Inspirador 1.3
versão em alemão

Inspirador 1.3

Guia de sustentabilidade em gestão cultural, o Inspirador 1.3 continua mapeando iniciativas que servem como modelos para práticas criativas, inclusivas e sustentáveis, atualmente disponível em três idiomas: 


Sobre o programa

A formação e a reflexão sobre a gestão cultural são temas centrais do trabalho desenvolvido pelo Goethe-Institut no mundo. Além do MOOC - Managing the Arts, curso de formação online lançado em 2015 em parceria com a universidade de Lüneburg, na Alemanha, diversas iniciativas locais surgem para responder a demandas próprias ao contexto. Aprimorar e diversificar formas de gerir a cultura é fundamental para apreender um mundo em constante evolução.

Assim nasceu em 2015, na cidade de São Paulo o Inspirador: dá para fazer produção cultural de outro jeito.

Como os gestores culturais decidem por ações que irão impactar não só no sucesso do evento, mas no exemplo do comportamento que queremos ver no mundo? Como o trabalho dos gestores culturais influencia, no dia a dia da gestão cultural, as escolhas por ações mais sustentáveis? No Inspirador, você encontra dicas sistematizadas para inspirar: de montar um cronograma justo com a equipe a uma experiência interativa de comunicação com o público. De deixar um bicicletário como legado no espaço a propor uma ação que ensina a pedalar.

Após dois anos de existência, o Goethe-Institut sentiu a necessidade de levar as questões levantadas nesta primeira publicação para um âmbito internacional. Assim, surge uma segunda versão, traduzida para o inglês e com novas iniciativas inspiradoras: O Inspirador 1.2.: international guidelines for sustainable cultural management.

Agora em sua terceira versão, desta vez em alemão e lançada em 2018, a publicação novamente mapeou estratégias e ferramentas do ecossistema da produção cultural. Em Inspirador 1.3: Internationaler Leitfaden für ein nachhaltiges Kulturmanagement , além de cases inspiradores pelo mundo, há um foco especial em iniciativas bacanas realizadas na Alemanha, como o Café Botanico, que planta cerca de 200 espécies de planta para o consumo próprio em sua cozinha, ou a Leaf Republic, uma opção de pratos e talhes biodegradáveis, que se decompõem em 28 dias.

Sem a pretensão de ser um apanhado conclusivo, a publicação convida produtores, gestores, artistas e outros agentes da cultura a dar sequência ao processo de mapeamento de iniciativas que servem como modelos para práticas criativas, inclusivas e sustentáveis.