África do Sul

Mbu Maloni / Lutz van Dijk: Niemand wird mich töten

Mbu, nascido num bairro pobre da província sul africana do Cabo Oriental, é separado, aos 3 anos de idade, do seu idolatrado irmão Mavusi, pelo facto de sua mãe se ter mudado para a Cidade do Cabo. A mãe é alcoólatra e incapaz de se ocupar do filho. A escola, onde Mbu é um dos melhores alunos, acaba por se tornar no seu refúgio emocional.
Lutz van Dijk: Romeo und Jabulile

Jabulile vive no township Masiphumelele, perto da Cidade do Cabo. Ela é uma fogosa jogadora de futebol e faz parte da equipa de futebol de meninas de Masi. Num jogo contra a equipa, de nível superior, do township vizinho Gugulethu, Jabulile, é autora de um golo de sonho. Um rapaz desconhecido vai-lhe dar os parabéns.
Lutz van Dijk: Themba

Themba cresce numa aldeia afastada da província sul africana do Cabo Oriental. Apesar das condições precárias e tradicionais, a sua mãe empenha-se para que tanto ele como a sua irmã mais nova, Nomtha, frequentem a escola. Como futebolista ferrenho cria, juntamente com o seu melhor amigo Sipho, o clube de futebol Lion Strikers.

    Lutz van Dijk: Township Blues

    Thinasonke, de 14 anos de idade e mais conhecida por Thina, vive no Township sul-africano de Guguletu, nos arredores da Cidade do Cabo. Ao fim da tarde e no caminho de regresso a casa, depois de um ensaio de teatro na escola, Thina é atacada e violada por três rapazes. Depois de se confirmar que não se encontrava grávida, volta para a escola sem que ninguém se apercebesse do ocorrido.

      David Fermer: Justice

      Um assassino em série inquieta os ânimos na Cidade do Cabo. As suas vítimas são exclusivamente autores de crimes na época do apartheid. Torna-se óbvio que o assassino se assume como vingador. Na opinião pública é contudo controversa a discussão sobre o “Apartheid Killer”: será que ele cria um espaço para a justiça ainda retida pela sociedade sul africana em relação às vítimas do apartheid ou trata-se apenas de um miserável assassino?
        Stefanie Gercke: Ich kehre zurück nach Afrika

        Henrietta, uma jovem alemã de 20 anos está apaixonada por David, o filho de um diplomata africano. Para contrariar a relação entre o jovem africano e a filha, os pais de Henrietta mandam-na para casa do tio Hans na África do Sul. Os pais de Henrietta pensam na estada na África do Sul como um castigo, mas para Henrietta, foi a concretização de um sonho.

          Reimer Gronemeyer / Matthias Rompel: Verborgenes Afrika

          Em doze ensaios, os sociólogos Gronemeyer e Rompel escrevem sobre pessoas em África e mostram uma imagem de um continente ameaçado pela modernidade. O seu principal propósito é apresentar o quotidiano de cidadãos absolutamente comuns sem se deixarem seduzir pelos clichés europeus sobre a África.
            Ulf Iskender Kaschl: Roadmovie Kapstadt

            Em 1999, Alexander, 24 anos de idade, vai estudar durante um ano na University of Cape Town. Após a chegada, fica chocado com o racismo demonstrado ainda com grande evidência no país que, durante o governo de Nelson Mandela, tinha sido exemplar na transição do sistema de apartheid para a democracia.
            Stefan Hippler / Bartholomäus Grill: Gott Aids Afrika

            Stefan Hippler é um padre católico e desde 1997 que dirige a comunidade católica alemã na Cidade do Cabo. Bartholomäus Grill é especialista em África para a revista semanal DIE ZEIT. Ambos relatam com grande empenho a ameaça que representa para África a pandemia da SIDA e apelam, no seu livro, para que a Igreja Católica repense a sua posição relativamente às suas interdições restritivas em termos de contracepção.
            Eberhard Knorr: Flucht nach Afrika

            Ann Gopal, uma jovem atraente, está exasperada pelo excessos de desejos sexuais do marido, o psiquiatra Kalinaw. É por isso que o deixa para ir ao encontro de Orlando Andrey, amigo de seu marido. Este leva uma vida recatada nas montanhas da Sierra Nevada, nos Estados Unidos.

              Sven Lager: Mein Sommer als Wal

              „O meu Verão como Baleia“, da autoria de Sven Lager que, como sul-africano por opção, vive em Hermanus, conta a história de Matthias, de vinte e tal anos de idade, proveniente de Berlim, que presta serviço social na aldeia de Sommerdal, situada no Cabo Ocidental da África do Sul. Matthias, com um antepassado como gatuno de loja, deverá ser dissuadido a abandonar esta carreira criminosa através do seu trabalho na aldeia de assistência a adultos portadores do sindroma de Down, carinhosamente designados por “Downies”.
                Norman Ohler: Stadt des Goldes

                Logo a seguir ao fim do apartheid, a jovem Lucy Tshabalala muda-se do Soweto para Joanesburgo. Ela vê-se em Ponte City, o símbolo não oficial da cidade: uma torre de apartamentos de 54 andares de sonhos e horrores, alegadamente o edifício mais perigoso do mundo.

                  Jana Simon: Denn wir sind anders - Die Geschichte des Felix S.

                  No livro "Denn wir sind anders" Jana Simon conta a história de Felix S., que pertence a uma geração de viragem e quer desligar-se dela. Felix S. leva uma vida dupla: por um lado, hooligan convicto; por outro, intelectual, que quer estudar psicologia e discutir o apartheid com os avós.

                  Ruth Weiss: Nacht des Verrats

                  O romance policial de Ruth Weiss é passado na África do Sul em 1998. O advogado Ben Glaser, a trabalhar para a Comissão sul-africana para a Verdade e Reconciliação, encontra uma pista para um crime cometido durante o apartheid: Caroline Hughes, a filha de um casal de missionários ingleses na antiga Rodésia, fica órfã quando os pais morrem durante um ataque relacionado com as lutas pela independência.

                    Ruth Weiss: Meine Schwester Sara

                    Pouco depois de terminar a 2ª Guerra Mundial, Sara Lehmann, de quatro anos de idade, chega de barco à África do Sul, acompanhada de outras crianças órfãs provenientes da Alemanha. Ela é adoptada e carinhosamente acolhida pela família de boérs Leroux. O pai está encantado com a linda filhinha loura e de olhos azuis que encomendou, sobretudo com o seu puro sangue alemão, muito cortejado pelos seus compatriotas.
                    Ruth Weiss: Wege im harten Gras

                    Ruth Weiss, nascida em 1924, em Fürth, com o nome Ruth Löwenthal foi, juntamente com a sua família, exilada pelos nacional-socialistas e assim chega, em 1936, à África do Sul, onde cresceu. Mais tarde, na qualidade de jornalista, documenta para meios de comunicação europeus e africanos o turbulento desenvolvimento na África Austral, desde a década de quarenta até ao fim do apartheid. Na sua destemida solidariedade com a população negra da África do Sul, tornou-se uma tenaz lutadora contra o racismo e o apartheid.

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