Apesar dos saldos perniciosos do retrocesso político pelo qual passa o país, várias ações vêm acontecendo na cena artística negra brasileira. 

Em foco: descolonização da produção do conhecimento

O pós-colonialismo e o racismo a ele associado vêm sendo muito discutidos na mídia e na sociedade em geral. A produção “As feridas narcísicas da humanidade”, de Anta Helena Recke, no Kammerspiele de Munique, exemplifica como os teatros podem se apropriar do tema.  

“Faço performances em antigos engenhos de açúcar na região onde nasci. É muito doloroso notar que as histórias da violência colonial nesses lugares não estão mais sendo contadas.” Tiago Sant'Ana mantém viva a memória da arquitetura e dos artefatos coloniais no Brasil.

– Tiago Sant'ana "Açúcar negro ”

Outros textos