No âmbito da BoCA Bienal
A convite da BoCA, o artista-performer
Herlander propõe nos dias 6 e 7 de outubro um novo projeto performativo que vagueia por entre as diferentes fases da vida e da identidade de uma pessoa: o nascimento, o agora, o roubo da inocência, a luta interna e a “hiper-consciência” de si. Em “Trial”, uma espécie de concerto teatral – criado e conceitualizado com a colaboração visual de
Eloïse Grace Winter e
Rafael de Oliveira –, Herlander busca reencontrar aquilo que vai se perdendo no caminho do envelhecer, enquanto nos conformamos e ajustamos ao movimento e ritmo do mundo. Uma peça que nos leva numa viagem ao interior em busca da nossa origem e essência sem nome.
Nascido e crescido no bairro da Arrentela, Seixal, e baseado em Lisboa,
Herlander é um artista-performer que reescreve as regras do standard popular musical. A sua música roça o antipop, mergulhando num lago sem género, vozes que harmonizam entre si e sons particulares que se sentam distintos numa só sala. Estreou-se com o seu EP experimental “199” em 2018, após o qual editou de forma independente uma mão cheia de singles e atuou em salas e festivais icónicos como a ZDB, Lux, Maus Hábitos e o Iminente.
A BoCA – Biennial of Contemporary Arts é uma bienal internacional de artes contemporâneas com um foco na transdisciplinaridade (ou extradisciplinaridade). Estabelece uma sinergia entre cidades (Lisboa, em diálogo com outras duas cidades), instituições culturais (teatros, museus, galerias, património material), integrando ações no espaço público, territórios artísticos (performance, artes cénicas, artes visuais, música) e os seus respetivos públicos. Paralelamente, ao longo de cada biénio, a BoCA desenvolve a expansão das suas atividades através de ciclos de programação apresentados em outras cidades portuguesas e estrangeiras.
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