|
16:30
Evento em torno da música angolana ocupa a Casa de Angola no dia 7/12
Roda de conversa, exposição, música
-
Casa de Angola na Bahia
- Preço Gratuito
Programação inclui roda de conversa, exposição e música com os DJs Samy Ben Redjeb e Fabio Lima Angola
Uma parceria do Goethe-Institut Salvador-Bahia com a Casa de Angola na Bahia celebra a cultura angolana através de sua música no evento “Angola 70 – Antologia da música angolana 1968-1978”, que se realiza no dia 7 de dezembro (sexta-feira), a partir das 16h30, na própria Casa de Angola, no bairro de Nazaré. Na condução das atividades, estarão dois DJs que se dedicam à investigação da música de origem africana: Samy Ben Redjeb, da Tunísia/Alemanha, residente do Programa de Residência Artística Vila Sul do Goethe-Institut, e Fabio Lima Angola, da Angola.
A programação se inicia com uma conversa com a dupla, que vai percorrer a história da música angolana dos anos 1970 até a atualidade, tratando também de sua influência no Brasil. A mediação será de Benjamin Sabby, diretor da Casa de Angola na Bahia. Em seguida, às 18h, será aberta a exposição “Angola 70”, que reúne a coleção angolana do acervo da Analog Africa, gravadora alemã fundada em 2006 por Samy Ben Redjeb. Para completar, a partir das 18h30, os dois dividem o comando do set de música com repertórios especialmente escolhidos para a ocasião.
Trata-se assim de um encontro de conexões cruzadas: entre Alemanha e Brasil, entre Angola e Brasil, entre Angola e Alemanha, reforçando interlocuções culturais internacionais que são a razão de ser das instituições envolvidas.
Sobre os artistas – Apaixonado por música africana, Samy Ben Redjeb coleciona vinis africanos originais e o lema de sua gravadora é “O futuro da música aconteceu décadas atrás”. Foi numa temporada no Senegal que ele percebeu que sua percepção da música africana estava repleta de clichês. A música que ele estava descobrindo ali estava bem à frente do seu tempo – muito mais sofisticada e futurista do que a produção africana que se podia ouvir nas rádios ocidentais. Assim, ele decidiu que este mundo musical paralelo, que poucos sabiam que existia, tinha que ser exibido. O primeiro lançamento da Analog Africa foi uma compilação da Green Arrows Band do Zimbábue. De lá para cá, a premiada gravadora já apresentou cerca de 40 projetos e viajou por 28 países africanos, mapeando sons que têm sido lançados com raridade, ou nunca, fora da África.
Fabio Lima Angola, nascido em Luanda e residente em Salvador, tem sete anos de carreira tocando profissionalmente sucessos da contemporaneidade do som de vários ritmos africanos, como kizomba, tarrachinha, zouk, semba, kuduro, afro house, coupé-decalé, azonto, rap africano e funana.
Sobre o Goethe-Institut Salvador-Bahia – Instituto cultural da República Federal da Alemanha, o Goethe-Institut, fundado em 1951, se dedica a fomentar o diálogo entre culturas e é a maior instituição de ensino de alemão no mundo. Atualmente, dispõe de uma rede de 159 unidades em 98 países de todos os continentes. A unidade do Goethe-Institut Salvador-Bahia foi criada em 1962 e, desde então, promove a aprendizagem da língua alemã, divulga uma imagem abrangente da Alemanha e realiza colaborações locais, nacionais e internacionais na área da cultura, com numerosos parceiros públicos e privados. É um espaço disposto ao exercício artístico-cultural, realizando ações próprias e oferecendo suporte a iniciativas de variadas espécies. Dispõe de teatro, foyer, galerias, biblioteca, ateliês, estúdios, salas de aulas, praças, pátio e café. Após mais de meio século de atividades contínuas na cidade, iniciou, em 2016, o Programa de Residência Artística Vila Sul, com a proposta de fortalecer interlocuções entre o Brasil e demais países do hemisfério Sul a partir do acolhimento de artistas e agentes culturais de diversas áreas, linguagens e origens. Mais de 60 residentes já experimentaram esta oportunidade.
Sobre a Casa de Angola na Bahia – Por iniciativa do Governo de Angola, a Casa de Angola na Bahia foi inaugurada em 1999. O Centro Cultural tem como objetivo principal consolidar os laços culturais entre Angola e Brasil, possibilitando à comunidade baiana o acesso à cultura angolana, em especial, e africana, em geral. A Casa promove e divulga a arte e a cultura angolana, bem como o intercâmbio cultural entre artistas e agentes culturais de Angola e do Brasil, como também de outras origens. Este espaço cultural também está aberto a iniciativas de outras organizações voltadas à cultura brasileira e de outras regiões do mundo. Ao longo dos seus 19 anos de existência, a Casa de Angola tem sido uma referência na cena cultural de Salvador e faz parte do roteiro turístico da cidade. O Centro Cultural Casa de Angola na Bahia tem uma estrutura que oferece ao seu usuário condições privilegiadas para contato com a história de Angola e da África, através de uma biblioteca, uma sala de leitura e de um museu etnográfico com peças da arte clássica angolana representativas dos vários grupos etnolinguísticos de Angola. O Centro possui ainda uma sala de exposições, auditório, uma área de convivência e um jardim, onde acontecem manifestações culturais de diversas linguagens.
Angola 70 – Antologia da música angolana 1968-1978
Com: Samy Ben Redjeb (Tunísia/Alemanha) e Fabio Lima Angola (Angola/Brasil)
Quando: 7 de dezembro (sexta-feira), 16h30
Onde: Casa de Angola na Bahia (Praça dos Veteranos, Nazaré)
Quanto: Gratuito
Classificação indicativa: Livre
Uma parceria do Goethe-Institut Salvador-Bahia com a Casa de Angola na Bahia celebra a cultura angolana através de sua música no evento “Angola 70 – Antologia da música angolana 1968-1978”, que se realiza no dia 7 de dezembro (sexta-feira), a partir das 16h30, na própria Casa de Angola, no bairro de Nazaré. Na condução das atividades, estarão dois DJs que se dedicam à investigação da música de origem africana: Samy Ben Redjeb, da Tunísia/Alemanha, residente do Programa de Residência Artística Vila Sul do Goethe-Institut, e Fabio Lima Angola, da Angola.
A programação se inicia com uma conversa com a dupla, que vai percorrer a história da música angolana dos anos 1970 até a atualidade, tratando também de sua influência no Brasil. A mediação será de Benjamin Sabby, diretor da Casa de Angola na Bahia. Em seguida, às 18h, será aberta a exposição “Angola 70”, que reúne a coleção angolana do acervo da Analog Africa, gravadora alemã fundada em 2006 por Samy Ben Redjeb. Para completar, a partir das 18h30, os dois dividem o comando do set de música com repertórios especialmente escolhidos para a ocasião.
Trata-se assim de um encontro de conexões cruzadas: entre Alemanha e Brasil, entre Angola e Brasil, entre Angola e Alemanha, reforçando interlocuções culturais internacionais que são a razão de ser das instituições envolvidas.
Sobre os artistas – Apaixonado por música africana, Samy Ben Redjeb coleciona vinis africanos originais e o lema de sua gravadora é “O futuro da música aconteceu décadas atrás”. Foi numa temporada no Senegal que ele percebeu que sua percepção da música africana estava repleta de clichês. A música que ele estava descobrindo ali estava bem à frente do seu tempo – muito mais sofisticada e futurista do que a produção africana que se podia ouvir nas rádios ocidentais. Assim, ele decidiu que este mundo musical paralelo, que poucos sabiam que existia, tinha que ser exibido. O primeiro lançamento da Analog Africa foi uma compilação da Green Arrows Band do Zimbábue. De lá para cá, a premiada gravadora já apresentou cerca de 40 projetos e viajou por 28 países africanos, mapeando sons que têm sido lançados com raridade, ou nunca, fora da África.
Fabio Lima Angola, nascido em Luanda e residente em Salvador, tem sete anos de carreira tocando profissionalmente sucessos da contemporaneidade do som de vários ritmos africanos, como kizomba, tarrachinha, zouk, semba, kuduro, afro house, coupé-decalé, azonto, rap africano e funana.
Sobre o Goethe-Institut Salvador-Bahia – Instituto cultural da República Federal da Alemanha, o Goethe-Institut, fundado em 1951, se dedica a fomentar o diálogo entre culturas e é a maior instituição de ensino de alemão no mundo. Atualmente, dispõe de uma rede de 159 unidades em 98 países de todos os continentes. A unidade do Goethe-Institut Salvador-Bahia foi criada em 1962 e, desde então, promove a aprendizagem da língua alemã, divulga uma imagem abrangente da Alemanha e realiza colaborações locais, nacionais e internacionais na área da cultura, com numerosos parceiros públicos e privados. É um espaço disposto ao exercício artístico-cultural, realizando ações próprias e oferecendo suporte a iniciativas de variadas espécies. Dispõe de teatro, foyer, galerias, biblioteca, ateliês, estúdios, salas de aulas, praças, pátio e café. Após mais de meio século de atividades contínuas na cidade, iniciou, em 2016, o Programa de Residência Artística Vila Sul, com a proposta de fortalecer interlocuções entre o Brasil e demais países do hemisfério Sul a partir do acolhimento de artistas e agentes culturais de diversas áreas, linguagens e origens. Mais de 60 residentes já experimentaram esta oportunidade.
Sobre a Casa de Angola na Bahia – Por iniciativa do Governo de Angola, a Casa de Angola na Bahia foi inaugurada em 1999. O Centro Cultural tem como objetivo principal consolidar os laços culturais entre Angola e Brasil, possibilitando à comunidade baiana o acesso à cultura angolana, em especial, e africana, em geral. A Casa promove e divulga a arte e a cultura angolana, bem como o intercâmbio cultural entre artistas e agentes culturais de Angola e do Brasil, como também de outras origens. Este espaço cultural também está aberto a iniciativas de outras organizações voltadas à cultura brasileira e de outras regiões do mundo. Ao longo dos seus 19 anos de existência, a Casa de Angola tem sido uma referência na cena cultural de Salvador e faz parte do roteiro turístico da cidade. O Centro Cultural Casa de Angola na Bahia tem uma estrutura que oferece ao seu usuário condições privilegiadas para contato com a história de Angola e da África, através de uma biblioteca, uma sala de leitura e de um museu etnográfico com peças da arte clássica angolana representativas dos vários grupos etnolinguísticos de Angola. O Centro possui ainda uma sala de exposições, auditório, uma área de convivência e um jardim, onde acontecem manifestações culturais de diversas linguagens.
Angola 70 – Antologia da música angolana 1968-1978
Com: Samy Ben Redjeb (Tunísia/Alemanha) e Fabio Lima Angola (Angola/Brasil)
Quando: 7 de dezembro (sexta-feira), 16h30
Onde: Casa de Angola na Bahia (Praça dos Veteranos, Nazaré)
Quanto: Gratuito
Classificação indicativa: Livre
Local
Casa de Angola na Bahia
Praça dos Veteranos, Nazaré
Brasil
Praça dos Veteranos, Nazaré
Brasil
Local
Casa de Angola na Bahia
Praça dos Veteranos, Nazaré
Brasil
Praça dos Veteranos, Nazaré
Brasil