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Banner Prémio de JornalismoImagem © Goethe-Institut/Alina Holtmann

Prémio de Jornalismo Luso-Alemão

O Prémio de Jornalismo Luso-Alemão distingue anualmente textos jornalísticos publicados na Alemanha e em Portugal sobre a cultura, sociedade, economia e política do outro país. 

Este projeto pretende contribuir para a divulgação e o conhecimento mútuo entre os dois países, fortalecer a relação bilateral e promover a importância do jornalismo independente e profissional, uma das bases das nossas democracias. 
 

Sobre o Prémio

Prémio do Jornalismo 2022

O Prémio de Jornalismo Luso-Alemão será novamente atribuído em 2022. O júri está a analisar todas as candidaturas e a selecionar os vencedores.

A entrega do Prémio deste ano terá lugar no âmbito da Feira de Hannover 2022, que terá Portugal como País-Parceiro.


Membros do júri

A escolha dos contributos será realizada por dois júris independentes, cada um deles composto por jornalistas e correspondentes de renome, bem como por um(a) formador(a) experiente das próximas gerações de jornalistas.

O júri português é constituído por Mafalda Anjos (Visão), Thomas Fischer (durante muitos anos correspondente de jornais da Alemanha e da Suíça em Portugal), Luísa Meireles (agência Lusa), António Perez Metelo (jornalista e comentador de economia) e Deolinda Almeida (diretora do Cenjor). O júri alemão é composto por Cerstin Gammelin (Süddeutsche Zeitung), Heike Göbel (Frankfurter Allgemeine Zeitung), Michaela Küfner (Deutsche Welle), Norbert Thomma (Tagesspiegel) e Philipp Maußhardt (Reportageschule em Reutlingen).

Membros do júri


Prémio de Jornalismo 2021

Os artigos vencedores do Prémio de Jornlismo Luso-Alemão 2021 foram conhecidos a 27 de maio. Com os primeiros prémios foram distinguidos a série de artigos de Joana de Sousa Dias O legado de Angela Merkel na Alemanha, publicado pela agência Lusa, e a reportagem O negócio, de Fabian Federl, publicado na revista do jornal Süddeutsche Zeitung. Os prémios foram entregues numa cerimónia híbrida em Lisboa e em Berlim. 

Os segundos prémios foram atribuídos aos artigos Onda verde na Alemanha, de Guilherme Correia da Silva, publicado na edição online da Rádio Renascença, e Pôr o dedo na ferida até sangrar, de Elena Witzeck, publicado no jornal Frankfurter Allgemeine Zeitung. Os terceiros prémios foram atribuídos a Valdemar Cruz pelo artigo A (outra) batalha de Berlim, publicado na revista do semanário Expresso, e a Lisa Frieda Cossham pelo artigo Dançar junto ao mar, publicado no semanário DIE ZEIT.

Os artigos vencedores foram escolhidos por dois júris independentes de um total de 70 candidaturas

Os textos vencedores


Organização

O prémio bilateral é uma iniciativa da Associação de S. Bartolomeu dos Alemães em Lisboa, em cooperação com o Goethe-Institut Portugal, a Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã, a Central Alemã para o Turismo em Portugal, o Camões Berlim, a Delegação de Turismo de Portugal na Alemanha e é apoiado pela Embaixada da República Alemã em Lisboa e pela Embaixada de Portugal em Berlim. As entidades organizadoras do prémio são o Goethe-Institut Portugal e o Camões Berlim.

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