Performance Laís Machado compartilha seus processos criativos no Fuxicos Futuros

Fuxicos Futuros 09/2018 © Juliana Rangel

Do, 06.09.2018

Teatro do Goethe-Institut/ICBA

Av. Sete de Setembro, 1809
40080-002 Salvador (Bahia)

Em “Me chame de Alárìnjó”, artista revela sua trajetória e pesquisa de maneira performativa
 
Alárìnjó feminista, pesquisadora, crítica, produtora, graduada pela Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia (ETUFBA), Laís Machado apresenta seus processos criativos no ato “Me chame de Alárìnjó”, dentro da 2ª temporada do projeto “Fuxicos Futuros”. O evento acontece no dia 6 de setembro (quinta-feira), às 19h, no Teatro do Goethe-Institut Salvador-Bahia, com entrada franca.
 
Laís vai compartilhar, de maneira performativa, a sua trajetória e pesquisa, em que a criação advém da presença enquanto entidade coletiva, horizontalidade nos processos, reflexão sobre o cruzamento ética, política e estética não eurocentradas, além da descolonização do olhar sobre o próprio trabalho. Um caminho que a fez construir para si uma nova identidade: a Alárìnjó.
 
A artista é membro-fundadora da ÀRÀKÁ – Plataforma de Criação em arte; ex-integrante do Teatro Base (2011-2017); e membro-fundadora da Revista Barril, onde atuou como colunista e designer (2016-2017). Desenvolve estudos sobre transe e fluxo como meio de produção de presenças e um estudo decolonial da cena experimental.
 
FUXICOS FUTUROS – Composto por mulheres artistas e intelectuais, negras, indígenas, trans, bi e lésbicas, o Coletivo Transdisciplinar Fuxicos Futuros reúne conhecimento não-hegemônico e define uma agenda própria, focada em si e em suas demandas políticas emergentes. O projeto-ação “Fuxicos Futuros” nasceu inspirado pela passagem de Grada Kilomba como residente do Programa de Residência Artística Vila Sul do Goethe-Institut Salvador-Bahia, no último bimestre de 2016. A artista portuguesa, cuja obra aborda questões de gênero, raça, trauma e memórias, realizou três conversas performáticas que mobilizaram centenas de pessoas, especialmente mulheres negras, que se fizeram mais presentes na rotina do instituto alemão. Kilomba ativou debates e efervesceu a necessidade de espaços que estejam abertos à intelectualidade e vivência dessas mulheres. Em seis edições mensais durante 2017, o “Fuxicos Futuros: Conversas no Pátio” se formatou como um ciclo de conversas protagonizadas por mulheres atuantes na Bahia. Entre trocas existenciais, políticas e artísticas, a iniciativa promoveu diálogos e a articulação da comunidade negra envolvida no debate da problemática racial e de gênero que atravessa a história da sociedade brasileira. Já a temporada 2018, iniciada no mês de maio, parte da exibição das construções intelectuais e criativas de integrantes do coletivo.
 
Fuxicos Futuros
“Me chame de Alárìnjó” – Processo Criativos de Laís Machado

Quando: 6 de setembro (quinta-feira), 19h
Onde: Teatro do Goethe-Institut Salvador-Bahia
(Av. Sete de Setembro, 1809, Corredor da Vitória)
Quanto: Gratuito

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