Os próximos passos
Ecos do Atlântico Sul irão reverberar, pelo menos, até 2020, segundo Julian Fuchs, responsável pela programação cultural no Goethe-Institut de São Paulo e na América do Sul.
“Gostaríamos de criar um projeto de financiamento para apoiar e acompanhar o que foi pensado e iniciado na Conferência, assim como novos projetos que possam ser sugeridos pelos participantes”, comenta Fuchs.
Os planos incluem ainda uma nova reunião intermediária em 2019 e um encontro final em 2020, que pode ser realizado no Senegal, durante a Bienal de Dakar. A ideia é que esses projetos tratem de temas que surgiram na discussão do Atlântico Sul e dêem continuidade a essas questões.
Isso deve acontecer por meio de fundos especiais da Alemanha e de outros países, que serão acionados pelo Instituto Goethe. Dessa forma, todos os projetos apresentados serão submetidos a júri externo. As propostas selecionadas podem durar um ano ou dois anos, pois a iniciativa vai até 2020.
“A Conferência foi feita para testar as águas e a relevância do tema Atlântico Sul. Agora temos certeza de que esse é um assunto muito relevante. O processo fez emergir muitos debates e discussões que precisam ser continuadas. São assuntos, tópicos e temas interessantes de serem trabalhos", afirma Fuchs. Segundo ele, até setembro, as especificidades da iniciativa já estarão definidas e os participantes serão contatados, para que o evento tenha continuidade.
por Iara Crepaldi
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