Cantabile
A Arte da Música de Câmara

Festival Cantabile 2017 © Goethe-Institut Portugal

Desde 2010, o Festival Cantabile – A Arte da Música de Câmara traz anualmente até Portugal um naipe de prestigiados intérpretes alemães.

A oitava edição do festival terá este ano lugar de 14 a 16 de setembro de 2017. Sob a direção artística de Diemut Poppen e em colaboração com a Fundação Calouste Gulbenkian, o Cantabile 2017 propõe três concertos em Lisboa e Sintra que oferecem uma viagem musical do barroco à música contemporânea.

data PROGRAMA
14.09.2017
21h00

 
CONCERTO 1 | OBRAS DE J. S. BACH, GIYA KANCHELI E J. BRAHMS
Fundação Calouste Gulbenkian
15.09.2017
21h30

 
CONCERTO 2 | OBRAS DE J. S. BACH
Palácio Nacional de Sintra
16.09.2017
21h00

 
CONCERTO 3 |  OBRAS DE W. A. MOZART E A. SCHÖNBERG
Museu do Dinheiro (Banco de Portugal)

Solistas do Festival Cantabile

Diemut Poppen, viola e direção artística

Reconhecida como uma das maiores violetistas do nosso tempo, Diemut Poppen estudou com Y. Bashmet, K. Kashkashian, B. Giuranna e o Quarteto Amadeus. Como solista e violetista de câmara, Poppen toca nas mais prestigiadas salas de concerto, sendo convidada para participar nos festivais de C. Abbado, A. Schiff, G. Kremer, T. Mork, L. Kavakos e N. Gutman.Como solista, Poppen colaborou com a orquestra de câmara Gustav-Mahler, a Nordwestdeutsche Philharmonie, Rundfunkorchester SR, a Orquestra Gulbenkian, a Armenian Philharmonic,  e o Chamber Orchestra of Europe com Heinz Holliger, Frans Brüggen e Claudio Abbado, Eduard Topchyan entre outros. Foi viola solo e membro fundador da Chamber Orchestra of Europe e da Lucerne Festival Orchestra. Galardoada com o “European Music Prize”, é atualmente professora em Lausanne, na Escola Superior de Música de Detmold, e na Escola de Música Reina Sofia em Madrid.

Com uma vasta experiência na direcção de festivais, Diemut Poppen é fundadora e diretora artística do Cantabile Festival (Lisboa) desde o seu início em 2010, e dos "Rigi Musiktage" (Suíça). O seu repertório, excecionalmente extenso, inclui todos os concertos clássicos para viola, bem como obras de música de câmara e de música contemporânea, contando com estreias de obras escritas para ela por compositores contemporâneos, como o concerto para viola de A. Pinho Vargas (2016).
Hansjörg Schellenberger, oboé e direçao musical

Ao longo da sua longa carreira internacional, Hansjörg Schellenberger tornou-se um nome respeitado como excelente oboé solista na Filarmónica de Berlim, e mais tarde como fundador de um ensemble de instrumentos de sopro. Hoje é um maestro com uma ampla experiência orquestral e um pedagogo profundamente dedicado, atualmente professor para oboé e música de câmara na Escuela de Musica Rainha Sofia, em Madrid.
Maria-Elisabeth Lott, violino

Maria-Elisabeth Lott é internacionalmente reconhecida como uma das melhores violinistas da sua geração. Iniciou a sua carreira em palco aos 10 anos, e, desde então, tocou com as orquestras mais prestigiadas e colaborou com maestros como F. Luisi, J. van Zweden, M. Venzago, J. Nelson, K. Petrenko, J. Nott e D. Harding, entre outros. Foi laureada com numerosos prémios e tocou para várias rádios e televisões na Europa, nos EUA e no Canadá. Atualmente, é professora na Escola Superior de Detmold.
 
Sebastian Klinger, violoncelo

Sebastian Klinger, natural de Munique, mas criado em Espanha, é um dos mundialmente mais destacados violoncelistas e músicos de câmara da sua geração. Na sua juventude, foi por diversas vezes premiado em competições. Hoje em dia, Klinger toca como solista e em conjuntos de música de câmara de topo. Já foi laureado com o “Diapason d’Or” e gravou para os OehmsClassics, a Sony BMG e a Deutsche Grammophon. Klinger é professor na Escola Superior de Música de Hamburgo.