Em seu documentário “Uma memória em três atos” (2018), o cineasta Inadelso Cossa propõe-se a retratar a história de seu país, Moçambique. O poderoso filme baseia-se em materiais de arquivo dos tempos da opressão colonial portuguesa e nos testemunhos de moçambicanos que sobreviveram à luta pela libertação. Aqui Cossa explica, através de cinco cenas, como seu filme se envolve com imagens e vozes do passado e do presente – trilhando um caminho para a reconciliação.

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“Como posso evocar memórias com um material que foi utilizado para fins de propaganda? Como cineastas podem utilizá-lo para contar a história de um país inteiro, de toda uma geração?”

A memória tem vários capítulos