Indígena do povo Tupinambá e Pataxó hãhãhãe, jornalista, cineasta e ativista ambiental. No final de 2015, apresentou sua obra documental “Retomar para Existir”, para obtenção do grau de bacharela em Comunicação Social – Jornalismo. Trabalha como produtora local e assistente de produção, tendo exercido esta função nos filmes de longa-metragem “Uma Mulher, Uma Aldeia”, com produção da Inspirar Ideias e Ideais, e “Je Suis L’engrais de ma Terre”, documentário França/Brasil, com produção de Luis Miranda (Paris) e ANAI (Salvador). Escreve e edita para o blog paubrasilnoticias.com. Em 2018, concluiu seu primeiro longa, “Mulheres que Alimentam”, em que trabalhou na produção, roteiro, direção, edição e montagem. Em 2018, na “Mostra Amotara – Olhares das Mulheres Indígenas”, em Teixeira de Freitas (BA), foi artista convidada, palestrante e debatedora, além de realizadora de obra de audiovisual exibida na programação; e na “Mostra Paraguaçu de Cinema Indígena”, na terra indígena Caramuru, Pau Brasil (BA), foi produtora, curadora e realizadora de obra exibida na programação. Em 2019, foi uma das curadoras do “Festival de Cinema Indígena Cine Kurumin”, em sua 7ª edição, em Recife e Brasília. Em 2020, concluiu seu primeiro filme de ficção, “Kaapora – O chamado das Matas” e também o filme “Equilíbrio”, além de ter sido curadora do “Cabíria Festival – Mulheres & Audiovisual”.