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Desentocar Danças © Goethe-Institut

Em sua nova fase, o projeto convida a residente Juliana Mello e sua parceira de vida, Ellen Costa, a compartilhar e a vivenciar tecnologias corporais ancestrais do Morro da Providência ante sua importância vital para a cultura e para as danças cariocas.

Celebrando 10 anos do Instituto Efeito Urbano, as diretoras Juliana e Ellen são os elos de uma experiência que evoca o Morro da Providência em seu valor ancestral.

Ao convidar outras/os cinco moradoras/es, um encontro de oito horas de duração será realizado no dia 25 de setembro de 2021.

No chão que também serviu de morada a porta-bandeira Dodô da Portela e ao escritor Machado de Assis, a criação de uma performance coletiva faz “girar” as experiências, os tempos, os entendimentos de dança, de ancestralidade e da própria vida à ritualizar um gesto que possa transpor fronteiras de silenciamento e de luto. Uma “gira” onde o dançar se faz em uníssono com os demais gestos, como os de comer, beber, contar histórias e cantar.

O encontro será em parte transmitido ao vivo no canal do Goethe-Institut Rio de Janeiro no YouTube.


A PROVIDÊNCIA

“Localizado a poucos metros do principal porto de entrada de africanos escravizados do país, o Morro da Providência é considerado a primeira favela do Brasil, um território de memória ancestral, que emana vida e resistência.

Entender a ancestralidade é se reencontrar, entender a pluralidade do seu povo, preservar sua identidade, desafiar os atravessamentos diários e construir um novo começo. 

O Itã “Exu acertou um pássaro ontem, com a pedra que atirou somente hoje” fala sobre a importância da ancestralidade na construção do nosso presente e futuro.”

Juliana Mello e Ellen Costa


ANCESTRAIS-CONVIDADOS

Mauricio Hora, 53 anos é Fotógrafo, pesquisador, ativista e morador do Morro da Providência. Tem como seu principal objeto de pesquisa o Morro da Providência, chegando a viajar para canudos para conhecer melhor a história do seu território.

Edmilson da Costa (Pelé), 49 anos, ex conselheiro tutelar, liderança social, há 32 anos atua como educador em uma organização no Morro da Providência.

Nancy Aguiar, 55 anos, pernalta, dançarina, liderança na ocupação predinhos da central se destaca na luta pelo direito a moradia desde o episódio das remoções para construção do teleférico no morro da providência.

Adílio Drummond, 27 anos morador da Pedra Lisa, região com maior índice de abandono, é um homem negro gay que apesar das adversidades pela qual passou, está construindo sua história diferente da realidade que sempre viveu.

Rosiete Marinho, 59 anos Fundadora da liga de blocos da região portuária, resgatou o primeiro bloco do bairro, coração das Meninas, atua como liderança comunitária desde a década de 90.

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