve exu motoboy  © Taylla de Paula
    O foyer do teatro do Goethe Institut se transforma em cenário para dezenas de performers “incorporados” de entidades como a Pomba Gira, o Preto Velho, o Zé Pilintra e o Exu Tranca Rua, misturadas à figura do motoboy, como metáfora daquele que percorre os caminhos das cidades e despacha encomendas. Todos vestem as peças da coleção - em preto, vermelho e branco - criada pelo estilista e artista Cássio Bonfim, que tem a participação de Malayka Sn e Fagundes Fotografia na produção da performance para a conferência.
  • Performance © Taylla de Paula
    Após a concentração no foyer do teatro, as “entidades” saem às ruas do Campo Grande, acompanhadas por um minitrio elétrico e retornam ao Goethe pelo acesso da parte traseira do espaço, completando a performance inspirada nos entes que, segundo a tradição da Umbanda, ocupam as ruas e acompanham as pessoas que nelas vivem.
  • Atrações musicais © Taylla de Paula
    O desfecho da última noite da conferência é ao som de muita música no jardim do Goethe Institut. O primeiro a subir ao palco é o músico e compositor sul-africano Neo Muyanga, que apresenta um repertório que mescla canções de protesto com forte tom político - inspiradas nas questões sociais da África do Sul - e sátiras ao pop romântico.
  • Suyá Nascimento © Taylla de Paula
    Na sequência é a vez da compositora e multi-instrumentista soteropolitana Suyá Nascimento contagiar o público com sua guitarra processada por pedais analógicos e digitais. Formada em Composição Eletrônica Musical e Intermedia Arts pela Mills College, na Califórnia (EUA), Suyá utiliza sintetizadores e field recordings para criar ambiências na sua música e se vale de projeções de vídeo para completar a atmosfera multissensorial do seu trabalho. O jornalista e DJ camaronês Ntone Edjabe encerra a última noite da conferência com sua potente música eletrônica repleta de referências à sonoridade de Camarões e da Nigéria, especialmente ao movimento Afrobeat, que tem em Fela Kuti seu maior expoente.

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