Terravista

Schöne Aussichten © Goethe-Institut

Como é a vida urbana? O que faz mexer as nossas cidades?
No projeto Terravista, colaboradores do Goethe-Institut apresentam mensalmente pequenas galerias de imagens com impressões da vida em diversas cidades de Portugal, Espanha, França, Itália, Bélgica e Alemanha. 

Junto à água

  • Vista sobre a aldeia de Azenhas do Mar Foto: Teresa Laranjeiro © Goethe-Institut Portugal

    Azenhas do Mar (Sintra, Portugal)

    Verão, sol, calor e água, muita água. Quando chega o calor, as diversas praias do país enchem-se de pessoas que querem descontrair. Felizmente Portugal tem uma costa marítima muito extensa de norte a sul. Nos arredores de Lisboa, uma das sugestões que deixamos é dar uma caminhada até à vila típica de Azenhas do Mar, onde podemos encontrar não só uma paisagem maravilhosa, mas também escolher entre dar um mergulho no mar ou na piscina atlântica.

  • O azul turquesa do rio Tejo ajuda-nos a esquecer o buliço da capital Foto: Daniel Tornero © Goethe-Institut Madrid

    Paraíso a 160 km de Madrid (Parque Natural do Alto Tejo, Espanha)

    O Tejo é o segundo mais longo rio espanhol, e também o mais diversificado. Até desaguar no oceano Atlântico ao largo de Lisboa, passa por parques naturais, centrais nucleares, barragens e palácios reais. Em Espanha, onde a água é escassa, a utilização do rio causa por vezes conflitos, mas a montante, onde está mais protegido, reina a paz.

  • Canal Saint-Martin (Paris, França) Foto: Lise Mirville © Goethe-Institut Frankreich

    Canal Saint-Martin (Paris, França)

    Os parisienses aproveitam estes dias para dar um passeio e apanhar um pouco de ar fresco ao longo do Canal Saint-Martin e do cais de Valmy, no lado este de Paris. Aqui é possível reencontrar amigos e fazer uma refeição descontraída nas margens. Ao longo do canal encontramos diversos diques e pequenas pontes, que proporcionam uma vista diferente da bela paisagem da capital francesa.

  • Na capital da Baviera, um dos locais mais concorridos durante todo o ano é o parque Englischer Garten. Entre as várias atracções que aqui encontramos, a que faz mais sucesso é sem dúvida a Eisbachwelle, onde surfistas citadinos podem aproveitar para mostrar os seus dotes - sempre um de cada vez, claro. Foto: Teresa Laranjeiro © Goethe-Institut Portugal

    Surfar na Baviera (Munique, Alemanha)

    Na capital da Baviera, um dos locais mais concorridos durante todo o ano é o parque Englischer Garten. Entre as várias atracções que aqui encontramos, a que faz mais sucesso é sem dúvida a Eisbachwelle, onde surfistas citadinos podem aproveitar para mostrar os seus dotes - sempre um de cada vez, claro.

  • A menos de uma hora de Roma encontra-se o belo Lago di Martignano, um dos lagos mais limpos de Itália. Nas suas margens, que pertencem a uma reserva natural, é possível observar raposas, lebres, javalis, vacas e burros. Perto da grande cidade, é um local perfeito não só para um passeio refrescante, mas também para viver durante todo o ano. Foto: Sarah Wollberg © Goethe-Institut Italien

    Lago di Martignano (arredores de Roma, Itália)

    A menos de uma hora de Roma encontra-se o belo Lago di Martignano, um dos lagos mais limpos de Itália. Nas suas margens, que pertencem a uma reserva natural, é possível observar raposas, lebres, javalis, vacas e burros. Perto da grande cidade, é um local perfeito não só para um passeio refrescante, mas também para viver durante todo o ano.

  • <b>Um passeio no parque Malou (Bruxelas, Bélgica)</b><br><br>Como é que os habitantes de Bruxelas se podem refrescar se não há piscinas ao ar livre na capital belga? Visitando os muitos parques e lagos da cidade, por exemplo. Aqui vemos uma foto do parque público mais antigo do município de Woluwe Saint-Lambert, o Parque Malou, que convida a passear e observar a vida selvagem. Só não é possível dar um mergulho, infelizmente. Foto (detalhe): Benjamin Panten © Goethe-Institut Belgien

    Um passeio no parque Malou (Bruxelas, Bélgica)

    Como é que os habitantes de Bruxelas se podem refrescar se não há piscinas ao ar livre na capital belga? Visitando os muitos parques e lagos da cidade, por exemplo. Aqui vemos uma foto do parque público mais antigo do município de Woluwe Saint-Lambert, o Parque Malou, que convida a passear e observar a vida selvagem. Só não é possível dar um mergulho, infelizmente.

Desporto na cidade

  • Agora que se começam a reabrir as cidades e a vida regressa lentamente ao normal, o desporto na rua volta a fazer parte do nosso quotidiano. Uma das melhores formas para fazer exercício em segurança sem entrar em contacto com outras pessoas é correr. Junto ao mar ou ao rio, ou simplesmente pelas ruas da cidade, o que importa é pôr-mo-nos a caminho e esquecer tudo o resto. Foto: J. Laranjeiro © Goethe-Institut Portugal

    Correr nas margens do Mondego (Coimbra, Portugal)

    Agora que se começam a reabrir as cidades e a vida regressa lentamente ao normal, o desporto na rua volta a fazer parte do nosso quotidiano. Uma das melhores formas para fazer exercício em segurança sem entrar em contacto com outras pessoas é correr. Junto ao mar ou ao rio, ou simplesmente pelas ruas da cidade, o que importa é pôr-mo-nos a caminho e esquecer tudo o resto.

  • Esta é uma imagem típica nos subúrbios de Paris: em muitas cidades há circuitos de manutenção com equipamentos para fazer exercício físico que permitem aos habitantes treinar ao ar livre de forma totalmente gratuita. Foto (detalhe): Stephanie Hesse © Goethe-Institut Frankreich

    Treinar ao livre em Romainville (Paris, França)

    Esta é uma imagem típica nos subúrbios de Paris: em muitas cidades há circuitos de manutenção com equipamentos para fazer exercício físico que permitem aos habitantes treinar ao ar livre de forma totalmente gratuita.

  • Gradualmente, a chamada "Nova normalidade” chega também a Madrid e a necessidade de praticar desporto em conjunto com outras pessoas é grande. Algumas pessoas começam por isso a juntar-se para praticar yoga a céu aberto. Mas para quem não quer – ou não pode – marcar presença fisicamente nas sessões, continua a haver a opção de participar através da webcam. Foto: Johannes von Stritzky © Goethe-Institut Madrid

    A força inovadora da crise (Madrid, Espanha)

    Gradualmente, a chamada "Nova normalidade” chega também a Madrid e a necessidade de praticar desporto em conjunto com outras pessoas é grande. Algumas pessoas começam por isso a juntar-se para praticar yoga a céu aberto. Mas para quem não quer – ou não pode – marcar presença fisicamente nas sessões, continua a haver a opção de participar através da webcam.

  • Com o desconfinamento gradual, é possível ver novamente pessoas a treinar ao ar livre nos campos desportivos dos parques da cidade de Roma. Foto (Detalhe): Claudia Giusto © Goethe-Institut Italien

    Fitness ao ar livre (Roma, Itália)

    Com o desconfinamento gradual, é possível ver novamente pessoas a treinar ao ar livre nos campos desportivos dos parques da cidade de Roma.

  • Duas raquetes de pingue-pongue e uma bola numa mesa Foto (detalhe): Jakob Rondthaler © Goethe-Institut

    Desporto com distanciamento (Munique, Alemanha)

    Quem quiser jogar pingue-pongue em Munique encontra facilmente uma mesa. Existe até um mapa na internet que lista todas as mesas de pingue-pongue da capital da Baviera. O maior problema é conseguir encontrar uma mesa disponível, não só porque é um passatempo muito querido na cidade, mas também porque, em época de isolamento social, o distanciamento que o ténis de mesa proporciona faz dele o desporto ideal.

  • Jogging em Bruxelas Foto: © Goethe-Institut Brüssel

    Jogging no parque (Bruxelas, Portugal)

    Os parques e as zonas rurais de Bruxelas têm óptimas condições para praticar desporto. Desde que os ginásios reabriram, há menos gente a fazer desporto nas ruas, o que faz com que seja possível correr sem ter partilhar o caminho com outras pessoas.

Animais na cidade

  • Os animais aventuram-se cada vez mais pelas ruas em Lisboa. No jardim em frente ao Goethe-Institut, no entanto, há muito tempo que os as galinhas e os galos marcam presença. Quando ouvimos o cantar dos galos pela manhã (ou pela tarde), mais parece que estamos em pleno campo, e não no coração da cidade. E agora uma história curiosa: há uns anos, uma galinha preta tornou-se uma visita diária no instituto. Todos os dias atravessava a estrada e entrava pela nossa porta para vir pôr um ovo no gabinete dos nossos colegas. Foi assim durante uma semana. A Bertha (o nome que lhe demos) nunca mais será esquecida. Foto: Julia Klein © Goethe-Institut Portugal

    Onde os galos cantam (Lisboa, Portugal)

    Os animais aventuram-se cada vez mais pelas ruas em Lisboa. No jardim em frente ao Goethe-Institut, no entanto, há muito tempo que os as galinhas e os galos marcam presença. Quando ouvimos o cantar dos galos pela manhã (ou pela tarde), mais parece que estamos em pleno campo, e não no coração da cidade. E agora uma história curiosa: há uns anos, uma galinha preta tornou-se uma visita diária no instituto. Todos os dias atravessava a estrada e entrava pela nossa porta para vir pôr um ovo no gabinete dos nossos colegas. Foi assim durante uma semana. A Bertha (o nome que lhe demos) nunca mais será esquecida.

  • Até há bem pouco tempo, os burros eram indispensáveis na vida desta aldeia espanhola. Mas hoje em dia são cada vez mais raros. O Cid mudou-se para Utande há cinco anos, e a sua personalidade bem distinta é tópico de conversa regular. Mas são acima de tudo as suas saudações entusiásticas que conquistam os corações tanto dos locais como dos visitantes. Foto: Johannes von Stritzky © Goethe-Institut Madrid

    À espera do autocarro (Utande, Espanha)

    Até há bem pouco tempo, os burros eram indispensáveis na vida desta aldeia espanhola. Mas hoje em dia são cada vez mais raros. O Cid mudou-se para Utande há cinco anos, e a sua personalidade bem distinta é tópico de conversa regular. Mas são acima de tudo as suas saudações entusiásticas que conquistam os corações tanto dos locais como dos visitantes.

  • Durante o <i>lockdown</i>, os patos conquistaram as fontes históricas de Roma. Aqui vemos como os patos se refrescam, com vista para a cidade, na Fontana dell’Acqua Paola (1610-1612), também conhecida como Fontanone (ou fonte grande). Foto: Sarah Wollberg © Goethe-Institut Rom

    Patos na Fontanone (Roma Itália)

    Durante o lockdown, os patos conquistaram as fontes históricas de Roma. Aqui vemos como os patos se refrescam, com vista para a cidade, na Fontana dell’Acqua Paola (1610-1612), também conhecida como Fontanone (ou fonte grande).

  • Aproximem-se do Parque de Orangerie, em Estrasburgo, olhem para cima e escutem bem. As cegonhas, símbolo da Alsácia, pairam sobre a cidade de Estrasburgo. Inspirado pelas pinturas em mosaico do artista de street art francês Invader, o artista de Estrasburgo Stork, espalhou cegonhas pixeladas pela cidade. Quando passarem pela cidade, não se esqueçam de procurar estes painéis. Foto (detalhe): Violaine Varin © Goethe-Institut Frankreich

    Cegonhas pixelizadas (Estrasburgo, França)

    Aproximem-se do Parque de Orangerie, em Estrasburgo, olhem para cima e escutem bem. As cegonhas, símbolo da Alsácia, pairam sobre a cidade de Estrasburgo. Inspirado pelas pinturas em mosaico do artista de street art francês Invader, o artista de Estrasburgo Stork, espalhou cegonhas pixeladas pela cidade. Quando passarem pela cidade, não se esqueçam de procurar estes painéis.

  • Nos arredores de Bruxelas há uma vida selvagem muito diversificada: ora passa um veado a correr, ora uma lebre a saltitar, e por vezes até se consegue identificar uma raposa a rastejar por entre a erva alta. Será que todos estes animais estão ali para dizerem boa noite uns aos outros pacificamente? Esperemos que sim. Foto: Andrea Bélafi © Goethe-Institut Belgien

    Vida selvagem nos arredores de Bruxelas (Bruxelas, Bélgica)

    Nos arredores de Bruxelas há uma vida selvagem muito diversificada: ora passa um veado a correr, ora uma lebre a saltitar, e por vezes até se consegue identificar uma raposa a rastejar por entre a erva alta. Será que todos estes animais estão ali para dizerem boa noite uns aos outros pacificamente? Esperemos que sim.

  • Nas ruas de Berlim encontram-se frequentemente ursos. Este viaja num carrinho de bebé. Pertence a Petra. Antes disso pertencia a Clara e antes disso à sua mãe. Foto: Giulia Mirandola © Goethe-Institut Italien

    Ursos de Berlim (Berlim, Alemanha)

    Nas ruas de Berlim encontram-se frequentemente ursos. Este viaja num carrinho de bebé. Pertence a Petra. Antes disso pertencia a Clara e antes disso à sua mãe.

Da minha janela

  • Em isolamento social, o trabalho continua. Da janela, a prata do mares do norte funde-se com o cinzento das nuvens. Um raio de sol de longe a longe espreita timidamente pelas nuvens. Os olhos perdem-se na paisagem que se prolonga da foz do Rio Douro ao farol da Boa Nova. Mas a primavera chama por nós. As árvores e flores do Parque da Cidade retomam os seus tons fortes. E as aves já se aventuram em longos voos majestosos em frente à janela. Foto: José Rios © Goethe-Institut Portugal

    Mar à vista (Porto, Portugal)

    Em isolamento social, o trabalho continua. Da janela, a prata do mares do norte funde-se com o cinzento das nuvens. Um raio de sol de longe a longe espreita timidamente pelas nuvens. Os olhos perdem-se na paisagem que se prolonga da foz do Rio Douro ao farol da Boa Nova. Mas a primavera chama por nós. As árvores e flores do Parque da Cidade retomam os seus tons fortes. E as aves já se aventuram em longos voos majestosos em frente à janela.

  • A cidade de Romainville está a mudar, com a ajuda dos jardins urbanos. Quando o isolamento dentro das quatro paredes se torna difícil de suportar, nada melhor que dar um saltinho até ao terraço, onde podemos semear, plantar ou regar para descontrair. Ao fundo na foto podemos ver um prédio em construção onde, a partir de setembro de 2020, serão cultivados legumes e frutas. Foto: Stephanie Hesse © Goethe-Institut Frankreich

    Jardins urbanos (Romainville, perto de Paris, França)

    A cidade de Romainville está a mudar, com a ajuda dos jardins urbanos. Quando o isolamento dentro das quatro paredes se torna difícil de suportar, nada melhor que dar um saltinho até ao terraço, onde podemos semear, plantar ou regar para descontrair. Ao fundo na foto podemos ver um prédio em construção onde, a partir de setembro de 2020, serão cultivados legumes e frutas.

  • Quando não é possível ir para a rua, devemos pelo menos tentar que, do escritório em casa, seja possível olhar para o mais longe possível. Das quatro paredes de casa, deixamos o olhar vaguear sobre os telhados e ouvimos os pássaros a chilrear. Mas as aparências são enganosas: a agricultura não parou e, por isso, o ruído dos tratores faz parte deste suposto idílio. Foto: Daniel Tornero © Goethe-Institut Madrid

    Suposto idílio (Utande, Espanha)

    Quando não é possível ir para a rua, devemos pelo menos tentar que, do escritório em casa, seja possível olhar para o mais longe possível. Das quatro paredes de casa, deixamos o olhar vaguear sobre os telhados e ouvimos os pássaros a chilrear. Mas as aparências são enganosas: a agricultura não parou e, por isso, o ruído dos tratores faz parte deste suposto idílio.

  • Da janela, vê-se um edifício cinzento: o tribunal do trabalho. É possível olhar diretamente para a sala de audiências do tribunal e observar as pessoas durante as suas audiências. Antes de começarem as diversas audiências, as pessoas esperam na rua lateral, sendo possível sentir o nervosismo. Foto: Jörn Müller © Goethe-Institut e. V.

    Tribunal (Munique, Alemanha)

    Da janela, vê-se um edifício cinzento: o tribunal do trabalho. É possível olhar diretamente para a sala de audiências do tribunal e observar as pessoas durante as suas audiências. Antes de começarem as diversas audiências, as pessoas esperam na rua lateral, sendo possível sentir o nervosismo.

  • Nos bairros residenciais de Bruxelas, as fachadas em tijolo das casas geminadas são semelhantes. Mas os quintais e jardins permitem alguma personalização. Algumas pessoas constroem anexos para estender a casa para o espaço das traseiras, fechando o jardim. Outros colocam abrigos no jardim, para ter mais espaço de arrumação, visto que a maioria das casas na Bélgica não tem cave. A vista da varanda para o jardim, com o seu novo relvado, faz com que trabalhar em casa seja um verdadeiro prazer. Foto: Tanya Wittal-Düerkop © Goethe-Institut Brüssel

    Vista para o jardim (Bruxelas, Bélgica)

    Nos bairros residenciais de Bruxelas, as fachadas em tijolo das casas geminadas são semelhantes. Mas os quintais e jardins permitem alguma personalização. Algumas pessoas constroem anexos para estender a casa para o espaço das traseiras, fechando o jardim. Outros colocam abrigos no jardim, para ter mais espaço de arrumação, visto que a maioria das casas na Bélgica não tem cave. A vista da varanda para o jardim, com o seu novo relvado, faz com que trabalhar em casa seja um verdadeiro prazer.

  • Ostia, na costa de Roma. Nos dias de sol, os romanos adoram ir à praia ou comer num dos muitos restaurantes especializados de peixe. Mas durante a quarentena, neste paredão, que normalmente está cheio de pessoas a passear, e onde lojas, cafés e restaurantes se encontram sempre apinhados, não se vê agora vivalma. (Lungomare Paolo Toscanelli e Piazza Anco Marzio) Foto (Detail): Lauretta Costa © Goethe-Institut Italien

    Ostia (Roma, Itália)

    Ostia, na costa de Roma. Nos dias de sol, os romanos adoram ir à praia ou comer num dos muitos restaurantes especializados de peixe. Mas durante a quarentena, neste paredão, que normalmente está cheio de pessoas a passear, e onde lojas, cafés e restaurantes se encontram sempre apinhados, não se vê agora vivalma. (Lungomare Paolo Toscanelli e Piazza Anco Marzio)

Teletrabalho

  • Em tempos de isolamento social, o escritório passa a ser a nossa casa e é preciso encontrar o local ideal para trabalhar. Para alguns, o trabalho é para fazer na secretária. Para outros, quando há um quintal ou uma varanda, há que aproveitar o ar puro para ter mais inspiração. E para quem não tem nada disso? Para esses, basta um sofá, a luz matinal a entrar pelas janelas, e a companhia de plantas. Foto: Teresa Laranjeiro © Goethe-Institut Portugal

    Teletrabalho no sofá (Lisboa, Portugal)

    Em tempos de isolamento social, o escritório passa a ser a nossa casa e é preciso encontrar o local ideal para trabalhar. Para alguns, o trabalho é para fazer na secretária. Para outros, quando há um quintal ou uma varanda, há que aproveitar o ar puro para ter mais inspiração. E para quem não tem nada disso? Para esses, basta um sofá, a luz matinal a entrar pelas janelas, e a companhia de plantas.

  • Os funcionários do Goethe-Institut em França estão em modo de teletrabalho desde o dia 16 de março de 2020. Para quem tem filhos, o teletrabalho representa um grande desafio, e por vezes vezes a lida da casa acaba por ficar para último na lista de prioridades (como dá para constatar pela pilha de roupa suja ao fundo na foto). Foto (detalhe): Maxim Doucet © Goethe-Institut Paris

    Videoconferência da mesa da cozinha (Paris, França)

    Os funcionários do Goethe-Institut em França estão em modo de teletrabalho desde o dia 16 de março de 2020. Para quem tem filhos, o teletrabalho representa um grande desafio, e por vezes vezes a lida da casa acaba por ficar para último na lista de prioridades (como dá para constatar pela pilha de roupa suja ao fundo na foto).

  • Uma aldeia com 31 habitantes, sem lojas, bares ou restaurantes, e para onde a última ligação de autocarro foi interrompida há anos. Nas aldeias quase desertas de Espanha, o estado de emergência e a quarentena vivem-se com mais calma, permitindo à mente e à alma descansarem um pouco. Foto: Daniel Tornero © Goethe-Institut Madrid

    Teletrabalho numa aldeia espanhola (Utande, Espanha)

    Uma aldeia com 31 habitantes, sem lojas, bares ou restaurantes, e para onde a última ligação de autocarro foi interrompida há anos. Nas aldeias quase desertas de Espanha, o estado de emergência e a quarentena vivem-se com mais calma, permitindo à mente e à alma descansarem um pouco.

  • Trabalhar em casa em tempos de quarentena tem algumas vantagens, mas também pode ser complicado – por vezes nem sequer há tempo para fazer uma pausa para o café ou sequer para almoçar. Mas um dos maiores desafios do teletrabalho é conseguir conjugar o trabalho e o apoio às crianças que têm de fazer os trabalhos de casa – algo que exige uma grande capacidade de <i>multitasking</i>. Foto (detalhe): Eliphas Nyamogo © Goethe-Institut

    Teletrabalho vs trabalhos de casa (Munique, Alemanha)

    Trabalhar em casa em tempos de quarentena tem algumas vantagens, mas também pode ser complicado – por vezes nem sequer há tempo para fazer uma pausa para o café ou sequer para almoçar. Mas um dos maiores desafios do teletrabalho é conseguir conjugar o trabalho e o apoio às crianças que têm de fazer os trabalhos de casa – algo que exige uma grande capacidade de multitasking.

  • Olhar para um pequeno limoeiro na varanda proporciona alguma paz e relaxamento nos últimos tempos. O sol brilha e anuncia os primeiros dias de primavera e deixa uma esperança: que em breve o teletrabalho passe a ser novamente uma opção, e não seja mais uma obrigação. Foto: Libera Picchianti © Goethe-Institut Rom

    Trabalhar com vista para o limoeiro na varanda (Roma, Itália)

    Olhar para um pequeno limoeiro na varanda proporciona alguma paz e relaxamento nos últimos tempos. O sol brilha e anuncia os primeiros dias de primavera e deixa uma esperança: que em breve o teletrabalho passe a ser novamente uma opção, e não seja mais uma obrigação.

  • Teletrabalho significa todos os dias procurar um novo local de onde trabalhar. Hoje o local escolhido foi a mesa da sala, com o sol a espreitar pela janela. Foto: (detalhe): Nikoleta Arnaudova © Goethe-Institut Brüssel

    Teletrabalho na sala (Bruxelas, Bélgica)

    Teletrabalho significa todos os dias procurar um novo local de onde trabalhar. Hoje o local escolhido foi a mesa da sala, com o sol a espreitar pela janela.

Uma noite em

  • Passear pelas cidades à noite reserva-nos sempre surpresas. Dá-nos a oportunidade de descobrir novos caminhos e de olhar de forma diferente para os monumentos. Um passeio pelo centro histórico da cidade alentejana de Évora não fica completo sem uma visita às ruínas do magnífico Templo de Diana, monumento do século I d.C classificado como Património da Humanidade pela UNESCO e símbolo da presença romana em território português. Foto: Teresa Laranjeiro © Goethe-Institut Portugal

    Templo de Diana (Évora, Portugal)

    Passear pelas cidades à noite reserva-nos sempre surpresas. Dá-nos a oportunidade de descobrir novos caminhos e de olhar de forma diferente para os monumentos. Um passeio pelo centro histórico da cidade alentejana de Évora não fica completo sem uma visita às ruínas do magnífico Templo de Diana, monumento do século I d.C classificado como Património da Humanidade pela UNESCO e símbolo da presença romana em território português.

  • Uma cena familiar nas ruas de Paris: pessoas sentadas nas esplanadas à noite, mesmo em pleno inverno. Sob os radiadores, abrigadas do vento e da chuva, os habitantes de Paris bebem, fumam e riem. É um modo de vida que pode parecer estranho à primeira vista, especialmente no inverno, mas depois de experimentar uma vez, percebe-se o fascínio pela oportunidade ver a azáfama da cidade embrulhado num cobertor. Uma noite típica em Paris significa assim uma noite com amigos na esplanada. Foto: Laura Spießmacher © Goethe-Institut Frankreich

    Le Café de Raphaëlle – Rue de la Terrasse (Paris, França)

    Uma cena familiar nas ruas de Paris: pessoas sentadas nas esplanadas à noite, mesmo em pleno inverno. Sob os radiadores, abrigadas do vento e da chuva, os habitantes de Paris bebem, fumam e riem. É um modo de vida que pode parecer estranho à primeira vista, especialmente no inverno, mas depois de experimentar uma vez, percebe-se o fascínio pela oportunidade ver a azáfama da cidade embrulhado num cobertor. Uma noite típica em Paris significa assim uma noite com amigos na esplanada.

  • O animado bairro no sul da zona antiga de Madrid ainda não desistiu de lutar contra a gentrificação. Quando anoitece, os inúmeros bares clássicos enchem-se de habitantes locais e de pessoas de todo o mundo, em busca de uma imperial ou de um absinto. A roupa ainda é posta a secar na rua, pendurada das janelas. E quando o céu está limpo, consegue mesmo ver-se o extremo sul desta cidade de seis milhões de habitantes. Foto: Leon Schepers © Goethe-Institut Madrid

    Vista dos telhados do bairro Lavapiés (Madrid, Espanha)

    O animado bairro no sul da zona antiga de Madrid ainda não desistiu de lutar contra a gentrificação. Quando anoitece, os inúmeros bares clássicos enchem-se de habitantes locais e de pessoas de todo o mundo, em busca de uma imperial ou de um absinto. A roupa ainda é posta a secar na rua, pendurada das janelas. E quando o céu está limpo, consegue mesmo ver-se o extremo sul desta cidade de seis milhões de habitantes.

  • Os habitantes de Munique gostam de dizer que vivem na “cidade mais setentrional de Itália“. Assim que os dias começam a ficar mais longos, gostam de aproveitar os dias e as noites tal como os habitantes do sul da Europa: na rua. As noites são passadas nos jardins de cerveja, junto às margens do rio Isar, ou no Parque Olímpico onde, no verão, até encontramos uma roda gigante. Foto (detalhe): Jakob Rondthaler © Goethe-Institut

    À noite no Parque Olímpico (Munique, Alemanha)

    Os habitantes de Munique gostam de dizer que vivem na “cidade mais setentrional de Itália“. Assim que os dias começam a ficar mais longos, gostam de aproveitar os dias e as noites tal como os habitantes do sul da Europa: na rua. As noites são passadas nos jardins de cerveja, junto às margens do rio Isar, ou no Parque Olímpico onde, no verão, até encontramos uma roda gigante.

  • Esta é uma imagem que geralmente só vemos nos filmes: um beco típico em Travestere, o bairro mais famoso da vida noturna de Roma, onde os habitantes aproveitam para beber um copo na rua, mesmo sob o frio do inverno. Foto (detalhe): Sarah Wollberg © Goethe-Institut Rom

    Um beco típico (Roma, Itália)

    Esta é uma imagem que geralmente só vemos nos filmes: um beco típico em Travestere, o bairro mais famoso da vida noturna de Roma, onde os habitantes aproveitam para beber um copo na rua, mesmo sob o frio do inverno.

  • Não há nada melhor que um passeio à noite, especialmente quando deambulamos  pelas ruas e parques muito bem iluminados do bairro de Lakens, onde encontramos o Atomium.  Com 102 metros de altura, o Atomium representa um cristal  de ferro ampliado 165 mil milhões de vezes. Foto (detalhe): Elifcan Demir © Goethe-Institut Belgien

    Atomium à noite (Bruxelas, Bélgica)

    Não há nada melhor que um passeio à noite, especialmente quando deambulamos pelas ruas e parques muito bem iluminados do bairro de Lakens, onde encontramos o Atomium. Com 102 metros de altura, o Atomium representa um cristal de ferro ampliado 165 mil milhões de vezes.

Inverno na cidade

  • <b>Nevoeiro no Cais das Colunas (Lisboa, Portugal)</b><br><br>O inverno em Lisboa é bipolar. Tem dias de sol e temperaturas amenas que convidam a passear pela cidade. Mas tem também dias de chuva e frio, de nevoeiro cerrado que esconde a margem sul, fazendo com que o Cais das Colunas pareça o fim da Europa. Foto: Goethe-Institut Portugal / Teresa Laranjeiro

    Nevoeiro no Cais das Colunas (Lisboa, Portugal)

    O inverno em Lisboa é bipolar. Tem dias de sol e temperaturas amenas que convidam a passear pela cidade. Mas tem também dias de chuva e frio, de nevoeiro cerrado que esconde a margem sul, fazendo com que o Cais das Colunas pareça o fim da Europa.

  • <strong>Esculturas de gelo (Roma, Itália)</strong><br /><br />Roma celebrou a entrada em 2020 com espetáculos e instalações criadas por artistas internacionais. As esculturas de gelo da famosa artista brasileira Nèle Azve assistem ao pôr-do-sol do primeiro dia do ano no Orange Garden, em Aventine, até derreterem lentamente. © Goethe-Institut Italien / Foto (detalhe): Sarah Wollberg

    Esculturas de gelo (Roma, Itália)

    Roma celebrou a entrada em 2020 com espetáculos e instalações criadas por artistas internacionais. As esculturas de gelo da famosa artista brasileira Nèle Azve assistem ao pôr-do-sol do primeiro dia do ano no Orange Garden, em Aventine, até derreterem lentamente.

  • O céu azul e a luz do sol são sinais de um típico dia de inverno em Madrid. Embora arrefeça consideravelmente à noite, durante o dia o sol é um chamariz para os habitantes e para os turistas, que podem aproveitá-lo de locais tão interessantes como a Plaza de Santa Bárbara, de onde se consegue ver o Palácio dos Condes de Guevara através dos ramos dos plátanos sem folhas. Foto: Daniel Tonero © Goethe-Institut Madrid

    Céu azul (Madrid, Espanha)

    O céu azul e a luz do sol são sinais de um típico dia de inverno em Madrid. Embora arrefeça consideravelmente à noite, durante o dia o sol é um chamariz para os habitantes e para os turistas, que podem aproveitá-lo de locais tão interessantes como a Plaza de Santa Bárbara, de onde se consegue ver o Palácio dos Condes de Guevara através dos ramos dos plátanos sem folhas.

  • O inverno parece ter fugido de Bruxelas este ano. Mesmo com temperaturas mais primaveris, um passeio pelas ruas fica sempre mais doce com um dos tradicionais waffles belgas. Resta saber é qual a melhor versão dos waffles: a de Bruxelas, ou a de Liège. © Goethe-Institut Brüssel. Foto: Elifcan Demir

    Inverno em Bruxelas (Bruxelas, Bélgica)

    O inverno parece ter fugido de Bruxelas este ano. Mesmo com temperaturas mais primaveris, um passeio pelas ruas fica sempre mais doce com um dos tradicionais waffles belgas. Resta saber é qual a melhor versão dos waffles: a de Bruxelas, ou a de Liège.

  • Em pleno inverno, as ruas de Paris continuam vibrantes, como se pode ver aqui nos Jardins do Trocadéro, no cruzamento da Avenue des Nations Unies e da Avenue Albert de Mun. Equipados com roupa quente, jovens e menos jovens aproveitam os últimos raios de sol deste dia de inverno para brincar, conversar ou simplesmente dar um passeio. Afinal, e mesmo sem neve ou gelo, o inverno em Paris continua a encantar. © Goethe-Institut Frankreich, Foto: Cynthia Gruschke

    Passear nos Jardins do Trocadéro (Paris, França)

    Em pleno inverno, as ruas de Paris continuam vibrantes, como se pode ver aqui nos Jardins do Trocadéro, no cruzamento da Avenue des Nations Unies e da Avenue Albert de Mun. Equipados com roupa quente, jovens e menos jovens aproveitam os últimos raios de sol deste dia de inverno para brincar, conversar ou simplesmente dar um passeio. Afinal, e mesmo sem neve ou gelo, o inverno em Paris continua a encantar.

No cemitério

  • <b>Cemitério dos Prazeres (Lisboa, Portugal)</b><br><br>Um dos cemitérios mais famosos de Lisboa, morada final para aristocratas, políticos, heróis militares, escritores, músicos e atores, o Cemitério dos Prazeres em Lisboa é constituído quase exclusivamente por jazigos particulares, altamente decorados em estilo Romântico, que deixam transparecer a mestria de arquitetos e escultores desde o século XIX e até aos dias de hoje. Possuindo o maior mausoléu privado da Europa, é atualmente não só um local de culto, mas também um chamariz para todos os que desejam descobrir a arte portuguesa. Foto: Goethe-Institut / Teresa Laranjeiro

    Cemitério dos Prazeres (Lisboa, Portugal)

    Um dos cemitérios mais famosos de Lisboa, morada final para aristocratas, políticos, heróis militares, escritores, músicos e atores, o Cemitério dos Prazeres em Lisboa é constituído quase exclusivamente por jazigos particulares, altamente decorados em estilo Romântico, que deixam transparecer a mestria de arquitetos e escultores desde o século XIX e até aos dias de hoje. Possuindo o maior mausoléu privado da Europa, é atualmente não só um local de culto, mas também um chamariz para todos os que desejam descobrir a arte portuguesa.

  • <b>"Père Lachaise": o cemitério de Laken (Bruxelas, Bélgica)</b><br><br>O cemitério de Laken, em Bruxelas, é conhecido por "Père Lachaise”. A Notre-Dame de Laken e os edifícios circundantes, bem como a sua longa história, fazem coom que este imponente cemitério de Bruxelas seja considerado um museu a céu aberto. Este é também o cemitério mais antigo ainda em funcionamento em toda a região. Muitas personalidades relevantes que moldaram a história da Bélgica foram aqui aqui enterradas, como por exemplo o último presidente da câmara de Laken, Émile Bockstael. © Goethe-Institut Brüssel, Foto: Annika Duin

    "Père Lachaise": o cemitério de Laken (Bruxelas, Bélgica)

    O cemitério de Laken, em Bruxelas, é conhecido por "Père Lachaise”. A Notre-Dame de Laken e os edifícios circundantes, bem como a sua longa história, fazem coom que este imponente cemitério de Bruxelas seja considerado um museu a céu aberto. Este é também o cemitério mais antigo ainda em funcionamento em toda a região. Muitas personalidades relevantes que moldaram a história da Bélgica foram aqui aqui enterradas, como por exemplo o último presidente da câmara de Laken, Émile Bockstael.

  • <b>Morada final em Alcarria (Utande, Espanha)</b><br><br>Túmulos de granito ou mármore com crucifixos e flores de plástico, cercados por um muro, nos arredores da aldeia. Os apelidos nas lápides repetem-se. Este é o cenário típico na maioria dos 3.800 municípios espanhóis com menos de 500 habitantes. Em Utande vivem ainda 35 pessoas, na sua maioria idosos. E é também a este cemitério que regressam alguns dos antigos filhos da terra, encontrando o repouso final nos vales que cruzam o planalto de Alcarria. Foto: Daniel Tonero © Goethe-Institut Madrid

    Morada final em Alcarria (Utande, Espanha)

    Túmulos de granito ou mármore com crucifixos e flores de plástico, cercados por um muro, nos arredores da aldeia. Os apelidos nas lápides repetem-se. Este é o cenário típico na maioria dos 3.800 municípios espanhóis com menos de 500 habitantes. Em Utande vivem ainda 35 pessoas, na sua maioria idosos. E é também a este cemitério que regressam alguns dos antigos filhos da terra, encontrando o repouso final nos vales que cruzam o planalto de Alcarria.

  • <b>Cemitério de Passy (Paris, França)</b><br><br>Ao entrar no Cemitério de Passy, é como se entrássemos noutro mundo: o trânsito e a agitação turística desaparecem, dando lugar à contemplação das sepulturas parisienses, tão diferentes das alemãs. Após a sua abertura em 1820, o cemitério de Passy rapidamente se transformou no cemitério da aristocracia devido à sua proximidade aos Campos Elísios e à sua localização num dos mais prestigiados bairros residenciais. Durante um passeio cemitério, descobrimos nas campas nomes de artistas e celebridades que encontraram o seu descanso final à sombra da Torre Eiffel, que se projeta do outro lado do rio Sena. Goethe-Institut Frankreich

    Cemitério de Passy (Paris, França)

    Ao entrar no Cemitério de Passy, é como se entrássemos noutro mundo: o trânsito e a agitação turística desaparecem, dando lugar à contemplação das sepulturas parisienses, tão diferentes das alemãs. Após a sua abertura em 1820, o cemitério de Passy rapidamente se transformou no cemitério da aristocracia devido à sua proximidade aos Campos Elísios e à sua localização num dos mais prestigiados bairros residenciais. Durante um passeio cemitério, descobrimos nas campas nomes de artistas e celebridades que encontraram o seu descanso final à sombra da Torre Eiffel, que se projeta do outro lado do rio Sena.

No metro

  • <b>Pop art na estação Oriente (Lisboa, Portugal)</b><br><br>A arte tradicional portuguesa da azulejaria em versão pop art. Para a decoração da estação inaugurada por ocasião da exposição mundial de 1998 foram escolhidos artistas dos cinco continentes, que criaram desenhos dedicados aos oceanos. O islandês Erró escolheu como motivo os mitos e as lendas do mar, adaptando-os à banda desenhada. Os azulejos foram executados pela histórica Fábrica Viúva Lamego. Foto: Goethe-Institut / Teresa Laranjeiro

    Pop art na estação Oriente (Lisboa, Portugal)

    A arte tradicional portuguesa da azulejaria em versão pop art. Para a decoração da estação inaugurada por ocasião da exposição mundial de 1998 foram escolhidos artistas dos cinco continentes, que criaram desenhos dedicados aos oceanos. O islandês Erró escolheu como motivo os mitos e as lendas do mar, adaptando-os à banda desenhada. Os azulejos foram executados pela histórica Fábrica Viúva Lamego.

  • <b>Stephan Vanfleteren – Moda no metro, 2009 (Bruxelas, Bélgica)</b><br><br>Estação Gare de l'Ouest, Molenbeek-Saint-Jean, Bruxelas. Por fora a estação não parece ter nada de especial, mas quando chegamos ao túnel em direcção a Bekkant, deparamo-nos com fotografias do renomado fotógrafo Stephan Vanfleteren. Nestas fotografias vemos 13 pessoas regulares vestidas com roupas e adereços fornecidos por famosas casas de moda belgas. Esta exposição pretende ilustrar o cosmopolitismo de Bruxelas. Foto: Goethe-Institut Portugal / Annika Duin

    Stephan Vanfleteren – Moda no metro, 2009 (Bruxelas, Bélgica)

    Estação Gare de l'Ouest, Molenbeek-Saint-Jean, Bruxelas. Por fora a estação não parece ter nada de especial, mas quando chegamos ao túnel em direcção a Bekkant, deparamo-nos com fotografias do renomado fotógrafo Stephan Vanfleteren. Nestas fotografias vemos 13 pessoas regulares vestidas com roupas e adereços fornecidos por famosas casas de moda belgas. Esta exposição pretende ilustrar o cosmopolitismo de Bruxelas.

  • <b>Arts et Métiers (Paris, França)</b><br><br>Ao entrar na estação de metro Arts et Métiers é como se entrássemos na engranagem de uma fábrica de máquinas. Na barriga deste misterioso "Nautilus", uma fantasia de Júlio Verne trazida à vida, o visitante espera pela linha 11 do metro entre onze vigias de latão. Em 1994, o artista belga François Schuiten concebeu esta estação de metro única, com paredes decoradas a latão, para assinalar o 200º aniversário do Museu do Comércio Arts et Métiers. A abóbada em forma de submarino transporta os visitantes para um universo técnico-industrial de tempos idos e lembra o museu que se encontra por cima. Attention au départ! – 200.000 milhas sob o mar... © Goethe-Institut, Foto: Cynthia Gruschke

    Arts et Métiers (Paris, França)

    Ao entrar na estação de metro Arts et Métiers é como se entrássemos na engranagem de uma fábrica de máquinas. Na barriga deste misterioso "Nautilus", uma fantasia de Júlio Verne trazida à vida, o visitante espera pela linha 11 do metro entre onze vigias de latão. Em 1994, o artista belga François Schuiten concebeu esta estação de metro única, com paredes decoradas a latão, para assinalar o 200º aniversário do Museu do Comércio Arts et Métiers. A abóbada em forma de submarino transporta os visitantes para um universo técnico-industrial de tempos idos e lembra o museu que se encontra por cima. Attention au départ! – 200.000 milhas sob o mar...

  • <b>Arte no metro (Roma, Itália)</b><br><br>Mosaicos coloridos com motivos abstratos dão vida aos corredores do mais antigo metro italiano, a Linha B em Roma. As obras de arte estão presentes não só nas estações do centro histórico, mas também nas dos subúrbios, por onde os passageiros sobem e descem apressados as escadas rolantes a caminho do trabalho. Nesta foto vemos um painel de mosaicos criado por Enrico Della Torre que se encontra na estação de Monti Tiburtini. © Goethe-Institut Italien / Foto (detalhe): Claudia Giusto

    Arte no metro (Roma, Itália)

    Mosaicos coloridos com motivos abstratos dão vida aos corredores do mais antigo metro italiano, a Linha B em Roma. As obras de arte estão presentes não só nas estações do centro histórico, mas também nas dos subúrbios, por onde os passageiros sobem e descem apressados as escadas rolantes a caminho do trabalho. Nesta foto vemos um painel de mosaicos criado por Enrico Della Torre que se encontra na estação de Monti Tiburtini.

  • <b>Há 100 anos a circular pela esquerda (Madrid, Espanha)</b><br><br>O facto de se poder ver o chão do metro de Madrid é uma exceção. Durante as horas de ponta o metro está geralmente tão cheio, que as pessoas se acotovelam para conseguir entrar nas carruagens. E muitas vezes os 657,2 milhões de passageiros têm de deixar passar um ou dois comboios porque os mesmos estão totalmente cheios. O Metro de Madrid celebra este ano o seu centésimo aniversário, e para celebrar deixamos aqui uma curiosidade: os comboios das linhas de Madrid circulam pela esquerda. Foto: Daniel Tornero Rojo © Goethe-Institut Madrid

    Há 100 anos a circular pela esquerda (Madrid, Espanha)

    O facto de se poder ver o chão do metro de Madrid é uma exceção. Durante as horas de ponta o metro está geralmente tão cheio, que as pessoas se acotovelam para conseguir entrar nas carruagens. E muitas vezes os 657,2 milhões de passageiros têm de deixar passar um ou dois comboios porque os mesmos estão totalmente cheios. O Metro de Madrid celebra este ano o seu centésimo aniversário, e para celebrar deixamos aqui uma curiosidade: os comboios das linhas de Madrid circulam pela esquerda.

  • <b>Estação de metro e comboio Marienplatz (Munique, Alemanha)</b><br><br>Os turistas descem na estação Marienplatz em Munique para chegar à Frauenkirche ou ao edifício da Câmara Municipal. Pode não parecer, mas esta estação subterrânea, com os seus azulejos cor-de-laranja, também tem algum charme. Ou, pelo menos, é altamente identificável, surgindo nos locais mais inesperados, como por exemplo no videoclipe da música "Four Out Of Five" da banda britânica Arctic Monkeys. Neste videoclipe vemos o cantor Alex Turner a passar nos túneis. Foto (detalhe): Goethe-Institut © Jörn Müller

    Estação de metro e comboio Marienplatz (Munique, Alemanha)

    Os turistas descem na estação Marienplatz em Munique para chegar à Frauenkirche ou ao edifício da Câmara Municipal. Pode não parecer, mas esta estação subterrânea, com os seus azulejos cor-de-laranja, também tem algum charme. Ou, pelo menos, é altamente identificável, surgindo nos locais mais inesperados, como por exemplo no videoclipe da música "Four Out Of Five" da banda britânica Arctic Monkeys. Neste videoclipe vemos o cantor Alex Turner a passar nos túneis.

No museu

  • <b>MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (Lisboa, Portugal) </b><br><br>Quando se trata de museus em Lisboa, o novo museu de arte contemporânea é paragem obrigatória. Inaugurado em 2016, este museu não só apresenta algumas das mais importantes exposições internacionais, como também se destaca pelo seu design futurista, que ainda assim se integra de forma perfeita numa das zonas mais históricas da cidade. Graças à sua estreita ligação ao rio Tejo, o espaço é um dos sítios preferidos dos lisboetas para fazer exercício físico, passear e trabalhar Foto: Goethe-Institut / Teresa Laranjeiro

    MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (Lisboa, Portugal)

    Quando se trata de museus em Lisboa, o novo museu de arte contemporânea é paragem obrigatória. Inaugurado em 2016, este museu não só apresenta algumas das mais importantes exposições internacionais, como também se destaca pelo seu design futurista, que ainda assim se integra de forma perfeita numa das zonas mais históricas da cidade. Graças à sua estreita ligação ao rio Tejo, o espaço é um dos sítios preferidos dos lisboetas para fazer exercício físico, passear e trabalhar.

  • Metrólope da arte - Musée d’art moderne de la Ville de Paris (Paris, França) Foto: Goethe-Institut / Cynthia Gruschke

    Metrólope da arte - Musée d’art moderne de la Ville de Paris (Paris, França)

    Design, pintura, cinema e fotografia, escultura... Na Colina de Chaillot, perto da Torre Eiffel, na ala leste do Palácio de Tóquio, encontramos a arte moderna. Inaugurado em 1961, o Museu de Arte Moderna dedica a sua exposição permanente às maiores obras de arte do século passado, mas não esquece as instalações de arte contemporânea. Enquanto museu em que as tendências sociais são reflectidas e questionadas criticamente, o espaço expositivo transforma-se num espaço de reflexão e num lugar de encontro.

  • <b>Arte moderna no Raval (Barcelona, Espanha)</b><br><br> No CCCB – Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona, a exposição "Feminismos! explora continuidades e rupturas entre as feministas de hoje e as ideias feministas dos anos 70. Isto também inclui o trabalho de Mireia Sallarès “The Small Deaths”, um estudo social baseado multimédia sobre luxúria, violência, dor e morte, que se foca no orgasmo feminino. Foto: Goethe-Institut / Paula Haentjes, Nadine Scharpf, Sabrina Wagenbüchler

    Arte moderna no Raval (Barcelona, Espanha)

    No CCCB – Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona, a exposição "Feminismos! explora continuidades e rupturas entre as feministas de hoje e as ideias feministas dos anos 70. Isto também inclui o trabalho de Mireia Sallarès “The Small Deaths”, um estudo social baseado multimédia sobre luxúria, violência, dor e morte, que se foca no orgasmo feminino.

  • <b>Macro Asilo no MACRO – Museu de Arte Moderna (Roma, Itália)</b><br><br> MACRO, o Museu de Arte Moderna de Roma, fica próximo do Goethe-Institut. O mais recente projeto em exposição no museu intitula-se <i>Macro Asilo</i>. No âmbito deste projeto, e durante os próximos 15 meses, 300 artistas de todo o mundo irão trabalhar no museu e organizar performances. Para que todos possam aproveitar ao máximo o projeto, o Museu terá entrada gratuita, dando assim aos visitantes a possibilidade de verem os artistas a trabalhar durante todo o dia. © Goethe-Institut / Foto (detalhe): Sarah Wollberg

    Macro Asilo no MACRO – Museu de Arte Moderna (Roma, Itália)

    MACRO, o Museu de Arte Moderna de Roma, fica próximo do Goethe-Institut. O mais recente projeto em exposição no museu intitula-se Macro Asilo. No âmbito deste projeto, e durante os próximos 15 meses, 300 artistas de todo o mundo irão trabalhar no museu e organizar performances. Para que todos possam aproveitar ao máximo o projeto, o Museu terá entrada gratuita, dando assim aos visitantes a possibilidade de verem os artistas a trabalhar durante todo o dia.

  • <b>Museu Magritte (Bruxelas, Bélgica)</b><br><br>“There is no choice: there is no art without life.“ – René Magritte<br>O Museu Magritte, que abriu em 2009 na capital belga, faz parte dos Museus Reais de Belas Artes e abriga 230 obras do famoso artista René Magritte. Entre estas obras encontra-se “Portrait with an Owl”, do artista Nicolas Party , em exposição desde 2018. © Nicolas PARTY – Portrait with an Owl, 2018 | Installation view in Magritte Museum, Brussels | Pastel on paper, 110x180cm | Courtesy Xavier Hufkens, Brussels.

    Museu Magritte (Bruxelas, Bélgica)

    “There is no choice: there is no art without life.“ – René Magritte
    O Museu Magritte, que abriu em 2009 na capital belga, faz parte dos Museus Reais de Belas Artes e abriga 230 obras do famoso artista René Magritte. Entre estas obras encontra-se “Portrait with an Owl”, do artista Nicolas Party , em exposição desde 2018.

  • Quarteirão dos Museus Foto (detalhe): © Regine Hader

    Alte Pinakothek e Pinakothek der Moderne (Munique, Alemanha)

    Os habitantes de Munique preferem ir aos museus aos domingos, quando muitas das galerias de arte estatais têm bilhetes a apenas um euro. E quem quiser, pode visitar vários museus numa só tarde: a separar a Alte Pinakothek (com obras até ao século XVIII), a Pinakothek der Moderne (com arte moderna) e o Museu Brandhorst há apenas um relvado, onde quase parece ter aterrado um OVNI. Mas não é preciso ter receio, pois a “nave espacial” colocada no relvado é, apenas, a Futuro Haus, uma criação do arquiteto finlandês Matti Suuronen, que faz parte da coleção do museu de arte moderna.

Street Art

  • <b>Lendas musicais (Amadora, Portugal)</b><br><br>Na última década, os grandes painéis pintados nas fachadas de edifícios tornaram-se imagem de marca da Área Metropolitana de Lisboa. Com a colaboração de artistas de todo o mundo, o que começou por ser considerado um crime é hoje visto como uma forma de arte e como parte integral da malha urbana. Em Lisboa ou nas cidades circundantes, estas galerias de arte a céu aberto dão um colorido especial aos edifícios e permitem homenagear vultos da história e da cultura portuguesa, como é o caso das imagens de dois dos maiores ícones da música portuguesa, Carlos Paredes e Amália, pintadas pelo artista Odeith. Foto: Goethe-Institut / Teresa Laranjeiro

    Lendas musicais (Amadora, Portugal)

    Na última década, os grandes painéis pintados nas fachadas de edifícios tornaram-se imagem de marca da Área Metropolitana de Lisboa. Com a colaboração de artistas de todo o mundo, o que começou por ser considerado um crime é hoje visto como uma forma de arte e como parte integral da malha urbana. Em Lisboa ou nas cidades circundantes, estas galerias de arte a céu aberto dão um colorido especial aos edifícios e permitem homenagear vultos da história e da cultura portuguesa, como é o caso das imagens de dois dos maiores ícones da música portuguesa, Carlos Paredes e Amália, pintadas pelo artista Odeith.

  • <b>Fachada do bar Bodegas Lo Máximo (Madrid, Espanha)</b><br><br> “Lavapiés não desiste” é o título de uma intervenção do artista britânico Ben Vine criada durante o festival C.A.L.L., no âmbito do projeto “Analogue Resistance”E. Na fachada do famoso bar Bodegas Lo Máximo, Ben Vine retrata três habitantes do bairro em fotografia 3D. A vida quotidiana destes três habitantes está intimamente ligada ao bar, e o seu futuro no bairro de Lavapiés, tal como o de muitos moradores, é incerto. O bar terá de fechar no final de 2019, pois o fundo de investimento que comprou o edifício não renovou a contrato de arrendamento. O mural é assim uma crítica à gentrificação e, ao mesmo tempo, uma homenagem às pessoas que deram vida a este bairro. Foto: Daniel Tornero Rojo © Goethe-Institut Madrid

    Fachada do bar Bodegas Lo Máximo (Madrid, Espanha)

    “Lavapiés não desiste” é o título de uma intervenção do artista britânico Ben Vine criada durante o festival C.A.L.L., no âmbito do projeto “Analogue Resistance”. Na fachada do famoso bar Bodegas Lo Máximo, Ben Vine retrata três habitantes do bairro em fotografia 3D. A vida quotidiana destes três habitantes está intimamente ligada ao bar, e o seu futuro no bairro de Lavapiés, tal como o de muitos moradores, é incerto. O bar terá de fechar no final de 2019, pois o fundo de investimento que comprou o edifício não renovou a contrato de arrendamento. O mural é assim uma crítica à gentrificação e, ao mesmo tempo, uma homenagem às pessoas que deram vida a este bairro.

  • <b>Febre das bicicletas (Bruxelas, Bélgica)</b><br><br>Bruxelas é o palco das duas primeiras etapas da Volta à França em bicicleta 2019, e isso reflete-se também na paisagem urbana, como no caso da nova pintura mural da artista “Lesay, que podem descobrir numa parede do Institut des Arts et Métiers da capital belga. Este mural homenageia Eddy Merckx, vencedora do Tour de France há 50 anos, e as múltiplas vitórias da tetracampeã mundial Yvonne Reynders, que nasceu no distrito de Schaarbeek, em Bruxelas. © Foto: Benjamin Panten, Goethe-Institut Belgien

    Febre das bicicletas (Bruxelas, Bélgica)

    Bruxelas é o palco das duas primeiras etapas da Volta à França em bicicleta 2019, e isso reflete-se também na paisagem urbana, como no caso da nova pintura mural da artista “Lesay", que podem descobrir numa parede do Institut des Arts et Métiers da capital belga. Este mural homenageia Eddy Merckx, vencedora do Tour de France há 50 anos, e as múltiplas vitórias da tetracampeã mundial Yvonne Reynders, que nasceu no distrito de Schaarbeek, em Bruxelas.

  • <b>Belleville (Paris, França)</b><br><br> Paris tem muito a oferecer quando se trata de arte de rua, e em especial no bairro de Belleville, onde os amantes da arte urbana devem manter os seus olhos abertos para conseguir identificar todas as fachadas, paredes ou até mesmo persianas decoradas com graffiti artístico. E para quem quiser ficar a conhecer a história por detrás destas obras de arte, pode também participar nas visitas guiadas a este bairro, que é uma espécie de museu ao ar livre. © Goethe-Institut Frankreich, Foto: Cynthia Gruschke

    Belleville (Paris, França)

    Paris tem muito a oferecer quando se trata de arte de rua, e em especial no bairro de Belleville, onde os amantes da arte urbana devem manter os seus olhos abertos para conseguir identificar todas as fachadas, paredes ou até mesmo persianas decoradas com graffiti artístico. E para quem quiser ficar a conhecer a história por detrás destas obras de arte, pode também participar nas visitas guiadas a este bairro, que é uma espécie de museu ao ar livre.

  • <b>Street-Art contra a poluição (Roma, Itália)</b><br><br><i>Hunting Pollution</i> é o maior mural da Europa. Esta obra, criada em 2018 pela artista plástica Iena Cruz, tem a particulariedade de ter sido pintada com a tinta Airlite, que purifica o ar poluído num processo semelhante à fotossíntese. Este mural consegue assim fazer um trabalho equivalente a 30 árvores. © Goethe-Institut Italien / Foto (detalhe): Sarah Wollberg

    Street-Art contra a poluição (Roma, Itália)

    Hunting Pollution é o maior mural da Europa. Esta obra, criada em 2018 pela artista plástica Iena Cruz, tem a particulariedade de ter sido pintada com a tinta Airlite, que purifica o ar poluído num processo semelhante à fotossíntese. Este mural consegue assim fazer um trabalho equivalente a 30 árvores.

  • <b>A East Side Gallery (Berlim, Alemanha)</b><br><br>A arte urbana existe um pouco por toda a Alemanha, mas com especial incidência em Berlim, nomeadamente na famosa East Side Gallery. Após a queda do Muro de Berlim, mais de cem artistas de todo o mundo desenharam numa secção do Muro compreendida entre Ostbahnhof e Oberbaumbrücke. Em 2009, a galeria pública foi totalmente renovada. Mas a a arte urbana, efémera por natureza, também tem os seus inimigos, tendo de resistir a danos causados por condições climatéricas adversas, por vandalismo ou por obras. Nesta foto podemos ver um pouco do trabalho do artista Schamil Gimajew nesta galeria. Foto (Ausschnitt): Dieter Palm © dpa/picture alliance/ZB

    A East Side Gallery (Berlim, Alemanha)

    A arte urbana existe um pouco por toda a Alemanha, mas com especial incidência em Berlim, nomeadamente na famosa East Side Gallery. Após a queda do Muro de Berlim, mais de cem artistas de todo o mundo desenharam numa secção do Muro compreendida entre Ostbahnhof e Oberbaumbrücke. Em 2009, a galeria pública foi totalmente renovada. Mas a a arte urbana, efémera por natureza, também tem os seus inimigos, tendo de resistir a danos causados por condições climatéricas adversas, por vandalismo ou por obras. Nesta foto podemos ver um pouco do trabalho do artista Schamil Gimajew nesta galeria.

Pequeno-almoço em

  • Tortilha e croissant na frigideira (Madrid, Espanha) Foto: Daniel Tornero Rojo © Goethe-Institut Madrid

    Tortilha e croissant na frigideira (Madrid, Espanha)

    Em Espanha, o pequeno-almoço tradicional não é muito variado. No entanto, os clássicos continuam a ser muito populares: uma torrada com manteiga e doce, pão com tomate e azeite, um pedaço de tortilha ou até mesmo o famoso "Cruasán a la plancha": um croissant na frigideira com manteiga e doce, acompanhado por um leite com café ou sumo de laranja. Já as crianças, muitas vezes comem apenas umas bolachas e um copo de leite ou leite com chocolate. Bom proveito!

  • Café e torrada (Lisboa, Portugal) Foto: Goethe-Institut / Teresa Laranjeiro

    Café e torrada (Lisboa, Portugal)

    Em terra de muita (e boa) comida, o pequeno-almoço português é a refeição mais simples do dia. Uma torrada bem feita, acompanhada por um galão a escaldar ou por uma simples bica ao balcão num dos muitos cafés de esquina, por aqui a tradição ainda é o que era. O importante para o pequeno-almoço é a rapidez, e isso constata-se quando se passa de manhã pelos cafés tradicionais, onde os empregados não têm mãos a medir com tantos pedidos.

  • <b>Pequeno-almoço no café (Roma, Itália)</b><br><br>Cappuccino, sumo de laranja acabado de fazer e, a acompanhar, um „Maritozzo“ (pão doce com natas): é assim um irresistível pequeno-almoço num café de Roma. A melhor forma de começar o dia. © Goethe-Institut Italien / Foto (detalhe): Sarah Wollberg

    Pequeno-almoço no café (Roma, Itália)

    Cappuccino, sumo de laranja acabado de fazer e, a acompanhar, um „Maritozzo“ (pão doce com natas): é assim um irresistível pequeno-almoço num café de Roma. A melhor forma de começar o dia.

  • Pequeno-almoço para levar (Bruxelas, Bélgica) © Foto: Judith Neuman, Goethe-Institut Belgien

    Pequeno-almoço para levar (Bruxelas, Bélgica)

    No animado bairro europeu de Bruxelas, não há muito tempo para tomar um bom pequeno-almoço, e por isso a expressão mais ouvida é “para levar, por favor”. E em que consiste o pedido? Geralmente, um folhado de maçã ou um donut, acompanhados por um café longo. Com as doces iguarias de maçã ou de compota na mão, depois é só procurar um local tranquilo no parque para comer e assim começar bem o dia.

  • Pequeno-almoço em Paris, França © Goethe-Institut, Foto: Cynthia Gruschke

    Um café em Paris (Paris, França)

    Bom dia, Paris! Em quase todas as esquinas de Paris encontram-se pequenos cafés muito animados que dão um colorido especial à cidade. E de manhã, estes cafés estão cheios de parisienses, que aí tomam o seu pequeno-almoço típico: um café expresso, bem forte, acompanhado por um suculento croissant folhado ou um doce Pain au chocolat.

  • Salsichas, cerveja e mostarda (Baviera, Alemanha) Foto (detalhe): HLPHOTO © picture alliance/Shotshop

    Salsichas, cerveja e mostarda (Baviera, Alemanha)

    Na Alemanha, as pessoas gostam de um pequeno-almoço longo. E encontra-se um pouco de tudo na mesa: da comida mais saudável aos doces mais irresistíveis. Na Baviera, o Weißwurstfrühstück (traduzindo à letra: pequeno-almoço com salsicha de vitela), é o que mais se destaca: duas ou três salsichas escaldadas, acompanhados por bretzel acabadinhos de sair do formo e um pouco de mostrada doce. Tudo acompanhado, claro por uma boa cerveja de trigo da Baviera – razão pela qual o pequeno-almoço Weißwurst é, em grande parte, reservado para os domingos, feriados ou ocasiões festivas. E atenção: este pequeno-almoço deve ser consumido antes do meio-dia, porque segundo diz a tradição, a salsicha Weißwurst não deve ouvir o toque dos sinos da igreja ao meio dia. Se quiserem experimentar, aqui fica uma dica: as salsichas não podem ser comidas com garfo e faca, devendo ser sugadas diretamente da pele.

Dos telhados de

  •  <b>Quartel do Carmo (Lisboa, Portugal)</b><br> <br>Na cidade das muitas colinas, a vista dos telhados permite descobrir os momentos que marcaram a história da capital portuguesa ao longo dos séculos. Ao longe, na colina do Castelo, ergue-se imponente desde o século XI o Castelo de São Jorge, último reduto de defesa da cidade. Mais abaixo, um emaranhado de ruazinhas estreitas e casas encavalitadas permite vislumbrar a antiga cidade mourisca que sobreviveu ao terramoto de 1775. E finalmente, das ruínas desta Lisboa medieval, renasceu a Baixa, uma zona redesenhada com o rigor da traça geométrica e que continua a ser o centro comercial ao ar livre. Foto: Goethe-Institut / Teresa Laranjeiro

    Quartel do Carmo (Lisboa, Portugal)

    Na cidade das muitas colinas, a vista dos telhados permite descobrir os momentos que marcaram a história da capital portuguesa ao longo dos séculos. Ao longe, na colina do Castelo, ergue-se imponente desde o século XI o Castelo de São Jorge, último reduto de defesa da cidade. Mais abaixo, um emaranhado de ruazinhas estreitas e casas encavalitadas permite vislumbrar a antiga cidade mourisca que sobreviveu ao terramoto de 1775. E finalmente, das ruínas desta Lisboa medieval, renasceu a Baixa, uma zona redesenhada com o rigor da traça geométrica e que continua a ser o centro comercial ao ar livre.

  • <b>Goethe-Institut Paris (Paris, França)</b><br> <br> Parece difícil de acreditar, mas é verdade: esta é a vista da varanda do quarto andar do edifício do Goethe-Institut em Paris, na rua Iéna. A vista da Torre Eiffel, sobrevoando os telhados de Paris, faz om que muitos corações batam mais rápido, mas os telhados de zinco cinzento azulados ao estilo "haussmannien", que domina a paisagem de Paris desde meados do século XIX, também cativam, dando à cidade das luzes o seu charme inconfundível. Foto: Goethe-Institut / Cynthia Gruschke

    Goethe-Institut Paris (Paris, França)

    Parece difícil de acreditar, mas é verdade: esta é a vista da varanda do quarto andar do edifício do Goethe-Institut em Paris, na rua Iéna. A vista da Torre Eiffel, sobrevoando os telhados de Paris, faz om que muitos corações batam mais rápido, mas os telhados de zinco cinzento azulados ao estilo "haussmannien", que domina a paisagem de Paris desde meados do século XIX, também cativam, dando à cidade das luzes o seu charme inconfundível.

  • <b>Praça da Elbphilharmonie (Hamburgo, Alemanha) </b><br> <br>Música de um lado, vista do porto do outro – a praça da Elbphilharmonie (Filarmónica do Elba), em Hamburgo, é a praça pública mais alta do norte da Alemanha. Desta praça é possível ver não só o centro da cidade de Hamburgo, mas também o bairro de Hafencity, o Norderelbe e o porto. A "Elphi" é o novo marco da cidade, e vale a pena vê-la por dentro também. O porto é o coração da cidade de Hamburgo, e como um dos maiores portos marítimos e portos de contentores da Europa, é um componente elementar da identidade da cidade. E esta é uma razão mais do que suficiente para, em 2019, se celebrar em grande o seu 830.° aniversário. Foto (detalhe): picture alliance/Bildagentur-online/Schickert

    Praça da Elbphilharmonie (Hamburgo, Alemanha)

    Música de um lado, vista do porto do outro – a praça da Elbphilharmonie (Filarmónica do Elba), em Hamburgo, é a praça pública mais alta do norte da Alemanha. Desta praça é possível ver não só o centro da cidade de Hamburgo, mas também o bairro de Hafencity, o Norderelbe e o porto. A "Elphi" é o novo marco da cidade, e vale a pena vê-la por dentro também. O porto é o coração da cidade de Hamburgo, e como um dos maiores portos marítimos e portos de contentores da Europa, é um componente elementar da identidade da cidade. E esta é uma razão mais do que suficiente para, em 2019, se celebrar em grande o seu 830.° aniversário.

  • <b>Trastevere (Roma, Itália)</b><br><br>A vista sobre os telhados de Trastevere estende-se até à torre da igreja de Santa Maria em Trastevere, a mais antiga igreja de Nossa Senhora de Roma. Este caraterístico e animado bairro romano é muitas vezes o local de produções cinematográficas italianas e internacionais. Foto (detalhe): Goethe-Institut / Sarah Wollberg

    Trastevere (Roma, Itália)

    A vista sobre os telhados de Trastevere estende-se até à torre da igreja de Santa Maria em Trastevere, a mais antiga igreja de Nossa Senhora de Roma. Este caraterístico e animado bairro romano é muitas vezes o local de produções cinematográficas italianas e internacionais.

  • <b>Vista sobre a Plaza de Oriente (Madrid, Espanha) </b><br><br> O que se passa durante a noite no Palácio Real? Os residentes da Plaza der Oriente têm de lutar todos os dias contra hordas de turistas, mas desfrutam de uma vista privilegiada. À esquerda do palácio, vê-se a Catedral de Almudena e, durante o dia, quando o tempo está bom, a vista estende-se até às montanhas. Foto: Daniel Tornero Rojo

    Vista sobre a Plaza de Oriente (Madrid, Espanha)

    O que se passa durante a noite no Palácio Real? Os residentes da Plaza der Oriente têm de lutar todos os dias contra hordas de turistas, mas desfrutam de uma vista privilegiada. À esquerda do palácio, vê-se a Catedral de Almudena e, durante o dia, quando o tempo está bom, a vista estende-se até às montanhas.

  • <b> Marollen (Bruxelas, Bélgica)</b><br><br> Numa sexta-feira ensolarada, deitamos o olhar sobre os telhados do Marollen, o bairro operário de Bruxelas. À distância podemos ver alguns pontos turísticos como a Basílica de Koekelberg, o maior edifício Art Déco do mundo, e a igreja Notre-Dame de la Chapelle. Perto da igreja viveu e trabalhou Pieter Bruegel, o Ancião, em cuja honra se celebra este ano o Ano Bruegel  com muitos eventos culturais. E quem tiver um olhar mais atento, consegue descobrir, ao longe, o maior marco de Bruxelas, o Atomium. Foto: © Goethe-Institut Brüssel

    Marollen (Bruxelas, Bélgica)

    Numa sexta-feira ensolarada, deitamos o olhar sobre os telhados do Marollen, o bairro operário de Bruxelas. À distância podemos ver alguns pontos turísticos como a Basílica de Koekelberg, o maior edifício Art Déco do mundo, e a igreja Notre-Dame de la Chapelle. Perto da igreja viveu e trabalhou Pieter Bruegel, o Ancião, em cuja honra se celebra este ano o Ano Bruegel com muitos eventos culturais. E quem tiver um olhar mais atento, consegue descobrir, ao longe, o maior marco de Bruxelas, o Atomium.

No mercado

  • <b>Mercado dos Lavradores (Funchal, Portugal)</b><br><br>Quem gosta de frutas tropicais não precisa de viajar até muito longe. No Mercado dos Lavradores no Funchal, é possível descobrir variedades diferentes de algumas frutas conhecidas (banana, maracujá) no meio de outras frutas de que talvez nunca ouviram falar (fruto delicioso, tomate inglês). E se o colorido das frutas nos deixa logo de água na boca, melhor ainda é aproveitar a ocasião para provar uma, ou duas, ou quem sabe dez frutas deliciosas. Foto: Goethe-Institut / Teresa Laranjeiro

    Mercado dos Lavradores (Funchal, Portugal)

    Quem gosta de frutas tropicais não precisa de viajar até muito longe. No Mercado dos Lavradores no Funchal, é possível descobrir variedades diferentes de algumas frutas conhecidas (banana, maracujá) no meio de outras frutas de que talvez nunca ouviram falar (fruto delicioso, tomate inglês). E se o colorido das frutas nos deixa logo de água na boca, melhor ainda é aproveitar a ocasião para provar uma, ou duas, ou quem sabe dez frutas deliciosas.

  • <b>La Boquería (Barcelona, Espanha)</b><br><br>Mesmo atrás das Ramblas encontra-se o mercado mais famoso de Barcelona, “La Boquería". Embora se tenha transformado num íman para turistas, ainda é possível encontrar aqui habitantes do Raval, um tradicional bairro operário da cidade. Foto: © Daniel Tornero Rojo

    La Boquería (Barcelona, Espanha)

    Mesmo atrás das Ramblas encontra-se o mercado mais famoso de Barcelona, “La Boquería". Embora se tenha transformado num íman para turistas, ainda é possível encontrar aqui habitantes do Raval, um tradicional bairro operário da cidade.

  • <b>Mercado Président Wilson (Paris, França)</b><br><br>Perto da Place de L’Iéna, e sob o olhar rígido da estátua de George Washington, todas as quartas e sábados tem lugar o mercado Président Wilson. Aqui é possível encontrar não só iguarias locais, como crepes e queijo, mas tudo o que o coração (ou estômago) deseja: de charcutaria a iguarias crioulas e libanesas. À hora do almoço, o mercado é particularmente concorrido, e por isso é preciso ir com mais tempo, para poder apreciar um pouco da agitação que caracteriza os mercados parisienses. Foto: Goethe-Institut / Cynthia Gruschke

    Mercado Président Wilson (Paris, França)

    Perto da Place de L’Iéna, e sob o olhar rígido da estátua de George Washington, todas as quartas e sábados tem lugar o mercado Président Wilson. Aqui é possível encontrar não só iguarias locais, como crepes e queijo, mas tudo o que o coração (ou estômago) deseja: de charcutaria a iguarias crioulas e libanesas. À hora do almoço, o mercado é particularmente concorrido, e por isso é preciso ir com mais tempo, para poder apreciar um pouco da agitação que caracteriza os mercados parisienses.

  • <b>Mercado em Torpignattara (Roma, Itália)</b><br><br>Roma é mais do que o seu centro histórico. Na periferia, a vida também é particularmente animada. Por exemplo, recomenda-se vivamente um passeio para compras no colorido mercado de Torpignattara! Foto: Goethe-Institut Rom / Sara Camilli

    Mercado em Torpignattara (Roma, Itália)

    Roma é mais do que o seu centro histórico. Na periferia, a vida também é particularmente animada. Por exemplo, recomenda-se vivamente um passeio para compras no colorido mercado de Torpignattara!

  • <b>Feira de antiguidades (Bruxelas, Bélgica)</b><br><br>Entre o Palácio Real de Bruxelas e o Palácio da Justiça, à sombra da igreja de Notre-Dame du Sablon, poderá encontrar todos os fins de semana uma feira de antiguidades que existe desde os anos sessenta. E se não encontrar aquilo que mais procura nesta feira, poderá aventurar-se pelo bairro de Sablon, famoso pelas muitas lojas, galerias de arte e antiquários. Foto: Goethe-Institut / Benjamin Panten

    Feira de antiguidades (Bruxelas, Bélgica)

    Entre o Palácio Real de Bruxelas e o Palácio da Justiça, à sombra da igreja de Notre-Dame du Sablon, poderá encontrar todos os fins de semana uma feira de antiguidades que existe desde os anos sessenta. E se não encontrar aquilo que mais procura nesta feira, poderá aventurar-se pelo bairro de Sablon, famoso pelas muitas lojas, galerias de arte e antiquários.

  • <b> Viktualienmarkt (Munique, Alemanha) </b> <br/> <br>Ao início da manhã, o Viktualienmarkt de Munique ainda está vazio. No entanto, este mercado no coração da cidade costuma encher-se de turistas e moradores, que aqui procuram abastecer-se de segunda a sábado. Frutas, legumes, especialidades locais, sumos e flores estão à disposição de todos, e para os mais abastados, também um copo de vinho branco. Porque este mercado é conhecido por ser bastante caro!  Embora nem todos os habitantes de Munique façam aqui as suas compras, o mercado é muito famoso em todo o país, tendo já sido palco de um episódio da série policial mais famosa da Alemanha, Tatort, e objeto de homenagem num selo. Foto: Jakob Rondthaler © Goethe-Institut

    Viktualienmarkt (Munique, Alemanha)

    Ao início da manhã, o Viktualienmarkt de Munique ainda está vazio. No entanto, este mercado no coração da cidade costuma encher-se de turistas e moradores, que aqui procuram abastecer-se de segunda a sábado. Frutas, legumes, especialidades locais, sumos e flores estão à disposição de todos, e para os mais abastados, também um copo de vinho branco. Porque este mercado é conhecido por ser bastante caro! Embora nem todos os habitantes de Munique façam aqui as suas compras, o mercado é muito famoso em todo o país, tendo já sido palco de um episódio da série policial mais famosa da Alemanha, Tatort, e objeto de homenagem num selo.