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Schöne Aussichten© Goethe-Institut

Terravista

Como é a vida urbana? O que faz mexer as nossas cidades?
No projeto Terravista, colaboradores do Goethe-Institut apresentam mensalmente pequenas galerias de imagens com impressões da vida em diversas cidades de Portugal, Espanha, França, Itália, Bélgica e Alemanha. 


No cemitério

  • <b>Cemitério dos Prazeres (Lisboa, Portugal)</b><br><br>Um dos cemitérios mais famosos de Lisboa, morada final para aristocratas, políticos, heróis militares, escritores, músicos e atores, o Cemitério dos Prazeres em Lisboa é constituído quase exclusivamente por jazigos particulares, altamente decorados em estilo Romântico, que deixam transparecer a mestria de arquitetos e escultores desde o século XIX e até aos dias de hoje. Possuindo o maior mausoléu privado da Europa, é atualmente não só um local de culto, mas também um chamariz para todos os que desejam descobrir a arte portuguesa. Foto: Goethe-Institut / Teresa Laranjeiro
    Cemitério dos Prazeres (Lisboa, Portugal)

    Um dos cemitérios mais famosos de Lisboa, morada final para aristocratas, políticos, heróis militares, escritores, músicos e atores, o Cemitério dos Prazeres em Lisboa é constituído quase exclusivamente por jazigos particulares, altamente decorados em estilo Romântico, que deixam transparecer a mestria de arquitetos e escultores desde o século XIX e até aos dias de hoje. Possuindo o maior mausoléu privado da Europa, é atualmente não só um local de culto, mas também um chamariz para todos os que desejam descobrir a arte portuguesa.
  • <b>"Père Lachaise": o cemitério de Laken (Bruxelas, Bélgica)</b><br><br>O cemitério de Laken, em Bruxelas, é conhecido por "Père Lachaise”. A Notre-Dame de Laken e os edifícios circundantes, bem como a sua longa história, fazem coom que este imponente cemitério de Bruxelas seja considerado um museu a céu aberto. Este é também o cemitério mais antigo ainda em funcionamento em toda a região. Muitas personalidades relevantes que moldaram a história da Bélgica foram aqui aqui enterradas, como por exemplo o último presidente da câmara de Laken, Émile Bockstael. © Annika Duin I Goethe-Institut Brüssel
    "Père Lachaise": o cemitério de Laken (Bruxelas, Bélgica)

    O cemitério de Laken, em Bruxelas, é conhecido por "Père Lachaise”. A Notre-Dame de Laken e os edifícios circundantes, bem como a sua longa história, fazem coom que este imponente cemitério de Bruxelas seja considerado um museu a céu aberto. Este é também o cemitério mais antigo ainda em funcionamento em toda a região. Muitas personalidades relevantes que moldaram a história da Bélgica foram aqui aqui enterradas, como por exemplo o último presidente da câmara de Laken, Émile Bockstael.
  • <b>Morada final em Alcarria (Utande, Espanha)</b><br><br>Túmulos de granito ou mármore com crucifixos e flores de plástico, cercados por um muro, nos arredores da aldeia. Os apelidos nas lápides repetem-se. Este é o cenário típico na maioria dos 3.800 municípios espanhóis com menos de 500 habitantes. Em Utande vivem ainda 35 pessoas, na sua maioria idosos. E é também a este cemitério que regressam alguns dos antigos filhos da terra, encontrando o repouso final nos vales que cruzam o planalto de Alcarria. Foto: Daniel Tonero © Goethe-Institut Madrid
    Morada final em Alcarria (Utande, Espanha)

    Túmulos de granito ou mármore com crucifixos e flores de plástico, cercados por um muro, nos arredores da aldeia. Os apelidos nas lápides repetem-se. Este é o cenário típico na maioria dos 3.800 municípios espanhóis com menos de 500 habitantes. Em Utande vivem ainda 35 pessoas, na sua maioria idosos. E é também a este cemitério que regressam alguns dos antigos filhos da terra, encontrando o repouso final nos vales que cruzam o planalto de Alcarria.
  • <b>Cemitério de Passy (Paris, França)</b><br><br>Entrar no Cemitério de Passy é como entrar noutro mundo: o trânsito e a agitação turística desaparecem, dando lugar à contemplação das sepulturas parisienses, tão diferentes das alemãs. Após a sua abertura em 1820, o cemitério de Passy rapidamente se transformou no cemitério da aristocracia devido à sua proximidade aos Campos Elísios e à sua localização num dos mais prestigiados bairros residenciais. Num passeio pelo cemitério, podemos descobrir nas campas nomes de artistas e celebridades que encontraram o seu descanso final à sombra da Torre Eiffel, que se projeta do outro lado do rio Sena. Goethe-Institut Frankreich
    Cemitério de Passy (Paris, França)

    Entrar no Cemitério de Passy é como entrar noutro mundo: o trânsito e a agitação turística desaparecem, dando lugar à contemplação das sepulturas parisienses, tão diferentes das alemãs. Após a sua abertura em 1820, o cemitério de Passy rapidamente se transformou no cemitério da aristocracia devido à sua proximidade aos Campos Elísios e à sua localização num dos mais prestigiados bairros residenciais. Num passeio pelo cemitério, podemos descobrir nas campas nomes de artistas e celebridades que encontraram o seu descanso final à sombra da Torre Eiffel, que se projeta do outro lado do rio Sena.

No metro

  • <b>Pop art na estação Oriente (Lisboa, Portugal)</b><br><br>A arte tradicional portuguesa da azulejaria em versão pop art. Para a decoração da estação inaugurada por ocasião da exposição mundial de 1998 foram escolhidos artistas dos cinco continentes, que criaram desenhos dedicados aos oceanos. O islandês Erró escolheu como motivo os mitos e as lendas do mar, adaptando-os à banda desenhada. Os azulejos foram executados pela histórica Fábrica Viúva Lamego. Foto: Goethe-Institut / Teresa Laranjeiro
    Pop art na estação Oriente (Lisboa, Portugal)

    A arte tradicional portuguesa da azulejaria em versão pop art. Para a decoração da estação inaugurada por ocasião da exposição mundial de 1998 foram escolhidos artistas dos cinco continentes, que criaram desenhos dedicados aos oceanos. O islandês Erró escolheu como motivo os mitos e as lendas do mar, adaptando-os à banda desenhada. Os azulejos foram executados pela histórica Fábrica Viúva Lamego.
  • <b>Stephan Vanfleteren – Moda no metro, 2009 (Bruxelas, Bélgica)</b><br><br>Estação Gare de l'Ouest, Molenbeek-Saint-Jean, Bruxelas. Por fora a estação não parece ter nada de especial, mas quando chegamos ao túnel em direcção a Bekkant, deparamo-nos com fotografias do renomado fotógrafo Stephan Vanfleteren. Nestas fotografias vemos 13 pessoas regulares vestidas com roupas e adereços fornecidos por famosas casas de moda belgas. Esta exposição pretende ilustrar o cosmopolitismo de Bruxelas. Foto: Goethe-Institut Brüssel / Annika Duin
    Stephan Vanfleteren – Moda no metro, 2009 (Bruxelas, Bélgica)

    Estação Gare de l'Ouest, Molenbeek-Saint-Jean, Bruxelas. Por fora a estação não parece ter nada de especial, mas quando chegamos ao túnel em direcção a Bekkant, deparamo-nos com fotografias do renomado fotógrafo Stephan Vanfleteren. Nestas fotografias vemos 13 pessoas regulares vestidas com roupas e adereços fornecidos por famosas casas de moda belgas. Esta exposição pretende ilustrar o cosmopolitismo de Bruxelas.
  • <b>Arte no metro (Roma, Itália)</b><br><br>Mosaicos coloridos com motivos abstratos dão vida aos corredores do mais antigo metro italiano, a Linha B em Roma. As obras de arte estão presentes não só nas estações do centro histórico, mas também nas dos subúrbios, por onde os passageiros sobem e descem apressados as escadas rolantes a caminho do trabalho. Nesta foto vemos um painel de mosaicos criado por Enrico Della Torre que se encontra na estação de Monti Tiburtini. © Goethe-Institut Italien / Foto (detalhe): Claudia Giusto
    Arte no metro (Roma, Itália)

    Mosaicos coloridos com motivos abstratos dão vida aos corredores do mais antigo metro italiano, a Linha B em Roma. As obras de arte estão presentes não só nas estações do centro histórico, mas também nas dos subúrbios, por onde os passageiros sobem e descem apressados as escadas rolantes a caminho do trabalho. Nesta foto vemos um painel de mosaicos criado por Enrico Della Torre que se encontra na estação de Monti Tiburtini.
  • <b>Arts et Métiers (Paris, França)</b><br><br>Ao entrar na estação de metro Arts et Métiers é como se entrássemos na engranagem de uma fábrica de máquinas. Na barriga deste misterioso "Nautilus", uma fantasia de Júlio Verne trazida à vida, o visitante espera pela linha 11 do metro entre onze vigias de latão. Em 1994, o artista belga François Schuiten concebeu esta estação de metro única, com paredes decoradas a latão, para assinalar o 200º aniversário do Museu do Comércio Arts et Métiers. A abóbada em forma de submarino transporta os visitantes para um universo técnico-industrial de tempos idos e lembra o museu que se encontra por cima. Attention au départ! – 200.000 milhas sob o mar... © Goethe-Institut, Foto: Cynthia Gruschke
    Arts et Métiers (Paris, França)

    Ao entrar na estação de metro Arts et Métiers é como se entrássemos na engranagem de uma fábrica de máquinas. Na barriga deste misterioso "Nautilus", uma fantasia de Júlio Verne trazida à vida, o visitante espera pela linha 11 do metro entre onze vigias de latão. Em 1994, o artista belga François Schuiten concebeu esta estação de metro única, com paredes decoradas a latão, para assinalar o 200º aniversário do Museu do Comércio Arts et Métiers. A abóbada em forma de submarino transporta os visitantes para um universo técnico-industrial de tempos idos e lembra o museu que se encontra por cima. Attention au départ! – 200.000 milhas sob o mar...
  • Há 100 anos a circular pela esquerda (Madrid, Espanha) Foto: Daniel Tornero Rojo © Goethe-Institut Madrid
    Há 100 anos a circular pela esquerda (Madrid, Espanha)

    O facto de se poder ver o chão do metro de Madrid é uma exceção. Durante as horas de ponta o metro está geralmente tão cheio, que as pessoas se acotovelam para conseguir entrar nas carruagens. E muitas vezes os 657,2 milhões de passageiros têm de deixar passar um ou dois comboios porque os mesmos estão totalmente cheios. O Metro de Madrid celebra este ano o seu centésimo aniversário, e para celebrar deixamos aqui uma curiosidade: os comboios das linhas de Madrid circulam pela esquerda.
  • <b>Estação de metro e comboio Marienplatz (Munique, Alemanha)</b><br><br>Os turistas descem na estação Marienplatz em Munique para chegar à Frauenkirche ou ao edifício da Câmara Municipal. Pode não parecer, mas esta estação subterrânea, com os seus azulejos cor-de-laranja, também tem algum charme. Ou, pelo menos, é altamente identificável, surgindo nos locais mais inesperados, como por exemplo no videoclipe da música "Four Out Of Five" da banda britânica Arctic Monkeys. Neste videoclipe vemos o cantor Alex Turner a passar nos túneis. Foto (detalhe): Goethe-Institut © Jörn Müller
    Estação de metro e comboio Marienplatz (Munique, Alemanha)

    Os turistas descem na estação Marienplatz em Munique para chegar à Frauenkirche ou ao edifício da Câmara Municipal. Pode não parecer, mas esta estação subterrânea, com os seus azulejos cor-de-laranja, também tem algum charme. Ou, pelo menos, é altamente identificável, surgindo nos locais mais inesperados, como por exemplo no videoclipe da música "Four Out Of Five" da banda britânica Arctic Monkeys. Neste videoclipe vemos o cantor Alex Turner a passar nos túneis.

No museu

  • <b>MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (Lisboa, Portugal)</b><br><br>Quando se trata de museus em Lisboa, o novo museu de arte contemporânea é paragem obrigatória. Inaugurado em 2016, este museu não só apresenta algumas das mais importantes exposições internacionais, como também se destaca pelo seu design futurista, que ainda assim se integra de forma perfeita numa das zonas mais históricas da cidade. Graças à sua estreita ligação ao rio Tejo, o espaço é um dos sítios preferidos dos lisboetas para fazer exercício físico, passear e trabalhar. Foto: Goethe-Institut / Teresa Laranjeiro
    MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (Lisboa, Portugal)

    Quando se trata de museus em Lisboa, o novo museu de arte contemporânea é paragem obrigatória. Inaugurado em 2016, este museu não só apresenta algumas das mais importantes exposições internacionais, como também se destaca pelo seu design futurista, que ainda assim se integra de forma perfeita numa das zonas mais históricas da cidade. Graças à sua estreita ligação ao rio Tejo, o espaço é um dos sítios preferidos dos lisboetas para fazer exercício físico, passear e trabalhar.
  • <b>Metrólope da arte - Musée d’art moderne de la Ville de Paris (Paris, França)</b><br><br>Design, pintura, cinema e fotografia, escultura... Na Colina de Chaillot, perto da Torre Eiffel, na ala leste do Palácio de Tóquio, encontramos a arte moderna. Inaugurado em 1961, o Museu de Arte Moderna dedica a sua exposição permanente às maiores obras de arte do século passado, mas não esquece as instalações de arte contemporânea. Enquanto museu em que as tendências sociais são reflectidas e questionadas criticamente, o espaço expositivo transforma-se num espaço de reflexão e num lugar de encontro. Foto: Goethe-Institut / Cynthia Gruschke
    Metrólope da arte - Musée d’art moderne de la Ville de Paris (Paris, França)

    Design, pintura, cinema e fotografia, escultura... Na Colina de Chaillot, perto da Torre Eiffel, na ala leste do Palácio de Tóquio, encontramos a arte moderna. Inaugurado em 1961, o Museu de Arte Moderna dedica a sua exposição permanente às maiores obras de arte do século passado, mas não esquece as instalações de arte contemporânea. Enquanto museu em que as tendências sociais são reflectidas e questionadas criticamente, o espaço expositivo transforma-se num espaço de reflexão e num lugar de encontro.
  • <b>Arte moderna no Raval (Barcelona, Espanha)</b><br><br> No CCCB – Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona, a exposição "Feminismos! explora continuidades e rupturas entre as feministas de hoje e as ideias feministas dos anos 70. Isto também inclui o trabalho de Mireia Sallarès “The Small Deaths”, um estudo social baseado multimédia sobre luxúria, violência, dor e morte, que se foca no orgasmo feminino. Foto: Goethe-Institut / Paula Haentjes, Nadine Scharpf, Sabrina Wagenbüchler
    Arte moderna no Raval (Barcelona, Espanha)

    No CCCB – Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona, a exposição "Feminismos! explora continuidades e rupturas entre as feministas de hoje e as ideias feministas dos anos 70. Isto também inclui o trabalho de Mireia Sallarès “The Small Deaths”, um estudo social baseado multimédia sobre luxúria, violência, dor e morte, que se foca no orgasmo feminino.
  • <b>Macro Asilo no MACRO – Museu de Arte Moderna (Roma, Itália)</b><br><br> MACRO, o Museu de Arte Moderna de Roma, fica próximo do Goethe-Institut. O mais recente projeto em exposição no museu intitula-se <i>Macro Asilo</i>. No âmbito deste projeto, e durante os próximos 15 meses, 300 artistas de todo o mundo irão trabalhar no museu e organizar performances. Para que todos possam aproveitar ao máximo o projeto, o Museu terá entrada gratuita, dando assim aos visitantes a possibilidade de verem os artistas a trabalhar durante todo o dia. © Goethe-Institut / Foto (detalhe): Sarah Wollberg
    Macro Asilo no MACRO – Museu de Arte Moderna (Roma, Itália)

    MACRO, o Museu de Arte Moderna de Roma, fica próximo do Goethe-Institut. O mais recente projeto em exposição no museu intitula-se Macro Asilo. No âmbito deste projeto, e durante os próximos 15 meses, 300 artistas de todo o mundo irão trabalhar no museu e organizar performances. Para que todos possam aproveitar ao máximo o projeto, o Museu terá entrada gratuita, dando assim aos visitantes a possibilidade de verem os artistas a trabalhar durante todo o dia.
  • <b>Museu Magritte (Bruxelas, Bélgica)</b><br><br>“There is no choice: there is no art without life.“ – René Magritte<br>O Museu Magritte, que abriu em 2009 na capital belga, faz parte dos Museus Reais de Belas Artes e abriga 230 obras do famoso artista René Magritte. Entre estas obras encontra-se “Portrait with an Owl”, do artista Nicolas Party , em exposição desde 2018. © Nicolas PARTY – Portrait with an Owl, 2018 | Installation view in Magritte Museum, Brussels | Pastel on paper, 110x180cm | Courtesy Xavier Hufkens, Brussels.
    Museu Magritte (Bruxelas, Bélgica)

    “There is no choice: there is no art without life.“ – René Magritte
    O Museu Magritte, que abriu em 2009 na capital belga, faz parte dos Museus Reais de Belas Artes e abriga 230 obras do famoso artista René Magritte. Entre estas obras encontra-se “Portrait with an Owl”, do artista Nicolas Party , em exposição desde 2018.
  • Quarteirão dos Museus Foto (detalhe): © Regine Hader
    Alte Pinakothek e Pinakothek der Moderne (Munique, Alemanha)

    Os habitantes de Munique preferem ir aos museus aos domingos, quando muitas das galerias de arte estatais têm bilhetes a apenas um euro. E quem quiser, pode visitar vários museus numa só tarde: a separar a Alte Pinakothek (com obras até ao século XVIII), a Pinakothek der Moderne (com arte moderna) e o Museu Brandhorst há apenas um relvado, onde quase parece ter aterrado um OVNI. Mas não é preciso ter receio, pois a “nave espacial” colocada no relvado é, apenas, a Futuro Haus, uma criação do arquiteto finlandês Matti Suuronen, que faz parte da coleção do museu de arte moderna.

Street Art

  • <b>Lendas musicais (Amadora, Portugal)</b><br><br>Na última década, os grandes painéis pintados nas fachadas de edifícios tornaram-se imagem de marca da Área Metropolitana de Lisboa. Com a colaboração de artistas de todo o mundo, o que começou por ser considerado um crime é hoje visto como uma forma de arte e como parte integral da malha urbana. Em Lisboa ou nas cidades circundantes, estas galerias de arte a céu aberto dão um colorido especial aos edifícios e permitem homenagear vultos da história e da cultura portuguesa, como é o caso das imagens de dois dos maiores ícones da música portuguesa, Carlos Paredes e Amália, pintadas pelo artista Odeith. Foto: Goethe-Institut / Teresa Laranjeiro
    Lendas musicais (Amadora, Portugal)

    Na última década, os grandes painéis pintados nas fachadas de edifícios tornaram-se imagem de marca da Área Metropolitana de Lisboa. Com a colaboração de artistas de todo o mundo, o que começou por ser considerado um crime é hoje visto como uma forma de arte e como parte integral da malha urbana. Em Lisboa ou nas cidades circundantes, estas galerias de arte a céu aberto dão um colorido especial aos edifícios e permitem homenagear vultos da história e da cultura portuguesa, como é o caso das imagens de dois dos maiores ícones da música portuguesa, Carlos Paredes e Amália, pintadas pelo artista Odeith.
  • <b>Fachada do bar Bodegas Lo Máximo (Madrid, Espanha)</b><br><br> “Lavapiés não desiste” é o título de uma intervenção do artista britânico Ben Vine criada durante o festival C.A.L.L., no âmbito do projeto “Analogue Resistance”E. Na fachada do famoso bar Bodegas Lo Máximo, Ben Vine retrata três habitantes do bairro em fotografia 3D. A vida quotidiana destes três habitantes está intimamente ligada ao bar, e o seu futuro no bairro de Lavapiés, tal como o de muitos moradores, é incerto. O bar terá de fechar no final de 2019, pois o fundo de investimento que comprou o edifício não renovou a contrato de arrendamento. O mural é assim uma crítica à gentrificação e, ao mesmo tempo, uma homenagem às pessoas que deram vida a este bairro. Foto: Daniel Tornero Rojo © Goethe-Institut Madrid
    Fachada do bar Bodegas Lo Máximo (Madrid, Espanha)

    “Lavapiés não desiste” é o título de uma intervenção do artista britânico Ben Vine criada durante o festival C.A.L.L., no âmbito do projeto “Analogue Resistance”. Na fachada do famoso bar Bodegas Lo Máximo, Ben Vine retrata três habitantes do bairro em fotografia 3D. A vida quotidiana destes três habitantes está intimamente ligada ao bar, e o seu futuro no bairro de Lavapiés, tal como o de muitos moradores, é incerto. O bar terá de fechar no final de 2019, pois o fundo de investimento que comprou o edifício não renovou a contrato de arrendamento. O mural é assim uma crítica à gentrificação e, ao mesmo tempo, uma homenagem às pessoas que deram vida a este bairro.
  • <b>Febre das bicicletas (Bruxelas, Bélgica)</b><br><br>Bruxelas é o palco das duas primeiras etapas da Volta à França em bicicleta 2019, e isso reflete-se também na paisagem urbana, como no caso da nova pintura mural da artista “Lesay, que podem descobrir numa parede do Institut des Arts et Métiers da capital belga. Este mural homenageia Eddy Merckx, vencedora do Tour de France há 50 anos, e as múltiplas vitórias da tetracampeã mundial Yvonne Reynders, que nasceu no distrito de Schaarbeek, em Bruxelas. © Foto: Benjamin Panten, Goethe-Institut Belgien
    Febre das bicicletas (Bruxelas, Bélgica)

    Bruxelas é o palco das duas primeiras etapas da Volta à França em bicicleta 2019, e isso reflete-se também na paisagem urbana, como no caso da nova pintura mural da artista “Lesay", que podem descobrir numa parede do Institut des Arts et Métiers da capital belga. Este mural homenageia Eddy Merckx, vencedora do Tour de France há 50 anos, e as múltiplas vitórias da tetracampeã mundial Yvonne Reynders, que nasceu no distrito de Schaarbeek, em Bruxelas.
  • <b>Belleville (Paris, França)</b><br><br> Paris tem muito a oferecer quando se trata de arte de rua, e em especial no bairro de Belleville, onde os amantes da arte urbana devem manter os seus olhos abertos para conseguir identificar todas as fachadas, paredes ou até mesmo persianas decoradas com graffiti artístico. E para quem quiser ficar a conhecer a história por detrás destas obras de arte, pode também participar nas visitas guiadas a este bairro, que é uma espécie de museu ao ar livre. © Goethe-Institut Frankreich, Foto: Cynthia Gruschke
    Belleville (Paris, França)

    Paris tem muito a oferecer quando se trata de arte de rua, e em especial no bairro de Belleville, onde os amantes da arte urbana devem manter os seus olhos abertos para conseguir identificar todas as fachadas, paredes ou até mesmo persianas decoradas com graffiti artístico. E para quem quiser ficar a conhecer a história por detrás destas obras de arte, pode também participar nas visitas guiadas a este bairro, que é uma espécie de museu ao ar livre.
  • <b>Street-Art contra a poluição (Roma, Itália)</b><br><br><i>Hunting Pollution</i> é o maior mural da Europa. Esta obra, criada em 2018 pela artista plástica Iena Cruz, tem a particulariedade de ter sido pintada com a tinta Airlite, que purifica o ar poluído num processo semelhante à fotossíntese. Este mural consegue assim fazer um trabalho equivalente a 30 árvores. © Goethe-Institut Italien / Foto (detalhe): Sarah Wollberg
    Street-Art contra a poluição (Roma, Itália)

    Hunting Pollution é o maior mural da Europa. Esta obra, criada em 2018 pela artista plástica Iena Cruz, tem a particulariedade de ter sido pintada com a tinta Airlite, que purifica o ar poluído num processo semelhante à fotossíntese. Este mural consegue assim fazer um trabalho equivalente a 30 árvores.
  • <b>A East Side Gallery (Berlim, Alemanha)</b><br><br>A arte urbana existe um pouco por toda a Alemanha, mas com especial incidência em Berlim, nomeadamente na famosa East Side Gallery. Após a queda do Muro de Berlim, mais de cem artistas de todo o mundo desenharam numa secção do Muro compreendida entre Ostbahnhof e Oberbaumbrücke. Em 2009, a galeria pública foi totalmente renovada. Mas a a arte urbana, efémera por natureza, também tem os seus inimigos, tendo de resistir a danos causados por condições climatéricas adversas, por vandalismo ou por obras. Nesta foto podemos ver um pouco do trabalho do artista Schamil Gimajew nesta galeria. Foto (Ausschnitt): Dieter Palm © dpa/picture alliance/ZB
    A East Side Gallery (Berlim, Alemanha)

    A arte urbana existe um pouco por toda a Alemanha, mas com especial incidência em Berlim, nomeadamente na famosa East Side Gallery. Após a queda do Muro de Berlim, mais de cem artistas de todo o mundo desenharam numa secção do Muro compreendida entre Ostbahnhof e Oberbaumbrücke. Em 2009, a galeria pública foi totalmente renovada. Mas a a arte urbana, efémera por natureza, também tem os seus inimigos, tendo de resistir a danos causados por condições climatéricas adversas, por vandalismo ou por obras. Nesta foto podemos ver um pouco do trabalho do artista Schamil Gimajew nesta galeria.

Pequeno-almoço em

  • Tortilha e croissant na frigideira (Madrid, Espanha) Foto: Daniel Tornero Rojo © Goethe-Institut Madrid
    Tortilha e croissant na frigideira (Madrid, Espanha)

    Em Espanha, o pequeno-almoço tradicional não é muito variado. No entanto, os clássicos continuam a ser muito populares: uma torrada com manteiga e doce, pão com tomate e azeite, um pedaço de tortilha ou até mesmo o famoso "Cruasán a la plancha": um croissant na frigideira com manteiga e doce, acompanhado por um leite com café ou sumo de laranja. Já as crianças, muitas vezes comem apenas umas bolachas e um copo de leite ou leite com chocolate. Bom proveito!
  • Café e torrada (Lisboa, Portugal) Foto: Goethe-Institut / Teresa Laranjeiro
    Café e torrada (Lisboa, Portugal)

    Em terra de muita (e boa) comida, o pequeno-almoço português é a refeição mais simples do dia. Uma torrada bem feita, acompanhada por um galão a escaldar ou por uma simples bica ao balcão num dos muitos cafés de esquina, por aqui a tradição ainda é o que era. O importante para o pequeno-almoço é a rapidez, e isso constata-se quando se passa de manhã pelos cafés tradicionais, onde os empregados não têm mãos a medir com tantos pedidos.
  • <b>Pequeno-almoço no café (Roma, Itália)</b><br><br>Cappuccino, sumo de laranja acabado de fazer e, a acompanhar, um „Maritozzo“ (pão doce com natas): é assim um irresistível pequeno-almoço num café de Roma. A melhor forma de começar o dia. © Goethe-Institut Italien / Foto (detalhe): Sarah Wollberg
    Pequeno-almoço no café (Roma, Itália)

    Cappuccino, sumo de laranja acabado de fazer e, a acompanhar, um „Maritozzo“ (pão doce com natas): é assim um irresistível pequeno-almoço num café de Roma. A melhor forma de começar o dia.
  • Pequeno-almoço para levar (Bruxelas, Bélgica) © Foto: Judith Neuman, Goethe-Institut Belgien
    Pequeno-almoço para levar (Bruxelas, Bélgica)

    No animado bairro europeu de Bruxelas, não há muito tempo para tomar um bom pequeno-almoço, e por isso a expressão mais ouvida é “para levar, por favor”. E em que consiste o pedido? Geralmente, um folhado de maçã ou um donut, acompanhados por um café longo. Com as doces iguarias de maçã ou de compota na mão, depois é só procurar um local tranquilo no parque para comer e assim começar bem o dia.
  • Pequeno-almoço em Paris, França © Goethe-Institut, Foto: Cynthia Gruschke
    Um café em Paris (Paris, França)

    Bom dia, Paris! Em quase todas as esquinas de Paris encontram-se pequenos cafés muito animados que dão um colorido especial à cidade. E de manhã, estes cafés estão cheios de parisienses, que aí tomam o seu pequeno-almoço típico: um café expresso, bem forte, acompanhado por um suculento croissant folhado ou um doce Pain au chocolat.
  • Salsichas, cerveja e mostarda (Baviera, Alemanha) Foto (detalhe): HLPHOTO © picture alliance/Shotshop
    Salsichas, cerveja e mostarda (Baviera, Alemanha)

    Na Alemanha, as pessoas gostam de um pequeno-almoço longo. E encontra-se um pouco de tudo na mesa: da comida mais saudável aos doces mais irresistíveis. Na Baviera, o Weißwurstfrühstück (traduzindo à letra: pequeno-almoço com salsicha de vitela), é o que mais se destaca: duas ou três salsichas escaldadas, acompanhados por bretzel acabadinhos de sair do formo e um pouco de mostrada doce. Tudo acompanhado, claro por uma boa cerveja de trigo da Baviera – razão pela qual o pequeno-almoço Weißwurst é, em grande parte, reservado para os domingos, feriados ou ocasiões festivas. E atenção: este pequeno-almoço deve ser consumido antes do meio-dia, porque segundo diz a tradição, a salsicha Weißwurst não deve ouvir o toque dos sinos da igreja ao meio dia. Se quiserem experimentar, aqui fica uma dica: as salsichas não podem ser comidas com garfo e faca, devendo ser sugadas diretamente da pele.

Dos telhados de

  •  <b>Quartel do Carmo (Lisboa, Portugal)</b><br> <br>Na cidade das muitas colinas, a vista dos telhados permite descobrir os momentos que marcaram a história da capital portuguesa ao longo dos séculos. Ao longe, na colina do Castelo, ergue-se imponente desde o século XI o Castelo de São Jorge, último reduto de defesa da cidade. Mais abaixo, um emaranhado de ruazinhas estreitas e casas encavalitadas permite vislumbrar a antiga cidade mourisca que sobreviveu ao terramoto de 1775. E finalmente, das ruínas desta Lisboa medieval, renasceu a Baixa, uma zona redesenhada com o rigor da traça geométrica e que continua a ser o centro comercial ao ar livre. Foto: Goethe-Institut / Teresa Laranjeiro
    Quartel do Carmo (Lisboa, Portugal)

    Na cidade das muitas colinas, a vista dos telhados permite descobrir os momentos que marcaram a história da capital portuguesa ao longo dos séculos. Ao longe, na colina do Castelo, ergue-se imponente desde o século XI o Castelo de São Jorge, último reduto de defesa da cidade. Mais abaixo, um emaranhado de ruazinhas estreitas e casas encavalitadas permite vislumbrar a antiga cidade mourisca que sobreviveu ao terramoto de 1775. E finalmente, das ruínas desta Lisboa medieval, renasceu a Baixa, uma zona redesenhada com o rigor da traça geométrica e que continua a ser o centro comercial ao ar livre.
  • <b>Goethe-Institut Paris (Paris, França)</b><br> <br> Parece difícil de acreditar, mas é verdade: esta é a vista da varanda do quarto andar do edifício do Goethe-Institut em Paris, na rua Iéna. A vista da Torre Eiffel, sobrevoando os telhados de Paris, faz om que muitos corações batam mais rápido, mas os telhados de zinco cinzento azulados ao estilo "haussmannien", que domina a paisagem de Paris desde meados do século XIX, também cativam, dando à cidade das luzes o seu charme inconfundível. Foto: Goethe-Institut / Cynthia Gruschke
    Goethe-Institut Paris (Paris, França)

    Parece difícil de acreditar, mas é verdade: esta é a vista da varanda do quarto andar do edifício do Goethe-Institut em Paris, na rua Iéna. A vista da Torre Eiffel, sobrevoando os telhados de Paris, faz om que muitos corações batam mais rápido, mas os telhados de zinco cinzento azulados ao estilo "haussmannien", que domina a paisagem de Paris desde meados do século XIX, também cativam, dando à cidade das luzes o seu charme inconfundível.
  • <b>Praça da Elbphilharmonie (Hamburgo, Alemanha) </b><br> <br>Música de um lado, vista do porto do outro – a praça da Elbphilharmonie (Filarmónica do Elba), em Hamburgo, é a praça pública mais alta do norte da Alemanha. Desta praça é possível ver não só o centro da cidade de Hamburgo, mas também o bairro de Hafencity, o Norderelbe e o porto. A "Elphi" é o novo marco da cidade, e vale a pena vê-la por dentro também. O porto é o coração da cidade de Hamburgo, e como um dos maiores portos marítimos e portos de contentores da Europa, é um componente elementar da identidade da cidade. E esta é uma razão mais do que suficiente para, em 2019, se celebrar em grande o seu 830.° aniversário. Foto (detalhe): picture alliance/Bildagentur-online/Schickert
    Praça da Elbphilharmonie (Hamburgo, Alemanha)

    Música de um lado, vista do porto do outro – a praça da Elbphilharmonie (Filarmónica do Elba), em Hamburgo, é a praça pública mais alta do norte da Alemanha. Desta praça é possível ver não só o centro da cidade de Hamburgo, mas também o bairro de Hafencity, o Norderelbe e o porto. A "Elphi" é o novo marco da cidade, e vale a pena vê-la por dentro também. O porto é o coração da cidade de Hamburgo, e como um dos maiores portos marítimos e portos de contentores da Europa, é um componente elementar da identidade da cidade. E esta é uma razão mais do que suficiente para, em 2019, se celebrar em grande o seu 830.° aniversário.
  • <b>Trastevere (Roma, Itália)</b><br><br>A vista sobre os telhados de Trastevere estende-se até à torre da igreja de Santa Maria em Trastevere, a mais antiga igreja de Nossa Senhora de Roma. Este caraterístico e animado bairro romano é muitas vezes o local de produções cinematográficas italianas e internacionais. Foto (detalhe): Goethe-Institut / Sarah Wollberg
    Trastevere (Roma, Itália)

    A vista sobre os telhados de Trastevere estende-se até à torre da igreja de Santa Maria em Trastevere, a mais antiga igreja de Nossa Senhora de Roma. Este caraterístico e animado bairro romano é muitas vezes o local de produções cinematográficas italianas e internacionais.
  • <b>Vista sobre a Plaza de Oriente (Madrid, Espanha) </b><br><br> O que se passa durante a noite no Palácio Real? Os residentes da Plaza der Oriente têm de lutar todos os dias contra hordas de turistas, mas desfrutam de uma vista privilegiada. À esquerda do palácio, vê-se a Catedral de Almudena e, durante o dia, quando o tempo está bom, a vista estende-se até às montanhas. Foto: Daniel Tornero Rojo
    Vista sobre a Plaza de Oriente (Madrid, Espanha)

    O que se passa durante a noite no Palácio Real? Os residentes da Plaza der Oriente têm de lutar todos os dias contra hordas de turistas, mas desfrutam de uma vista privilegiada. À esquerda do palácio, vê-se a Catedral de Almudena e, durante o dia, quando o tempo está bom, a vista estende-se até às montanhas.
  • <b> Marollen (Bruxelas, Bélgica)</b><br><br> Numa sexta-feira ensolarada, deitamos o olhar sobre os telhados do Marollen, o bairro operário de Bruxelas. À distância podemos ver alguns pontos turísticos como a Basílica de Koekelberg, o maior edifício Art Déco do mundo, e a igreja Notre-Dame de la Chapelle. Perto da igreja viveu e trabalhou Pieter Bruegel, o Ancião, em cuja honra se celebra este ano o Ano Bruegel  com muitos eventos culturais. E quem tiver um olhar mais atento, consegue descobrir, ao longe, o maior marco de Bruxelas, o Atomium. Foto: © Goethe-Institut Brüssel
    Marollen (Bruxelas, Bélgica)

    Numa sexta-feira ensolarada, deitamos o olhar sobre os telhados do Marollen, o bairro operário de Bruxelas. À distância podemos ver alguns pontos turísticos como a Basílica de Koekelberg, o maior edifício Art Déco do mundo, e a igreja Notre-Dame de la Chapelle. Perto da igreja viveu e trabalhou Pieter Bruegel, o Ancião, em cuja honra se celebra este ano o Ano Bruegel com muitos eventos culturais. E quem tiver um olhar mais atento, consegue descobrir, ao longe, o maior marco de Bruxelas, o Atomium.

No mercado

  • <b>Mercado dos Lavradores (Funchal, Portugal)</b><br><br>Quem gosta de frutas tropicais não precisa de viajar até muito longe. No Mercado dos Lavradores no Funchal, é possível descobrir variedades diferentes de algumas frutas conhecidas (banana, maracujá) no meio de outras frutas de que talvez nunca ouviram falar (fruto delicioso, tomate inglês). E se o colorido das frutas nos deixa logo de água na boca, melhor ainda é aproveitar a ocasião para provar uma, ou duas, ou quem sabe dez frutas deliciosas. Foto: Goethe-Institut / Teresa Laranjeiro
    Mercado dos Lavradores (Funchal, Portugal)

    Quem gosta de frutas tropicais não precisa de viajar até muito longe. No Mercado dos Lavradores no Funchal, é possível descobrir variedades diferentes de algumas frutas conhecidas (banana, maracujá) no meio de outras frutas de que talvez nunca ouviram falar (fruto delicioso, tomate inglês). E se o colorido das frutas nos deixa logo de água na boca, melhor ainda é aproveitar a ocasião para provar uma, ou duas, ou quem sabe dez frutas deliciosas.
  • <b>La Boquería (Barcelona, Espanha)</b><br><br>Mesmo atrás das Ramblas encontra-se o mercado mais famoso de Barcelona, “La Boquería". Embora se tenha transformado num íman para turistas, ainda é possível encontrar aqui habitantes do Raval, um tradicional bairro operário da cidade. Foto: © Daniel Tornero Rojo
    La Boquería (Barcelona, Espanha)

    Mesmo atrás das Ramblas encontra-se o mercado mais famoso de Barcelona, “La Boquería". Embora se tenha transformado num íman para turistas, ainda é possível encontrar aqui habitantes do Raval, um tradicional bairro operário da cidade.
  • <b>Mercado Président Wilson (Paris, França)</b><br><br>Perto da Place de L’Iéna, e sob o olhar rígido da estátua de George Washington, todas as quartas e sábados tem lugar o mercado Président Wilson. Aqui é possível encontrar não só iguarias locais, como crepes e queijo, mas tudo o que o coração (ou estômago) deseja: de charcutaria a iguarias crioulas e libanesas. À hora do almoço, o mercado é particularmente concorrido, e por isso é preciso ir com mais tempo, para poder apreciar um pouco da agitação que caracteriza os mercados parisienses. Foto: Goethe-Institut / Cynthia Gruschke
    Mercado Président Wilson (Paris, França)

    Perto da Place de L’Iéna, e sob o olhar rígido da estátua de George Washington, todas as quartas e sábados tem lugar o mercado Président Wilson. Aqui é possível encontrar não só iguarias locais, como crepes e queijo, mas tudo o que o coração (ou estômago) deseja: de charcutaria a iguarias crioulas e libanesas. À hora do almoço, o mercado é particularmente concorrido, e por isso é preciso ir com mais tempo, para poder apreciar um pouco da agitação que caracteriza os mercados parisienses.
  • <b>Mercado em Torpignattara (Roma, Itália)</b><br><br>Roma é mais do que o seu centro histórico. Na periferia, a vida também é particularmente animada. Por exemplo, recomenda-se vivamente um passeio para compras no colorido mercado de Torpignattara! Foto: Goethe-Institut Rom / Sara Camilli
    Mercado em Torpignattara (Roma, Itália)

    Roma é mais do que o seu centro histórico. Na periferia, a vida também é particularmente animada. Por exemplo, recomenda-se vivamente um passeio para compras no colorido mercado de Torpignattara!
  • <b>Feira de antiguidades (Bruxelas, Bélgica)</b><br><br>Entre o Palácio Real de Bruxelas e o Palácio da Justiça, à sombra da igreja de Notre-Dame du Sablon, poderá encontrar todos os fins de semana uma feira de antiguidades que existe desde os anos sessenta. E se não encontrar aquilo que mais procura nesta feira, poderá aventurar-se pelo bairro de Sablon, famoso pelas muitas lojas, galerias de arte e antiquários. Foto: Goethe-Institut / Benjamin Panten
    Feira de antiguidades (Bruxelas, Bélgica)

    Entre o Palácio Real de Bruxelas e o Palácio da Justiça, à sombra da igreja de Notre-Dame du Sablon, poderá encontrar todos os fins de semana uma feira de antiguidades que existe desde os anos sessenta. E se não encontrar aquilo que mais procura nesta feira, poderá aventurar-se pelo bairro de Sablon, famoso pelas muitas lojas, galerias de arte e antiquários.
  • <b> Viktualienmarkt (Munique, Alemanha) </b> <br/> <br>Ao início da manhã, o Viktualienmarkt de Munique ainda está vazio. No entanto, este mercado no coração da cidade costuma encher-se de turistas e moradores, que aqui procuram abastecer-se de segunda a sábado. Frutas, legumes, especialidades locais, sumos e flores estão à disposição de todos, e para os mais abastados, também um copo de vinho branco. Porque este mercado é conhecido por ser bastante caro!  Embora nem todos os habitantes de Munique façam aqui as suas compras, o mercado é muito famoso em todo o país, tendo já sido palco de um episódio da série policial mais famosa da Alemanha, Tatort, e objeto de homenagem num selo. Foto: Jakob Rondthaler © Goethe-Institut
    Viktualienmarkt (Munique, Alemanha)

    Ao início da manhã, o Viktualienmarkt de Munique ainda está vazio. No entanto, este mercado no coração da cidade costuma encher-se de turistas e moradores, que aqui procuram abastecer-se de segunda a sábado. Frutas, legumes, especialidades locais, sumos e flores estão à disposição de todos, e para os mais abastados, também um copo de vinho branco. Porque este mercado é conhecido por ser bastante caro! Embora nem todos os habitantes de Munique façam aqui as suas compras, o mercado é muito famoso em todo o país, tendo já sido palco de um episódio da série policial mais famosa da Alemanha, Tatort, e objeto de homenagem num selo.