Exposição O que sonham os invisíveis?
Exposição|Exposição acontece em Belém, durante a COP 30, como parte do projeto cosmopercepções da floresta.
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Galeria Benedito Nunes, Belém do Pará
- Parte da série: Cosmopercepções da Floresta em Belém
A exposição “O que sonham os invisíveis — cosmopercepções da floresta” apresenta a produção coletiva de arte contemporânea criada nas residências do projeto cosmopercepções da floresta, iniciativa do Goethe-Institut realizada ao longo de dois anos em cinco territórios: Amazônia Colombiana, Ilha do Marajó, Mata Atlântica, Floresta Boreal na Finlândia e o eixo Rio Negro/Munique.
A inauguração da mostra acontece no dia 10 de novembro, às 19h, na Galeria Benedito Nunes (Fundação Cultural do Pará – Centur), e permanece aberta até 28 de novembro, com entrada gratuita.
As obras em vídeo, fotografia, cerâmica, pintura e instalação emergem de processos coletivos que dialogam com as florestas, águas, ciclos e espiritualidades de cada território.
Participam da mostra artistas e coletivos de diferentes territórios, como Aimema Úai (povo Wuitoto, Amazônia Colombiana), Ronaldo Guedes e Cilene Andrade (Ateliê Arte Mangue Marajó), Cristine Takuá e Carlos Papá (Escolas Vivas Guarani), Sunna Máret (Floresta Boreal, Sápmi, Finlândia), Renata Tupinambá, João Paulo Barreto (Bahserikowi – Centro de Medicina Indígena), Freg Stokes (Max Planck Institute of Feoanthropology), Anita Ekman, Edu Simões, de Feliciano Lana, de Ismael dos Santos e dos Agentes Indígenas de Manejo Ambiental (AIMAs), entre outros.
A mostra é uma realização do do Goethe-Institut Rio de Janeiro, em parceria com as unidades de São Paulo, Colômbia, Finlândia e Munique. O projeto conta com o apoio de Instituto Juruá, Amazônia Revelada, ISA, Max Planck Institute, studio curva e Governo do Pará.
Local: Galeria Benedito Nunes — Centur, Belém (PA)
Avenida Gentil Bittencourt, 650
Entrada gratuita
Horário: 9h às 18h
Entrada gratuita
Lançamento da Revista Aru 6 + Roda de Conversa.
Data: 16/11, das 11h às 12h
Sessão de Escuta: Cosmopolíticas do Clima
Data: 16/11, das 12h às 13h15
Apresentação do estudo “Analysing Decolonial Climate Perspectives: The Case of the Brazilian Amazon”
Data: 16/11, das 14h às 15h
Apresentação do relatório executivo “Regenerative Agriculture and Resilient Food Systems”
Data: 16/11, das 15h às 16h
Recepção para o Instituto PON
Data: 16/11, das 16h às 18h
Roda de conversa “O que sonhamos juntos”
Aproximadamente 6 obras pintadas com tintas naturais e acrílica pela artista Aimema, artista do povo Wuitoto e de variadas proporções.
· Ilha do Marajó
O Ateliê Arte Mangue Marajó propõe uma instalação performativa que combina obras em cerâmica (gravuras e esculturas em estilo marajoara) e banhos de ervas do Marajó.
· Mata Atlântica
Com a Escola Viva Guarani e o povo Maxakali, na Aldeia Guarani Mbya do Rio Silveiras. Além de pinturas em grandes formatos pintados em acrílico no encontro da residência, o coletivo propõe vídeo instalações.
· Floresta Boreal da Finlândia
No território Sámi, a artista Sunna em colaboração com Renata Tupinambá preparam uma performance voltada a reflexão do tempo vagaroso.
· Rio Negro, Amazonas / Munique, Alemanha
Em parceria com o Centro de Medicina Indígena Bahserikowi, Instituto Juruá, Max Planck Institut serão apresentadas uma série de litografias (Atlas Brasilisensis) e animações realizadas em Munique através da residência no Museum Fünf Kontinente, Art and Nature Foundation – Nantesbuch (Floresta da Baviera) e Lithografiewerkstatt Münchner Künstlerhaus-Stiftung.
- Edu Simões
Cerca de 10 imagens captadas pelo fotojornalista nos estados do Amazonas, Pará e Amapá.
- Coleção Aimas/ISA
Em 2025, os Agentes Indígenas de Manejo Ambiental (AIMAs) estão completando 20 anos de atuação e pesquisas no rio Negro. Produzem conhecimentos ao viver seus ambientes, manejando-os. Observam, sentem, registram, desenham, curam o tempo ao compasso de suas estações, na passagem das constelações que constituem o ciclo anual. O Instituto Socioambiental (ISA), com sede em São Paulo, está presente no rio Negro desde sua fundação em 1994, com infraestrutura e equipe permanentes em São Gabriel da Cachoeira, Boa Vista e Manaus. Atua em formação, pesquisas, análises, desenvolvimento de projetos e assessorias técnicas junto às organizações locais e à FOIRN. Será apresentada parte da coleção de obras das instituições.
A inauguração da mostra acontece no dia 10 de novembro, às 19h, na Galeria Benedito Nunes (Fundação Cultural do Pará – Centur), e permanece aberta até 28 de novembro, com entrada gratuita.
As obras em vídeo, fotografia, cerâmica, pintura e instalação emergem de processos coletivos que dialogam com as florestas, águas, ciclos e espiritualidades de cada território.
Participam da mostra artistas e coletivos de diferentes territórios, como Aimema Úai (povo Wuitoto, Amazônia Colombiana), Ronaldo Guedes e Cilene Andrade (Ateliê Arte Mangue Marajó), Cristine Takuá e Carlos Papá (Escolas Vivas Guarani), Sunna Máret (Floresta Boreal, Sápmi, Finlândia), Renata Tupinambá, João Paulo Barreto (Bahserikowi – Centro de Medicina Indígena), Freg Stokes (Max Planck Institute of Feoanthropology), Anita Ekman, Edu Simões, de Feliciano Lana, de Ismael dos Santos e dos Agentes Indígenas de Manejo Ambiental (AIMAs), entre outros.
A mostra é uma realização do do Goethe-Institut Rio de Janeiro, em parceria com as unidades de São Paulo, Colômbia, Finlândia e Munique. O projeto conta com o apoio de Instituto Juruá, Amazônia Revelada, ISA, Max Planck Institute, studio curva e Governo do Pará.
Abertura
Data: 10/11, às 19hLocal: Galeria Benedito Nunes — Centur, Belém (PA)
Avenida Gentil Bittencourt, 650
Entrada gratuita
Artistas e coletivos convidados:
- Aimema Uai (Colômbia)
- Ateliê Mangue Marajó: Ronaldo Guedes e Cilene Andrade
- Instituto Maracá: Cristine Takuá e Carlos Papa
- ISA e Agentes Indígenas de Manejo Ambiental (Aimas)
- Amazônia Revelada: Carlos Augusto da Silva (Tijolo) e Eduardo Neves
- Instituto Juruá
- Luca Meola
- Rodrigo Duarte
Visitação
Período: 11 a 28 de novembro de 2025Horário: 9h às 18h
Entrada gratuita
Programação
Data: 13/11, às 10hLançamento da Revista Aru 6 + Roda de Conversa.
Data: 16/11, das 11h às 12h
Sessão de Escuta: Cosmopolíticas do Clima
Data: 16/11, das 12h às 13h15
Apresentação do estudo “Analysing Decolonial Climate Perspectives: The Case of the Brazilian Amazon”
Data: 16/11, das 14h às 15h
Apresentação do relatório executivo “Regenerative Agriculture and Resilient Food Systems”
Data: 16/11, das 15h às 16h
Recepção para o Instituto PON
Data: 16/11, das 16h às 18h
Roda de conversa “O que sonhamos juntos”
Mais sobre as obras
· Amazônia ColombianaAproximadamente 6 obras pintadas com tintas naturais e acrílica pela artista Aimema, artista do povo Wuitoto e de variadas proporções.
· Ilha do Marajó
O Ateliê Arte Mangue Marajó propõe uma instalação performativa que combina obras em cerâmica (gravuras e esculturas em estilo marajoara) e banhos de ervas do Marajó.
· Mata Atlântica
Com a Escola Viva Guarani e o povo Maxakali, na Aldeia Guarani Mbya do Rio Silveiras. Além de pinturas em grandes formatos pintados em acrílico no encontro da residência, o coletivo propõe vídeo instalações.
· Floresta Boreal da Finlândia
No território Sámi, a artista Sunna em colaboração com Renata Tupinambá preparam uma performance voltada a reflexão do tempo vagaroso.
· Rio Negro, Amazonas / Munique, Alemanha
Em parceria com o Centro de Medicina Indígena Bahserikowi, Instituto Juruá, Max Planck Institut serão apresentadas uma série de litografias (Atlas Brasilisensis) e animações realizadas em Munique através da residência no Museum Fünf Kontinente, Art and Nature Foundation – Nantesbuch (Floresta da Baviera) e Lithografiewerkstatt Münchner Künstlerhaus-Stiftung.
- Edu Simões
Cerca de 10 imagens captadas pelo fotojornalista nos estados do Amazonas, Pará e Amapá.
- Coleção Aimas/ISA
Em 2025, os Agentes Indígenas de Manejo Ambiental (AIMAs) estão completando 20 anos de atuação e pesquisas no rio Negro. Produzem conhecimentos ao viver seus ambientes, manejando-os. Observam, sentem, registram, desenham, curam o tempo ao compasso de suas estações, na passagem das constelações que constituem o ciclo anual. O Instituto Socioambiental (ISA), com sede em São Paulo, está presente no rio Negro desde sua fundação em 1994, com infraestrutura e equipe permanentes em São Gabriel da Cachoeira, Boa Vista e Manaus. Atua em formação, pesquisas, análises, desenvolvimento de projetos e assessorias técnicas junto às organizações locais e à FOIRN. Será apresentada parte da coleção de obras das instituições.
Local
Galeria Benedito Nunes
Avenida Gentil Bitencourt, 650
Batista Campos
Belém do Pará
Brasil
Avenida Gentil Bitencourt, 650
Batista Campos
Belém do Pará
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Local
Galeria Benedito Nunes
Avenida Gentil Bitencourt, 650
Batista Campos
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Avenida Gentil Bitencourt, 650
Batista Campos
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Brasil