Cargos importantes em instiuições culturais brasileiras são frequentemente ocupados seguindo um padrão: homens, brancos, de classes abastadas. Isso infuencia tanto as coleções de museus, quanto as programações das instituições, onde a população afro-brasileira e indíngena permanece muitas vezes sem representação. Mas há sinais de uma abertura rumo a uma diversidade maior, constata Anna Azevedo.

Jovens negros e afrodescendentes no Brasil ainda são, como sempre, vítimas da violência policial. O sistema de educação do país continua seguindo modelos etnocêntricos. 

Em foco: decolonização da produção de saber

“A educação tem um efeito na mente. Ela cria uma colônia da mente. E a colônia da mente é mais difícil de apagar. A colônia da economia, essa pode ser vista mais claramente”.

O autor queniano Ngũgĩ wa Thiong’o sobre emancipação linguística. Mais em: “Simplesmente destrua, destrua, destrua”.

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