A acessibilidade no jornalismo

29.06, 12:00

Mediacon - A acessibilidade no jornalismo Design: © Rafael Medeiros

29.06 | 12:00 | Biblioteca | PT e interpretação em LGP

Audiodescrição, braille, descrições alt, tradução simultânea em Língua Gestual Portuguesa. Estas são apenas algumas das palavras de ordem quando se fala de (falta de) acessibilidade nos órgãos de comunicação social. Na TV, rádio e imprensa portuguesas ainda há muito por fazer para que a informação chegue a todos os cidadãos. Mas há quem esteja a trabalhar para que o cenário se altere.

Nesta conversa, Tiago Fortuna, co-fundador do Access Lab, e Tomás Delfim, jornalista do Expresso, refletem sobre como tem sido esse caminho e dão pistas para o que ainda pode ser feito — nas redações, nas faculdades de jornalismo e no conteúdo produzido todos os dias. Moderação de Carolina Franco

Participantes

Tiago Fortuna é apaixonado pela cultura no sentido lato, acredita na pop como meio de democracia cultural. Co-fundou a Access Lab em 2022 para garantir o acesso de pessoas com deficiência e Surdas à cultura e entretenimento enquanto direito humano fundamental. Com a Access Lab, tem implementado projetos de inclusão em algumas das maiores salas de espectáculos, festivais e empresas. Antes, foi assessor de imprensa na LiveCom e fundou a Associação Portuguesa de Festivais de Música. É licenciado em Ciências da Comunicação pela FCSH – UNL, a mesma instituição onde se pós-graduou em Comunicação de Cultura e Indústrias Criativas.

Licenciado em jornalismo, começou por colaborar com a Mensagem de Lisboa, abordando diversas áreas, temas e formatos. Em janeiro den 2024 deu início a um novo desafio no jornal Expresso, onde integra a equipa de podcasts e escreve esporadicamente para a secção desportiva do semanário.

Carolina Franco tem escrito sobre cultura, juventude e direitos humanos. Cada vez acredita mais que está tudo ligado. É jornalista colaboradora no projeto de literacia mediática PÚBLICO na Escola, e co-editora do Shifter. Estudou Ciências da Comunicação no Porto, de onde é natural, tem pós-graduação em Curadoria de Arte e mestrado em Antropologia - Culturas Visuais com uma tese sobre a importância da representatividade trans* no audiovisual.

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