Emo de Medeiros, que foi residente na residência Vila Sul do Goethe-Institut Salvador no início de 2019, faz parte da 21ª Bienal de Arte Contemporânea de São Paulo com a sua instalação Chromatics Movement I und Chromatics Movement II Para a instalação, ele programou um software que combina aleatoriamente os 200 substantivos ingleses mais comuns (com 3 a 5 letras) com adjetivos relacionados a cores, ilustrando assim a gênese do ressentimento racista através de algoritmos na era digital.
Julia Phillips, residente em 2017 na residência Vila Sul do Goethe-Institut Salvador, faz parte da exposição coletiva Feminist Histories: Artists after 2000 que mostra obras de 30 artistxs e coletivos que trabalham todxs de uma perspectiva feminista. A exposição ficará visível até 17 de novembro no MASP.
O escritor Paul Ingendaay, que participou 2017 na residência Vila Sul no Goethe-Institut, publicou recentemente seu novo livro: Königspark
A palavra é tanto o título do livro como também o nome informal do parque Casa de Campo em Madrid, um dos pontos cruciais da prostituição local. O leitor acompanha a protagonista Nuria que quer proteger as mulheres do parque de todos os tipos de violência. O romance foi publicado pela Piper Verlag no dia 01/03/2019.
KLAUS JANEK & MILENA KIPFMÜLLER: Novo ALBUM «PROSPECTING»
Sob o seu nome de dueto [SNDNG STTNS] Klaus Janek e Milena Kipfmüller, residentxs da Vila Sul no Goethe-Institut Salvador 2017, lançaram o novo álbum "Prospecting" pela editora almenrauschen. O lado A do álbum contém gravações da música brasileira tradicional e improvisada dos anos 70. O lado B apresenta o resultado de uma instalação em cooperação com os Goethe-Institut em Montreal e São Paulo.
KUDZANAI CHIURAI: EXPOSIÇÃO «I’VE GROWN ROSES IN THIS GARDEN OF MINE»
O artista zimbabuense Kudzanai Chiurai, que participou em 2017 na residência artística Vila Sul do Goethe-Institut Salvador, recentemente fez parte da exposição "I’ve grown roses in this garden of mine", que promove artistas de África e do Médio Oriente e questiona estruturas de poder pós-coloniais. O tríptico exposto por Kudzanai Chiurai mostra três diferentes transferências de propriedade dos escravos.
Nadine Siegert, residente no ano 2018, no momento ainda é subdiretora da Casa Iwalewa em Bayreuth. A partir de agosto vai a trabalhar no Goethe-Institut em Johanesburgo. Em conjunto com Raí Gandra e Helio Ronyvon de Rio de Janeiro apresentou o livro de fotografias «bixinho» na editora iwalewabooks: uma obra tanto carnal como política que celebra o amor, a diversidade e a liberdade.
As artistas brasileiras Ana Hupe, residente no ano 2018, Marina Camargo e Barbara Marcel, todas moradoras de Berlim, exploram no contexto da exibição Fire, Faísca, Funke, 2019 a gravitação da ideia de um centro. Partindo do hemisfério sul, a exibição questiona as relações de poder que se expressam através de cartografias, em monoculturas extensivas, em acervos coloniais de Berlim e sincretismo religioso de hoje.
Paz Ortúzar, residente no ano 2018, colabora na exibição «Soy las Estaciones» com Manuela Flores. Ponto de partida é o romance “As Ondas”, com base no qual a exibição investiga tempo, memória, movimento, o efémero, forças, controle e incontrolabilidade.
Valparaíso: El Internado, 20.07. – 27.07.19
ISAAC JULIEN: INSTALAÇÃO “LINA BO BOARDI – A MARVELLOUS ENTANGLEMENT”
Isaac Julien, residente no ano 2018, mostra na sua instalação que é constituída por nove telas e mostra os edifícios mais icônicos da arquiteta e designadora moderna Lina Bo Bardi (1914-1992).
London: Victoria Miro, 07.06.19 – 27.07.19
AKOSUA ADOMA OWUSU: CURTA-METRAGEM «PELOURINHO, THEY DON’T REALLY CARE ABOUT US»
Inspirada por uma carta escrita no ano 1927 por W.E.B Du Bois para a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil que trata da discriminação dos viajantes afro-americanos,Akosua Adoma Owusu, residente no ano 2018, rodou a curta-metragem «PELOURINHO, THEY DON’T REALLY CARE ABOUT US» (2019).
Com Jochen Volz e Valéria Piccoli como curadores, Grada Kilomba estreia sua primeira exibição individual «Desobediências poéticas». A exibição é fortemente política e dá uma voz às pessoas que foram silenciadas no decorrer da história.
Samy Ben Redjeb, residente no ano 2018, lançou um novo vinil na sua editora Analog Africa. Contem 19 faixas que foram compiladas por Samy Bem Redjeb e Carlos Xavier e que foram, em parte, gravadas na metade dos anos 70 em Belém.